EVANGELIZAR.

NESTE BLOG DISPONIBILIZAMOS MENSAGENS CRISTÃS SEGUNDO A BIBLIA. FALAMOS DOS ESTATUTOS DO REINO DE DEUS.

sexta-feira, 31 de agosto de 2018

QUEM É O VERBO.

“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.” (João 1:1)

No princípio, no início de tudo, na formação, na criação de tudo o que hoje existe, era a Palavra, o Verbo é a Palavra que estava com Deus, e a Palavra era Deus. Assim sabemos que tudo iniciou com Jesus, porque Jesus é o Verbo, e a Palavra estava com Deus, quando mandou que tudo existisse. Essa Palavra estava com Deus, quando tomou o pó da terra e fez o homem, e depois fez o homem adormecer e das suas costelas tirou a mulher. Jesus esteve e está o tempo todo com Deus, porque Ele é Deus, e foi Ele quem tudo fez, portanto, Ele nos conhece com profundidade; na verdade, nos conhece muito mais do que nós mesmos nos conhecemos. “Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por Ele, e sem Ele nada do que foi feito se fez.” (João 1:2-3) Sem Jesus, sem a Palavra, nada existiria, porque foi Ele mesmo quem tudo fez, e, quando pudermos entender isso, compreender, saberemos que somos suas criaturas e devemos ter uma vida de louvor e adoração plena a Ele, saber que devemos agradecer-lhe todo o tempo. Muitos acham que Jesus só veio se manifestar em seu nascimento carnal através de Maria, mas o que eles não entendem é que isso foi somente um plano de Deus para nos resgatar da maldição do pecado, nos libertar da morte, porque Jesus existia e sempre existiu, uma vez que Ele é autoexistente. Assim em tudo Jesus esteve com Deus, pois, como Ele mesmo disse, Ele e o Pai são um. Jesus esteve o tempo todo, e Ele é a Rocha que dava água ao povo no deserto, Ele é Fortaleza que protegeu os hebreus e protege todos os cristãos legítimos. Jesus só apareceu na forma humana para nós por causa do nosso pecado, para que pudéssemos ser livres, uma vez que a humanidade, a raça humana estava toda perdida, toda corrompida, e somente Ele poderia nos comprar, nos resgatar de volta. E isso Ele fez derramando o seu precioso Sangue e deixando claro quem Ele é, portanto sabemos que somente Ele, que é a Palavra, o Verbo, o Evangelho, pode nos salvar. Mas também temos que conhecê-lo para saber como sermos salvos, porque não basta achar que, como Ele veio e se manifestou para levar os pecados, estamos livres de tudo e podemos viver como bem quisermos, porque não é assim. E Ele continua nos falando a sua Palavra, que é Ele mesmo, nos diz que temos que nos santificar, que temos que abandonar os pecados, temos de nos arrepender, caso contrário, não participaremos dessa tão grande Graça. Jesus Cristo, o Verbo, a Palavra, está diante dos nossos olhos, e a única maneira de vê-lo e ouvi-lo é lendo-a.
“Nele estava a Vida, e a Vida era a Luz dos homens. E a Luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam.” (João 1:4-5). Jesus veio para trazer vida a todos os que quisessem, e temos que entender que não são todos, pois Ele não obriga ninguém a ser salvo, uma vez que a salvação é opção de cada um. Jesus é a Porta, e quem quiser e passar por ela encontrará vida e é filho de Deus, mas quem a rejeitar irá para um lugar de tormento e dor. Todos os que não aceitam Jesus Cristo como seu único Salvador pertencem às trevas, à escuridão, porque só existe luz em Jesus, e, ao optar por ignorá-lo, então a pessoa está se escondendo nas trevas, e as trevas são lugar de sofrimento e de dor. Tudo o que vive escondido são trevas: os pensamentos obscuros, os desejos da carne, as maldades, as desonestidades, as tramas feitas contra o semelhante, tudo isto são trevas, e é nelas que age o adversário das nossas almas. Mas é exatamente por esse motivo que os que vivem em trevas vivem no erro, não compreendem e não aceitam Jesus, e a não aceitação os conduz à morte, porque estão rejeitando a vida. “Houve um homem enviado de Deus, cujo nome era João. Este veio para testemunho, para que testificasse da Luz, para que todos cressem por ele. Não era ele a luz, mas para que testificasse da Luz.” (João 1:6-8) João Batista foi enviado por Deus para preparar o caminho, preparar a entrada para o surgimento de Jesus Cristo, o Filho de Deus. João Batista não era a salvação, não era a Luz que ilumina o caminho de todos, mas ele veio para organizar e avisar sobre a vinda de Deus, apesar de que poucos creram, mas ele trouxe a mensagem do arrependimento, além de vir cumprir o papel de batizar o Filho de Deus, para nos servir de exemplo de como devemos nos batizar. Todos os que creram em João Batista também creram em Jesus quando Ele se manifestou, foram eles que o acompanharam. “Ali estava a Luz verdadeira, que ilumina a todo o homem que vem ao mundo. Estava no mundo, e o mundo foi feito por Ele, e o mundo não o conheceu. Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que creem no seu Nome; Os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus.” (João 1:9-13). Jesus se apresentou no mundo feito, criado por Ele, mas esse mundo não o recebeu, as pessoas, os homens que foram criados por Ele não o receberam, ao contrário, o rejeitaram, o expulsaram, o prenderam e o assassinaram. Mas os que o aceitaram são feitos filhos de Deus, têm vida eterna Nele e vivem na Luz para todo o sempre. “E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua Glória, como a Glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade. João testificou Dele, e clamou, dizendo: Este era aquele de quem eu dizia: O que vem após mim é antes de mim, porque foi primeiro do que eu. E todos nós recebemos também da sua plenitude, e graça por graça. Porque a lei foi dada por Moisés; a graça e a verdade vieram por Jesus Cristo. Deus nunca foi visto por alguém. O Filho unigênito, que está no seio do Pai, esse o revelou.” (João 1:14-18)
Leiam e pratiquem a Bíblia. Que Deus os abençoe.
Um abraço,
Pr. Henrique Lino


Se voce está passando por problemas na sua vida espiritual, familiar, profissional, sentimental, com filhos em situação de risco, envolvimento com drogas, ou em processo de separação, divorcio, traído(a) abandonado(a) entre em contato conosco.O Ministério Atalaia do Evangelho de Deus está a sua disposição para aconselhamento, oração, e interseção e orientação, e cobertura espiritual. Visitem nosso site www.atalaiadedeus.com.br - O Ministério Atalaia do Evangelho de Deus tem como objetivo levar a Palavra de Deus. Trabalha voluntariamente com assistência as famílias, para restaurar casamentos e orientação espiritual a todo aquele que necessita de uma Palavra de cura, salvação e libertação. Esse Ministério tem obedecido ao chamado do Senhor, venha fazer parte desse trabalho com sua oração. 

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

A SUJEIÇÃO

“Toda a alma esteja sujeita às potestades superiores; porque não há potestade que não venha de Deus; e as potestades que há foram ordenadas por Deus.” (Romanos 13:1)

          Quando a Bíblia se refere a potestade, está se referindo a quem tem poder de mandar, a exercer domínio, comando sobre pessoas e situações. Assim como os anjos têm hierarquia, os demônios também têm, e todas as pessoas, tais como reis, governantes são vistas na Bíblia como potestade. Principados e potestades são governantes. Na Bíblia, dependendo do contexto, esses governantes podem ser líderes políticos ou governantes espirituais (anjos e demônios). Traduções diferentes da Bíblia trazem “principados” e “potestades” como “governadores”, “poderes” ou “autoridades”. Potestades são pessoas com poder e autoridade sobre outras pessoas. Principados normalmente são um tipo de reino ou território governado por um príncipe, mas também podem se referir à autoridade dos príncipes. A Bíblia fala sobre dois tipos de principados e potestades, mas aqui, especificamente, o apóstolo Paulo está se referindo à autoridade humana, está se referindo aos governantes, ensinando-nos que nós devemos respeitar e obedecer a todas as autoridades, que devemos cumprir as leis que nos são impostas, porque as autoridades são enviadas por Deus. Temos que compreender que nada acontece sem a vontade e permissão do Senhor, portanto, se temos um governante desonesto, corrupto, creia, foi permissão de Deus. Antes de nos rebelar contra as autoridades, devemos entender que estaremos desobedecendo a Deus, porque temos o governo que merecemos. Se temos um ruim, devemos analisar as nossas vidas, para compreender por que o Senhor permitiu, levantou essa pessoa para dominar sobre as nossas vidas. “Por isso quem resiste à potestade resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos a condenação.” (Romanos 13:2). Por esse motivo, todos os que são desobedientes às leis terrenas estão frontalmente desobedecendo a Deus, pois elas foram instituídas por Deus. Não existe nenhuma autoridade que não seja Deus que tenha permitido ou levantado, assim, quando desobedecendo, reclamamos, estamos falando contra o próprio Senhor, porque todo o comando é Dele. É fácil criticar as autoridades, se rebelar, fazer greve, mas o que devemos fazer é buscar mais a presença do Senhor, temos que ser obedientes a Ele, porque assim Ele colocará o governo decente sobre as nossas vidas. De igual maneira, quando estamos em erro, em afrontas a Deus, Ele permite, envia, concorda que os demônios nos assolem, e isto por causa da nossa rebelião a sua Palavra.
 “Porque os magistrados não são terror para as boas obras, mas para as más. Queres tu, pois, não temer a potestade? Faze o bem, e terás louvor dela.” (Romanos 13:3). Não devemos temer a polícia, a justiça, ou os fiscais municipais, estaduais ou federais, se não estivermos fazendo nada errado, nada ilegal. Temos medo, criticamos, não gostamos de autoridade quando andamos às margens da lei, quando sonegamos impostos, quando infringimos alguma lei. Temos medo porque sabemos que somos passíveis de punição. Se quisermos viver em paz sem ter medo de nenhuma autoridade, basta viver de acordo com as leis, basta respeitarmos as autoridades e as leis. Toda autoridade é comandada por Deus, se temos autoridade corrupta, desonesta, com certeza no momento certo ela prestará contas a Deus, mas agora, no momento, ela está sendo um instrumento do Senhor para nos punir, ensinar, capacitar. Assim como Deus levantou Nabucodonosor, a Babilônia, para punir Judá e Israel, para levá-los para o cativeiro, além de permitir que muitos morressem de fome e de doenças contagiosas por causa da desobediência à sua Palavra, depois Deus também puniu Nabucodonosor, puniu a Babilônia, a exterminou, por ela ter ultrapassado limites impostos pelo Senhor, por não ter amado e obedecido à Palavra de Deus. Conhecemos a história de Israel: sempre que desobedecia ao Senhor, Deus levantava inimigos contra ela até que se arrependesse. Quando se arrependia, então o Senhor levantava juízes para trazer esperança ao povo. Todo o comando é do Senhor, assim devemos nos submeter a todas as autoridades, porque estamos nos submetendo ao próprio Deus. “Porque ela é ministro de Deus para teu bem. Mas, se fizeres o mal, teme, pois não traz debalde a espada; porque é ministro de Deus, e vingador para castigar o que faz o mal.” (Romanos 13:4). Todas as autoridades são para o nosso bem, mas elas agem contra nós quando estamos agindo contra Deus, estamos nos rebelando a sua Palavra, assim o Senhor envia-nos o castigo. Portanto, temos que aprender a sermos humildes e nos submetermos às autoridades. Se elas estiverem errando, elas se acertarão com o Senhor, mas no momento é nossa obrigação obedecer ao Senhor, e Ele nos manda obedecer a todas as autoridades. Não podemos menosprezar nenhuma, pois todas são enviadas pelo Senhor, assim, sabemos que temos que consertar os nossos caminhos, para que possamos desfrutar de uma vida de paz e sem sobressaltos. “Portanto é necessário que lhe estejais sujeitos, não somente pelo castigo, mas também pela consciência. Por esta razão também pagais tributos, porque são ministros de Deus, atendendo sempre a isto mesmo. Portanto, daí a cada um o que deveis: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem temor, temor; a quem honra, honra. A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros; porque quem ama aos outros cumpriu a lei”. (Romanos 13:5-8).
Leiam e pratiquem a Bíblia. Que Deus os abençoe.
Um abraço,
Pr. Henrique Lino


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quarta-feira, 29 de agosto de 2018

CARTA DE DIVORCIO

“E, levantando-se dali, foi para os termos da Judéia, além do Jordão, e a multidão se reuniu em torno Dele; e tornou a ensiná-los, como tinha por costume.” (Marcos 10:1)

          Jesus tinha ensinado que deveremos ser o sal da terra, que temos que fazer a diferença, que temos que ser luzes e não concordar com o mundo e com o pecado. Depois disso, Ele vai para a Judeia e, como sempre, várias pessoas estavam ao seu redor. Frequentemente, procuro explicar que essas pessoas que o seguiam nem sempre tinham boas intenções, nem sempre estavam ali para ouvir o Evangelho e aprender. Claro que havia muitos que queriam aprender com Ele, beber diretamente da Fonte, mas existiam os que estavam ali simplesmente para investigar, para armar ciladas, para o pegar em alguma contradição, e esses geralmente estavam a mando dos fariseus, dos religiosos da época. Também havia os que estavam ali somente em busca de um milagre, de uma bênção qualquer, queriam somente receber, assim como muitos dos que lotam os templos denominacionais atuais. Algumas pessoas queriam simplesmente se alimentar, receber mais comida, esperando-o multiplicar mais pães e peixes. Claro que uma grande quantidade de pessoas queria levantá-lo como rei físico de Israel. Mas Jesus procurava sempre ensinar o Evangelho, mostrar qual era a vontade de Deus Pai para todos, e ensinava como as pessoas poderiam, deveriam fazer para realmente serem filhas e filhos de Deus. “E, aproximando-se Dele os fariseus, perguntaram-lhe, tentando-o: É lícito ao homem repudiar sua mulher?” (Marcos 10:2).Vemos agora os fariseus, os religiosos irem até Ele com uma pergunta cuja intenção era fazê-lo contradizer ou falar contra a lei de Moisés, pois, se assim fosse, poderiam colocar toda a população contra Ele e matá-lo. Mas Jesus nunca falou contra a sua própria lei, pois Ele era e é Deus, e tinha pleno conhecimento da Palavra, portanto, vai responder, vai esclarecer de acordo com a Palavra. Aquele era um assunto polêmico, assim como hoje o é, porque as pessoas querem fazer as suas vontades, elas não querem obedecer à Palavra de Deus, querem um escape para poderem se divorciar e recasar quantas vezes quiserem. Ainda hoje vemos os religiosos atuais concordando, aceitando o divórcio e o segundo casamento, alegando que Deus quer que todos sejam felizes, buscam brecha através de Mateus 19 e fazem uma interpretação errônea. A maioria assim faz não por falta de entendimento, mas para agradar a si mesmo e às pessoas que amam o pecado. Mas vamos nos atentar para a explicação, a resposta de Jesus.
 “Mas Ele, respondendo, disse-lhes: Que vos mandou Moisés? E eles disseram: Moisés permitiu escrever carta de divórcio e repudiar.” (Marcos 10:3-4). Jesus responde à pergunta deles com outra pergunta, pois eles, como religiosos, sabiam o que a lei de Moisés mandava, assim eles agora é que são interrogados. Os fariseus dizem que Moisés autorizou divorciar da esposa e expulsá-la da presença deles, mas o que eles não falaram foi em quais circunstâncias e por que Moises assim falou. Portanto, Jesus traz luz sobre esse assunto. “E Jesus, respondendo, disse-lhes: Pela dureza dos vossos corações vos deixou ele escrito esse mandamento; Porém, desde o princípio da criação, Deus os fez macho e fêmea.” (Marcos 10:5-6). Jesus mostra para eles que Moisés assim falou pela dureza dos corações deles, pela dificuldade de perdoar, por não conseguirem ou tentarem perdoar sempre, como Deus mandou. Jesus então os remete ao início da criação e mostra que, quando Deus nos criou, Ele nos fez homem e mulher, fez macho e fêmea, e determinou que se unissem e jamais se separassem. Veremos que Ele explica sobre a união dos dois: marido e mulher, macho e fêmea, e os transforma em uma só pessoa, uma só carne, assim, nenhum homem, nenhuma autoridade, nada tem o poder de separar o que Deus uniu. Ninguém consegue desfazer o que Deus fez, e, quando se casam, Deus os une para sempre, até que a morte os separe. Jesus explica sobre a origem do homem e da mulher, fala da determinação de Deus, que é muito antes da lei de Moisés, portanto, Moisés não podia invalidar uma determinação do Senhor. Moisés permitiu por causa da dureza do coração, mas as pessoas que se divorciam e casam novamente são consideradas adúlteras, e os adúlteros não herdarão o Reino de Deus. “Por isso deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e unir-se-á a sua mulher, E serão os dois uma só carne; e assim já não serão dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem.” (Marcos 10:7-9). Deus não vê uma pessoa casada de maneira individual, mas a vê junto com o seu cônjuge, portanto, não há mais a menor possibilidade de eles se divorciarem e contraírem novas núpcias, porque já são casados. Quando há o casamento, deixa de existir a individualidade e passa a ser uma pessoa unida com uma outra. Observemos que é o único caso em que Deus une duas pessoas, porque nem filho e mãe, ou pai e filho, nem irmãos gêmeos são uma só carne, apesar de um filho sair do ventre da mãe, ele não é uma só carne com ela. Jesus deixa bem claro que desde o início nunca existiu a menor possibilidade de alguém casado se divorciar e casar novamente; portanto, todos os que estão nessa situação têm que se arrepender e voltar atrás, voltar para o seu primeiro cônjuge, caso contrário, irão padecer por toda a eternidade. “E em casa tornaram os discípulos a interrogá-lo acerca disto mesmo. E ele lhes disse: Qualquer que deixar a sua mulher e casar com outra, adultera contra ela. E, se a mulher deixar a seu marido, e casar com outro, adultera.” (Marcos 10:10-12). 
Leiam pratiquem a Bíblia. Que Deus os abençoe.
Um abraço,
Pr. Henrique Lino 


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terça-feira, 28 de agosto de 2018

ESTAMOS MORTOS

“Que diremos pois? Permaneceremos no pecado, para que a graça abunde? De modo nenhum. Nós, que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda Nele?” (Romanos 6:1-2)

          As pessoas têm o hábito de confundir as misericórdias do Senhor, confundir a sua Graça, porque imaginam que poderão sempre pecar e que o Senhor irá perdoá-las indefinidamente. Mas elas não sabem que para tudo existe um limite, e a Palavra de Deus nos fala que, quando pecamos deliberadamente, não existe mais perdão quando conhecemos a Palavra de Deus. Quando nos batizamos, quando entregamos as nossas vidas a Cristo, estamos entregando tudo, e a partir daí passamos a viver Nele, e essa maneira de viver é viver somente de acordo com o seu Evangelho, é fazer somente o que Ele permite, autoriza, e jamais fazer o que Ele nos proíbe. Quando nos batizamos em Jesus, estamos confessando, assumindo que Ele é o Senhor em nossas vidas, portanto, não fazemos nada mais pela lógica humana, pelo conhecimento do mundo, não agimos mais segundo as nossas emoções, porque estamos assumindo que estamos mortos para o pecado, mortos para o mundo e vivemos em Cristo, assim o pecado não tem poder sobre nós. Devemos saber que ser cristão não é somente levantar a mão e falar que aceita Jesus como seu salvador, não é somente ler a Bíblia, ou frequentar um templo denominacional qualquer. É ter uma mudança de vida radical, é agir exatamente como o Senhor determina, é se entregar totalmente, é pular de cabeça, é saber que não há mais para onde voltar, saber que não se pode voltar mais atrás, por isto entendo que a decisão de aceitar Jesus, aceitar viver de acordo com o Evangelho tem que ser pensada para que depois não se volte atrás e assim se acumulem pecados sobre pecados. Viver em Jesus é estar totalmente fora deste mundo, é estar sujeito a críticas, acusações de todos, mas sabendo que está fazendo o certo.“Ou não sabeis que todos quantos fomos batizados em Jesus Cristo fomos batizados na sua morte?” (Romanos 6:3). No batismo, estamos sendo batizados na morte de Jesus, estamos assumindo a sua morte, para que possamos ter vida assim como Ele. O batismo é sepultar o velho homem, a velha mulher carnal e renascer em Cristo, e a partir daquele momento vivermos de maneira diferente, não mais como vivíamos antigamente, porque, se nos batizarmos, mas continuarmos da mesma maneira, com certeza, estaremos acumulando pecados sobre pecados, e nosso fim será na morte por toda a eternidade.
 “De sorte que fomos sepultados com Ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida.” (Romanos 6:4). Quando nos batizamos, estamos nos sepultando, assim como Cristo foi sepultado e renasceu, ressuscitou e vive para sempre. Todos nós seremos ressuscitados, uns para a vida e outros para a morte e desonra eterna. Quando a trombeta tocar, todos acordarão, se levantarão e iremos ao encontro Dele. Assim, sabemos que os verdadeiros cristãos são pessoas mortas para o mundo. Com esse entendimento podemos analisar vários que se dizem cristãos, mas estão comprometidos com o mundo e sempre usam aquela frase criada pelo diabo: “Deus quer que todos sejam felizes”, o que é uma tremenda mentira. Deus quer que sejamos salvos Nele, que experimentemos a sua companhia por toda a eternidade, que desfrutemos de vida em abundância. Mas não podemos confundir, fazer confusão com o que é vida em abundância, pois muitos acham que essa vida em abundância é aqui, mas vida em abundância a que a Bíblia se refere é a vida ao lado do Senhor, é a vida eterna, quando não mais haverá choro, tristeza, lágrimas ou dor. Portanto, sejamos verdadeiros seguidores de Cristo, sejamos homens e mulheres mortas para o mundo, mortos para as nossas vontades carnais, sejamos pessoas comprometidas com a vida. “Porque, se fomos plantados juntamente com Ele na semelhança da sua morte, também o seremos na da sua ressurreição; sabendo isto, que o nosso homem velho foi com Ele crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito, para que não sirvamos mais ao pecado.” (Romanos 6:5-6). Para nascermos em Cristo, é necessário primeiro morrermos Nele, é necessário sepultarmos o velho homem, a velha mulher, porque, para nascer, renascer, é preciso primeiro morrer. Assim, temos que usar o tempo em que aqui estamos para viver o Evangelho, para louvarmos, para exaltarmos e glorificarmos o Senhor, não somente com as nossas bocas, mas com todo o nosso corpo; termos o caráter de Cristo e nós o apresentarmos através de nós mesmos. Assim, todos os que estão mudando de religião, estão vindo para Cristo somente para receber alguma coisa, alguma bênção aqui estão enganados e não conhecem o Senhor. As pessoas que estão sendo enganadas por pregadores profissionais, imaginando que terão enxurradas de bênçãos, que serão prósperas, que serão vencedoras aqui sofrerão, pois a promessa para nós aqui é de lutas e sofrimentos, Jesus nos manda pegar as nossas cruzes e segui-lo. “Porque aquele que está morto está justificado do pecado. Ora, se já morremos com Cristo, cremos que também com Ele viveremos; Sabendo que, tendo sido Cristo ressuscitado dentre os mortos, já não morre; a morte não mais tem domínio sobre Ele. Pois, quanto a ter morrido, de uma vez morreu para o pecado; mas, quanto a viver, vive para Deus. Assim também vós considerai-vos certamente mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus nosso Senhor. Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para lhe obedecerdes em suas concupiscências; Nem tampouco apresenteis os vossos membros ao pecado por instrumentos de iniquidade; mas apresentai-vos a Deus, como vivos dentre mortos, e os vossos membros a Deus, como instrumentos de justiça. Porque o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da Graça.” (Romanos 6:7-14).
Leiam e pratiquem a Bíblia. Que Deus os abençoe.
Um abraço,
Pr. Henrique Lino



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segunda-feira, 27 de agosto de 2018

SENDO TENTADO PELO DIABO

“Então foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo.” (Mateus 4:1)

          Jesus Cristo iniciou o seu ministério terreno depois de passar pelas tentações, e uma coisa importante que devemos analisar: quem conduziu Jesus ao deserto não foi o diabo, mas o próprio Deus Pai, através do seu Espírito, e o enviou exatamente para ser tentado. Nós gostamos de falar que somos cristãos, que somos seguidores de Jesus, mas quando vem qualquer tentaçãozinha, já nos assustamos, e se não cairmos, começamos a lamentar, começamos a clamar por misericórdia e afirmar que não iremos suportar, que não conseguiremos vencer. Isto acontece porque ainda somos carnais, ainda não conhecemos Jesus como deveríamos, ainda não o estamos seguindo, porque se nós lhe obedecêssemos, se tivéssemos tomado das nossas cruzes e o seguido, não lamentaríamos, nós permaneceríamos firmes e calados, confiando sempre Nele, porque sabemos que, se perseverarmos, seremos vencedores. Todas as tentações que nos sobrevêm são de origem humana, quando cedemos é que damos origem ao pecado. Todos os que são chamados pelo Senhor passam pelo deserto e o enfrentam, pois é necessário ser moldado, é preciso conhecer bem quem é o nosso Deus, e só o conhecemos plenamente quando estamos no deserto, porque lá não temos ninguém para nos socorrer, a não ser Ele. Caso contrário é ceder às tentações, às vontades da carne, é ceder ao adversário. Muitas pessoas acham que deserto é punição somente, é porque está em erro, mas não é essa a verdade, somos conduzidos ao deserto por várias razões, pode ser para nossa capacitação, por fortalecimento ou até mesmo por correção, mas é no deserto que a nossa fé é provada, é lá que mostramos a nossa fidelidade a Deus ou não. Se somos seguidores de Jesus, não devemos temer desertos, não precisamos nos assustar, porque estamos firmes na Palavra e, quanto mais lutas, tentações, provocações vierem, sabemos que devemos perseverar, pois nada acontece sem a vontade, sem a permissão de Deus. Se somos autênticos, então estamos revestidos com a armadura do Senhor, e pela espada, que é a Palavra de Deus, sabemos que derrotaremos todos os inimigos. Mas se ainda formos carnais, ficaremos lamentando, gritando por misericórdia, chorando e olhando para o outro lado, olhando para os pratos, para as oferendas do diabo. Quando somos carnais, não conseguimos passar por nenhum deserto ou lutas sem lamentar, sem chorar ou reclamar e, como sabemos, todas as reclamações são contra o Senhor.
      “E, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, depois teve fome; E, chegando-se a ele o tentador, disse: Se tu és o Filho de Deus, manda que estas pedras se tornem em pães.” (Mateus 4:2-3). Jesus ficou durante quarenta dias sendo tentado pelo diabo, e nesse tempo permaneceu em jejum, ou seja, nada comeu e nada bebeu, e não sabemos se Ele dormiu ou não. Mas sabemos uma coisa: qualquer um de nós teria muita dificuldade para ficar quarenta dias diretos em jejum, quarenta dias sem comer nada, mas Jesus ficou exatamente para nos ensinar que, quando estamos realmente na presença do Senhor, Ele nos sustenta, nos alimenta. Jesus cumpriu toda a lei, Ele foi a única pessoa capaz de cumprir toda a lei em todos os sentidos. Jesus estava como um homem comum, estava como uma pessoa normal, porque Ele se destituiu da sua Divindade e veio como ser humano comum, portanto, não podemos falar que Ele conseguiu porque era Deus. Mas como homem comum, um ser humano igual a nós, Ele resistiu a todos os desejos, a todas as emoções, a toda vontade da carne, mostrando que nós seremos capazes se realmente decidirmos, se realmente quisermos ser seus seguidores. Jesus estava com muita fome, pois foram quarenta dias sem colocar qualquer alimento no estômago, e o diabo foi fazer a oferta dele, mas veremos que Jesus a rejeitou. E assim devemos fazer: rejeitar todos os pratos do adversário. O diabo veio tentar Jesus, veio provocar, mas Jesus não caiu nessa, porque Ele sabia que era o Filho de Deus e não tinha nada que provar para ninguém. “Ele, porém, respondendo, disse: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a Palavra que sai da boca de Deus.” (Mateus 4:4). Temos que aprender com Jesus a rejeitar tudo na Palavra, a agir na Palavra. Vemos que Cristo respondeu ao diabo na Palavra, mas temos que ser firmes e praticantes, porque há muitos que na verdade não estão nem mesmo esperando o diabo oferecer para rejeitar, ao contrário, andam correndo atrás das maldições do diabo, andam pedindo alimento, riquezas e prosperidade, pedindo felicidade plena aqui, ao diabo. As pessoas vivem pedindo socorro e não querem saber qual o tipo de pão nem de onde vem, querem só saciar a sua fome, e por isso são derrotadas, vivem fracassadas, porque são comprometidas com o adversário, estão sendo alimentadas pelo diabo. “Então o diabo o transportou à cidade santa, e colocou-o sobre o pináculo do templo, E disse-lhe: Se tu és o Filho de Deus, lança-te de aqui abaixo; porque está escrito: Que aos seus anjos dará ordens a teu respeito, E tomar-te-ão nas mãos, Para que nunca tropeces com o teu pé em alguma pedra.” (Mateus 4:5-6). O diabo não desiste na primeira vez e sempre vai ficar insistindo, tentando, por isto temos que ser fortes e vivermos na Palavra, para podermos identificar os seus ataques e repreendê-lo em Nome de Jesus. Assim, o diabo veio agora com um desafio a Jesus, querendo que Ele provasse que era o Filho de Deus, e para isto usa um versículo isolado da Palavra do Salmo 91. Encontramos pessoas, pregadores que utilizam versículos aleatórios, isolados, para justificarem suas más ações, os intentos dos seus corações, e há muita gente caindo, porque não lê a Bíblia. “Disse-lhe Jesus: Também está escrito: Não tentarás o Senhor teu Deus. Novamente o transportou o diabo a um monte muito alto; e mostrou-lhe todos os reinos do mundo, e a glória deles. E disse-lhe: Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares. Então disse-lhe Jesus: Vai-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a Ele servirás. Então o diabo o deixou; e, eis que chegaram os anjos, e o serviam.” (Mateus 4:7-11)
Leiam e pratiquem a Bíblia. Que Deus os abençoe.
Um abraço,
Pr. Henrique Lino


Se voce está passando por problemas na sua vida espiritual, familiar, profissional, sentimental, com filhos em situação de risco, envolvimento com drogas, ou em processo de separação, divorcio, traído(a) abandonado(a) entre em contato conosco.O Ministério Atalaia do Evangelho de Deus está a sua disposição para aconselhamento, oração, e interseção e orientação, e cobertura espiritual. Visitem nosso site www.atalaiadedeus.com.br - O Ministério Atalaia do Evangelho de Deus tem como objetivo levar a Palavra de Deus. Trabalha voluntariamente com assistência as famílias, para restaurar casamentos e orientação espiritual a todo aquele que necessita de uma Palavra de cura, salvação e libertação. Esse Ministério tem obedecido ao chamado do Senhor, venha fazer parte desse trabalho com sua oração. 

sexta-feira, 24 de agosto de 2018

SOBERBA E ORGULHO

“E disse também está parábola a uns que confiavam em si mesmos, crendo que eram justos, e desprezavam os outros: Dois homens subiram ao templo, para orar; um, fariseu, e o outro, publicano.” (Lucas 18:9-10)

          Jesus, mais uma vez fazendo uso de uma parábola, que é uma maneira ilustrada de falar sobre um tema, trazer um novo ensinamento, fala sobre a arrogância, a soberba de muitos que se dizem cristãos, que se dizem conhecedores da vontade de Deus. Da mesma maneira, nos dias de hoje, vemos pregadores televisivos orarem com arrogância, exigindo, determinando que Deus os atenda. Na verdade, querem mandar no Senhor, e por esse motivo fazem orações inflamadas e exigentes. Por isso sabemos que são pessoas que nada sabem sobre o Reino, principalmente sobre Deus e sobre Jesus Cristo, uma vez que somos somente servos e temos que agir e falar com toda humildade. Primeiramente, temos que compreender que Deus é o Senhor, o Criador de tudo, e que nós nada somos, nossa origem é o barro, a terra, nós fomos criados pelas Mãos de Deus, somos as criaturas, Ele é o Criador. Temos como exemplo Davi, que foi chamado por Deus de seu amigo, Deus Pai o qualificou como amigo de Deus, e em todos os salmos, orações que Davi fazia a Deus, vemos a submissão, vemos o seu respeito, amor e temor. Vemos nos grandes profetas a maneira como se dirigiam ao Senhor em suas orações, em seus pedidos, vemos a sua simplicidade e humildade. Quando os comparamos aos nossos atuais pregadores, ou seguidores destes, nos assustamos, pois já existem pregadores que ensinam como colocar Deus na parede, para obrigá-lo a atender a seus pedidos. Temos que entender que só estamos vivos graças às misericórdias do Senhor, que devemos amá-lo e temê-lo, que não há outra maneira de dizer que devemos ter medo de Deus, pois Ele é o único que pode nos matar e ainda lançar as nossas almas no inferno por toda a eternidade. Devemos estar sempre atentos aos ensinamentos bíblicos, devemos nos ater principalmente ao Novo Testamento, pois é o Evangelho da Graça em que vivemos. Temos que aprender o que é submissão, humildade, e isso aprendemos com o Mestre Jesus Cristo, que, sendo Deus, se destituiu de sua Divindade e veio ao mundo em forma de homem comum. Passou por todos os sofrimentos e humilhações sem nada reclamar até a morte, e morte de Cruz.
           “O fariseu, estando em pé, orava consigo desta maneira: Ó Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros; nem ainda como este publicano. Jejuo duas vezes na semana, e dou os dízimos de tudo quanto possuo.” (Lucas 18:11-12). Assim como esses fariseus, vemos muitos hoje lotando os templos denominacionais, pois afirmam que são verdadeiros homens e mulheres de Deus, isto porque dizimam, ofertam e não são ladrões, não são desonestos. Por esse motivo se acham qualificados para receber todas as bênçãos do Senhor e, principalmente, prontos para herdarem a vida eterna. As pessoas acham que, por não estarem em um adultério, ou por irem à igreja denominacional, ou congregação, uma ou mais vez por semana, por jejuarem de vez em quando, por cantarem no templo, por serem pregadores são pessoas prontas para receberem do Senhor, terem atendidos os seus pedidos. Muitas vezes, quando ouvimos as orações dessas pessoas, percebemos que, na verdade, estão querendo ensinar ao Senhor como se deve fazer, querem que Deus faça exatamente como elas falam. Tratam o Senhor como uma criança, ou com problemas, porque, na verdade, elas é que se colocam no lugar de Deus e transformam o Senhor em servo. Vejo pessoas citarem um trecho isolado da Bíblia para justificarem a sua arrogância, e as que ensinam que podem determinar a bênção não param para pensar que a bênção quem tem é Deus, portanto, quando determinamos a bênção, estamos determinando, mandando, ordenando a Deus que nos abençoe. Isto que é soberba, estão agindo como o diabo, pois queriam ser superiores ao Senhor; esses arrogantes são servos do diabo. Nada somos sem o Senhor, portanto, devemos ir a Ele com toda humildade e deferência. “O publicano, porém, estando em pé, de longe, nem ainda queria levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador!” (Lucas 18:13). Temos que seguir o exemplo não do fariseu que se autojustificava, mas desse publicano que tinha o conhecimento de onde era e tinha vindo, não esquecia a sua origem. Graças a Jesus que nos libertou dos nossos pecados é que podemos ir até Deus diretamente e falar com Ele, apresentar os nossos agradecimentos, nossas petições, mas, principalmente, nossos louvores. Somos criaturas Dele e salvos por Ele, Jesus é a Porta pela qual podemos escapar da morte eterna, Ele é o Senhor, assim, com toda humildade nos dirigimos a Ele. Temos que amar de maneira reverente, as pessoas deveriam sempre, quando fossem orar, estar vestidas de maneira adequada, porque estão indo falar com a pessoa mais importante deste mundo. Não podemos mandar, exigir, mas sempre, assim como Jesus nos ensinou, falar com o Senhor que seja feita a sua vontade sobre nossas vidas. Temos que aprender a nos entregar ao Senhor e, principalmente, temê-lo, porque Ele é Deus. “Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque qualquer que a si mesmo se exalta será humilhado, e qualquer que a si mesmo se humilha será exaltado.” (Lucas 18:14).
Leiam e pratiquem a Bíblia. Que Deus os abençoe.
Um abraço,
Pr. Henrique Lino

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quinta-feira, 23 de agosto de 2018

SENTENÇA DE MORTE

“E, logo ao amanhecer, os principais dos sacerdotes, com os anciãos, e os escribas, e todo o Sinédrio, tiveram conselho; e, ligando Jesus, o levaram e entregaram a Pilatos.” (Marcos 15:1)

          Prenderam Jesus em um ato ilegal, porque o submeteram a um julgamento noturno, o que não era permitido na lei de César, e naquela época Roma, César, dominava sobre Israel. Mas foi assim que Deus Pai permitiu, que à noite, na hora das trevas, Jesus fosse traído, preso e conduzido de um lugar para outro, com os judeus, o seu povo exigindo a sua morte. Logo pela manhã conduziram Jesus ao Governador Pilatos, pois os judeus não quiseram eles mesmos executar a sentença suja, não quiseram eles mesmo assassinar Jesus, e fizeram com que Pilatos executasse o trabalho sujo. “E Pilatos lhe perguntou: Tu és o Rei dos Judeus? E Ele, respondendo, disse-lhe: Tu o dizes. E os principais dos sacerdotes o acusavam de muitas coisas; porém Ele nada respondia. E Pilatos o interrogou outra vez, dizendo: Nada respondes? Vê quantas coisas testificam contra ti. Mas Jesus nada mais respondeu, de maneira que Pilatos se maravilhava.” (Marcos 15:2-5). O Governador questiona Jesus, mesmo porque queria entender o porquê de o levarem para que ele o julgasse, queria entender o porquê de os judeus, os religiosos acusarem-no tanto, pedindo a sua morte. Então pergunta a Jesus se Ele era o rei dos judeus, ou melhor, se Ele se intitulava rei dos judeus, rei de Israel, mas ele não compreendia a linguagem de Jesus, que respondeu afirmando que quem estava falando aquilo era ele, Pilatos. Depois Jesus se cala e não mais responde a nenhuma pergunta, não se preocupando em se defender, porque sabia tudo o que ia acontecer. Ele sabia que tinha que passar por aquele momento, por aquela morte. Assim, sabia que quem estava no comando de tudo era o Deus Pai, portanto, nada fez ou não tentou contradizer os religiosos que o acusavam, e o Governador estava impressionado com aquilo. “Ora, no dia da festa costumava soltar-lhes um preso qualquer que eles pedissem. E havia um chamado Barrabás, que, preso com outros amotinadores, tinha num motim cometido uma morte.” (Marcos 15:6-7). Havia um bandido, um arruaceiro e homicida que estava preso, e como era costume do Governador soltar algum preso, ele queria soltar Jesus. Então resolveu na hora colocar essa anistia em pauta na hora e pergunta ao povo quem eles queriam que fosse solto: o bandido ou Jesus Cristo.
 “E a multidão, dando gritos, começou a pedir que fizesse como sempre lhes tinha feito. E Pilatos lhes respondeu, dizendo: Quereis que vos solte o Rei dos Judeus? Porque ele bem sabia que por inveja os principais dos sacerdotes o tinham entregado. Mas os principais dos sacerdotes incitaram a multidão para que fosse solto antes Barrabás.” (Marcos 15:8-11). O povo gritava, clamava que a anistia fosse concedida não a Jesus, mas ao bandido, ao assassino, e pedia que Jesus fosse crucificado, e fazia isso atendendo às orientações dos sacerdotes, dos líderes religiosos, dos judeus. O povo, que era analfabeto das Escrituras e ainda continua sendo, simplesmente segue, atende aquilo que os seus líderes dizem, tomam como verdade o que eles afirmam. Assim, exigiram em uma grande gritaria que fosse assassinado o Filho de Deus e que fosse solto o bandido, soltasse a morte, soltasse o escarnecedor. Não podemos criticar aquele povo por agir por ignorância, porque hoje em dia vemos as pessoas que lotam templos falarem cada asneira, pedirem, determinarem o que o Senhor condena, porque elas não leem a Bíblia, e, por serem analfabetas de bíblias, agem contra a Palavra de Deus, contra seu Filho, pois Jesus é o Evangelho, e agem contra si mesmas ao defenderem a rebelião, a bagunça, o pecado e a morte. O Governador sabia que Jesus era inocente, sabia que os religiosos estavam simplesmente com inveja Dele, e por tal motivo tentava de todas as maneiras livrá-lo, mas não conseguiu, porque aquele povo que dizia ser o povo de Deus exigia a morte do Filho de Deus. “E Pilatos, respondendo, lhes disse outra vez: Que quereis, pois, que faça daquele a quem chamais Rei dos Judeus? E eles tornaram a clamar: Crucifica-o. Mas Pilatos lhes disse: Mas que mal fez? E eles cada vez clamavam mais: Crucifica-o.” (Marcos 15:12-14) A multidão ensurdecedora a uma só voz gritava: “crucifica, crucifica”, a tal ponto que a reação das pessoas chegou a assustar o Governador. O povo estava enraivecido, eles queriam fazer o que os sacerdotes estavam mandando, pensavam que estavam agradando a Deus, mas eles não compreendiam que Aquele era o Filho de Deus. Interessante é que não sabemos de uma só voz gritar tentando defender Jesus, não sabemos de nenhum daqueles que receberam milagres Dele, dos que foram curados, libertos, dos que se alimentaram nas vezes em que Ele multiplicou pães e peixes. Esses, se ali estavam, ficaram, permaneceram calados, ou estavam junto com todos pedindo a morte de Jesus, ou se calaram por medo, e assim negaram Cristo. “Então Pilatos, querendo satisfazer a multidão, soltou-lhe Barrabás e, açoitado Jesus, o entregou para ser crucificado. E os soldados o levaram dentro à sala, que é a da audiência, e convocaram toda a coorte. E vestiram-no de púrpura, e tecendo uma coroa de espinhos, lha puseram na cabeça.” (Marcos 15:15-17). Então o Governador atende a multidão e solta o bandido, o assassino, manda dar chicotadas em Jesus e o entrega para ser crucificado. Mas, antes disso, os soltados o conduzem a um outro ambiente e chamam toda a corte para se divertir, fazer gracejo, piadas com o Filho de Deus. “E começaram a saudá-lo, dizendo: Salve, Rei dos Judeus! E feriram-no na cabeça com uma cana, e cuspiram Nele e, postos de joelhos, o adoraram. E, havendo-o escarnecido, despiram-lhe a púrpura, e o vestiram com as suas próprias vestes; e o levaram para fora a fim de o crucificarem. E constrangeram um certo Simão, cireneu, pai de Alexandre e de Rufo, que por ali passava, vindo do campo, a que levasse a cruz. E levaram-no ao lugar do Gólgota, que se traduz por lugar da Caveira. E deram-lhe a beber vinho com mirra, mas ele não o tomou. E, havendo-o crucificado, repartiram as suas vestes, lançando sobre elas sortes, para saber o que cada um levaria. E era a hora terceira, e o crucificaram. E por cima Dele estava escrita a sua acusação: O REI DOS JUDEUS.” (Marcos 15:18-26).
Leiam e pratiquem a Bíblia. Que Deus os abençoe.
Um abraço,
Pr. Henrique Lino


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quarta-feira, 22 de agosto de 2018

GALILEUS

“E, naquele mesmo tempo, estavam presentes ali alguns que lhe falavam dos galileus, cujo sangue Pilatos misturara com os seus sacrifícios.” (Lucas 13:1)

          As pessoas, principalmente as que se dizem evangélicas, gostam de fazer asseverações, afirmações sem terem o conhecimento pleno da causa. Assim ouvimos as pessoas fazerem julgamentos indevidos, digo indevidos porque a nós, cristãos, nos é permitido, determinado, que julguemos, mas que o julgamento seja de acordo com a Palavra, e para nós julgarmos, não podemos estar em erro semelhante ou cometendo outro, é preciso termos as mãos limpas. Muitos, quando ficam sabendo que algo de ruim, uma desgraça, aconteceu com uma pessoa ou com várias, ou com uma família, imediatamente afirmam que elas deveriam estar em pecado, em erros. Mas veremos o que o Senhor Jesus nos ensina, porque aqui, quando algumas pessoas vieram falar das pessoas que Pilatos tinha matado, ou melhor, mandado matar, elas queriam dizer que isso aconteceu porque elas não estavam vivendo de acordo com a lei de Deus. Devemos analisar com cuidado a resposta de Jesus. Todos nós estamos suscetíveis de nos acontecerem coisas ruins, de sermos mortos, de ficarmos enfermos, de termos problemas familiares, financeiros, porque não existe a promessa do Senhor de que aqui não passaremos por lutas e tribulações, não existe a promessa do Senhor de que aqui reinaremos, porque aqui é lugar de lutas, e principalmente os cristãos são os mais bombardeados, já que estamos em território inimigo, porque o mundo não é nossa casa. Jesus deixou bem claro que aqui teríamos lutas, mas que deveríamos perseverar que venceríamos Nele. “E, respondendo Jesus, disse-lhes: Cuidais vós que esses galileus foram mais pecadores do que todos os galileus, por terem padecido tais coisas? Não, vos digo; antes, se não vos arrependerdes, todos de igual modo perecereis.” (Lucas 13:2-3). Jesus faz a pergunta: será que aqueles que morreram eram mais pecadores do que os outros? Também nos diz que, se não nos arrependermos, com certeza experimentaremos a dor da morte e por toda a eternidade. Não existe meio termo, não podemos ficar analisando, julgando as coisas ou pessoas pelo nosso entendimento, ou sentimento humano, mas em tudo analisar a Palavra de Deus, e principalmente sabermos que nós não somos melhores ou menos pecadores, porque todos sem exceção pecaram e estão destituídos da Glória de Deus. Temos que nos arrepender e clamar pelo seu perdão, pela sua misericórdia.
      “E aqueles dezoito, sobre os quais caiu a torre de Siloé e os matou, cuidais que foram mais culpados do que todos quantos homens habitam em Jerusalém? Não, vos digo; antes, se não vos arrependerdes, todos de igual modo perecereis.” (Lucas 13:4-5). Jesus ainda dá outros exemplos sobre outras pessoas que morreram não assassinadas, mas por uma fatalidade, por causa de um desastre. O Senhor fala que elas não são mais culpadas do que as outras, mas que, se não acontecer o arrependimento, todos perecerão. Isso quer dizer que podemos não estar vendo com os nossos olhos físicos as pessoas morrerem, serem destruídas, mas elas estão. Podemos pensar que o mal não nos alcança, que temos proteção, mas, se não existir arrependimento, conversão legítima, com certeza todos padecerão, todos morrerão. Ficamos analisando tudo com os olhos físicos e esquecemos que nós temos que ser espirituais, que agora a morte que vemos não é física, e sim espiritual. Podemos estar vivendo dentro de um templo, podemos estar fazendo caridades, podemos estar orando, ofertando tudo, mas, se não nos arrependermos, com certeza iremos padecer. Esse padecimento acontecerá depois que partirmos, depois que formos embora, porque aí sim seremos submetidos a um julgamento, e o juiz é Jesus Cristo. “E dizia esta parábola: Um certo homem tinha uma figueira plantada na sua vinha, e foi procurar nela fruto, não o achando; E disse ao vinhateiro: Eis que há três anos venho procurar fruto nesta figueira, e não o acho. Corta-a; por que ocupa ainda a terra inutilmente?” (Lucas 13:6-7). Jesus, para explicar, cita um exemplo através de uma parábola, que falava sobre um homem que tinha uma figueira e durante três anos procurou frutos e não os encontrou. Então ele deu a ordem ao funcionário que a cortasse, pois ela não servia para nada, uma vez que a função dela era produzir, dar frutos, e isso ela não estava fazendo. Nós todos fomos criados para sermos obedientes e adoradores do Senhor, e, se não acontecer, seremos cortados fora, porque não estamos cumprindo a função para a qual fomos designados. Estamos sendo objeto de erro, de desperdício, e não podemos ficar ocupando lugar. Para que possamos ficar bem com o Senhor, temos que produzir frutos de obediência. Fomos criados para louvarmos o Senhor com as nossas vidas, com a maneira de vivermos, e se não fazermos assim, seremos cortados e jogados fora. Mas Jesus intercede por nós, ainda pede mais um tempo para que nos arrependamos, e se isto não acontecer, seremos lançados fora da sua presença. Por isso temos que entender que ainda há tempo de nos arrepender, ainda podemos escapar, ainda podemos desfrutar da vida eterna, da vida longa. Temos que nos arrepender, caso contrário, as pessoas podem não nos ver padecer, mas com certeza padeceremos. Não podemos deixar passar essa oportunidade de nos arrependermos. “E, respondendo ele, disse-lhe: Senhor, deixa-a este ano, até que eu a escave e a esterque; E, se der fruto, ficará e, se não, depois a mandarás cortar. E ensinava no sábado, numa das sinagogas.” (Lucas 13:8-10).
Leiam e pratiquem a Bíblia. Que Deus os abençoe.
Um abraço,
Pr. Henrique Lino 


Se voce está passando por problemas na sua vida espiritual, familiar, profissional, sentimental, com filhos em situação de risco, envolvimento com drogas, ou em processo de separação, divorcio, traído(a) abandonado(a) entre em contato conosco.O Ministério Atalaia do Evangelho de Deus está a sua disposição para aconselhamento, oração, e interseção e orientação, e cobertura espiritual. Visitem nosso site www.atalaiadedeus.com.br - O Ministério Atalaia do Evangelho de Deus tem como objetivo levar a Palavra de Deus. Trabalha voluntariamente com assistência as famílias, para restaurar casamentos e orientação espiritual a todo aquele que necessita de uma Palavra de cura, salvação e libertação. Esse Ministério tem obedecido ao chamado do Senhor, venha fazer parte desse trabalho com sua oração. 

terça-feira, 21 de agosto de 2018

NO VELADOR

“E disse-lhes: Vem porventura a candeia para se meter debaixo do alqueire, ou debaixo da cama? Não vem antes para se colocar no velador?” (Marcos 4:21)

          As pessoas acham que, por se converterem ao Senhor, deveriam receber créditos, ou serem reconhecidas e respeitadas no mundo, mas elas se esquecem da inimizade do mundo com Deus, porque se nós somos cristãos, seguidores de Jesus, então automaticamente somos inimigos do mundo, assim não temos direitos no mundo, porque a nossa pátria é com o Senhor. Quando somos cristãos, somos reconhecidos como tais, e por esse motivo somos desprezados e escarnecidos, mas isto é esperado, pois Jesus, o nosso Mestre, nos mandou pegar as nossas cruzes e segui-lo. Temos que ser reconhecidos como cristãos, como pessoas que agem e vivem de maneira completamente diferente do mundo, não exigimos e nem buscamos o que a maioria busca, não estamos em busca de realizações materiais, e sim espirituais. Somos luzes e, portanto, todos nos veem e nos reconhecem, mesmo que não gostem, porque as trevas não aceitam a luz, porque, quando a luz chega às trevas, a escuridão tem que fugir, tem que acabar. Não podemos querer nos igualar ao mundo almejando as mesmas coisas, as mesmas realizações, porque o que se busca e deseja é incompatível com o Reino de Deus. Ser cristão é ser diferente, é viver de maneira diferente. Portanto, somos reconhecidos pela nossa maneira de ser, e, é claro, isso desagrada a todos, mas não temos de ser influenciados pelo mundo, e sim influenciá-lo. “Porque nada há encoberto que não haja de ser manifesto; e nada se faz para ficar oculto, mas para ser descoberto. Se alguém tem ouvidos para ouvir, ouça.” (Marcos 4:22-23). As pessoas que se dizem cristãs, mas que agem em conformidade com os que vivem para o mundo, almejando as mesmas coisas que eles, desejando e fazendo as mesmas coisas, apesar de se dizerem cristãs, são hipócritas, são falsas, e são piores do que o profano, e por isso vão pagar um preço muito alto, pois com as suas atitudes estão escarnecendo do Evangelho de Jesus Cristo e fazendo com que muitos se desviem e outros não queiram nem mesmo se converter diante desse mau comportamento. Sabemos que podemos esconder tudo de todos, inclusive os nossos pensamentos, mas do Senhor nada escondemos, pois Ele examina o nosso interior, e seremos julgados não só pelo que falamos, mas, principalmente, pelo que pensamos e desejamos; seremos julgados pela maneira como respeitamos ou desrespeitamos o Evangelho, que é o próprio Jesus Cristo, o Filho de Deus.
     “E disse-lhes: Atendei ao que ides ouvir. Com a medida com que medirdes vos medirão a vós, e ser-vos-á ainda acrescentada a vós que ouvis.” (Marcos 4:24). Temos que saber que da mesma maneira como olhamos o mundo e o aceitamos e o toleramos, assim também acontecerá conosco, e assim seremos enviados para o sofrimento e morte eterna. Se gostamos de ver as pessoas serem destruídas, se temos a preocupação somente conosco, com certeza da mesma maneira nos acontecerá, e por isso padeceremos. Temos que ter um olhar firme e fazer todos os julgamentos de acordo com a Palavra de Deus, não podemos agir de maneira carnal, pois, se o fizermos, também receberemos igualmente. Temos que compreender que tudo o que fizermos, tanto de bom quanto de ruim para os nossos semelhantes, receberemos de maneira duplicada ou triplicada. Assim temos que ter a preocupação de agir sempre com justiça, não só de maneira externa, mas, principalmente, com os nossos pensamentos, porque a Palavra de Deus se cumpre, e nós, os que o conhecemos, temos mais responsabilidade e seremos mais cobrados.“Porque ao que tem, ser-lhe-á dado; e, ao que não tem, até o que tem lhe será tirado.” (Marcos 4:25). Os que receberam conhecimento, sabedoria do Senhor, se agirem de maneira errada, contrária à vontade do Senhor, o mais rigoroso castigo também eles receberão. Quando buscamos o Senhor, Ele se deixa encontrar e recebemos mais Dele, mais da sua essência, recebemos mais poder, conhecimento e sabedoria, mas, se o desprezarmos, o pouco que tivermos de conhecimento será tirado. Por tal motivo, vemos pessoas que não conseguem buscar o Senhor, não entendem nada da Bíblia, por mais que tentem lê-la, não entendem a maneira de o Senhor agir, porque são pessoas comprometidas com o mundo e não têm o coração sincero para com Ele. Essas pessoas nunca conseguirão nada do Senhor e não entenderão o mundo espiritual, e, por o desconhecerem, fazem tudo o que não deveriam, e caminham a passos largos para a desonra e o sofrimento eterno. “E dizia: O Reino de Deus é assim como se um homem lançasse semente à terra. E dormisse, e se levantasse de noite ou de dia, e a semente brotasse e crescesse, não sabendo ele como.” (Marcos 4:26-27). O lavrador planta as sementes, depois, quando elas nascem, ele não sabe explicar, a única coisa que compreende é que, plantando e molhando, elas brotarão, mas ele mesmo não entende o que a faz germinar. Mas o Reino de Deus, por mais que o mundo seja contra Ele, cresce, o Evangelho será pregado em toda a parte do mundo, e todos ouvirão, e muitos se converterão ao Senhor. Basta olharmos e vermos como tem crescido, como a igreja do Senhor tem aumentado nos últimos anos, e a tendência é aumentar cada vez mais, e por isso o mundo, o diabo está desesperado. “Porque a terra por si mesma frutifica, primeiro a erva, depois a espiga, por último o grão cheio na espiga. E, quando já o fruto se mostra, mete-se-lhe logo a foice, porque está chegada a ceifa. E dizia: A que assemelharemos o Reino de Deus? Ou com que parábola o representaremos? É como um grão de mostarda, que, quando se semeia na terra, é a menor de todas as sementes que há na terra; mas, tendo sido semeado, cresce; e faz-se a maior de todas as hortaliças, e cria grandes ramos, de tal maneira que as aves do céu podem aninhar-se debaixo da sua sombra.” (Marcos 4:28-32).
Leiam e pratiquem a Bíblia. Que Deus os abençoe.
Um abraço,
Pr. Henrique Lino

Se voce está passando por problemas na sua vida espiritual, familiar, profissional, sentimental, com filhos em situação de risco, envolvimento com drogas, ou em processo de separação, divorcio, traído(a) abandonado(a) entre em contato conosco.O Ministério Atalaia do Evangelho de Deus está a sua disposição para aconselhamento, oração, e interseção e orientação, e cobertura espiritual. Visitem nosso site www.atalaiadedeus.com.br - O Ministério Atalaia do Evangelho de Deus tem como objetivo levar a Palavra de Deus. Trabalha voluntariamente com assistência as famílias, para restaurar casamentos e orientação espiritual a todo aquele que necessita de uma Palavra de cura, salvação e libertação. Esse Ministério tem obedecido ao chamado do Senhor, venha fazer parte desse trabalho com sua oração. 

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

SEM LOUVOR.

“Nisto, porém, que vou dizer-vos não vos louvo; porquanto vos ajuntais, não para melhor, senão para pior. Porque antes de tudo ouço que, quando vos ajuntais na igreja, há entre vós dissensões; e em parte o creio.” (1 Coríntios 11:17-18)

          Infelizmente, é muito comum hoje, nos templos, as pessoas se reunirem por obrigação aos domingos, para fazerem parte de uma reunião social, de um ajuntamento, ou fazerem parte do coro, cantar e orar junto com todos. Quando observamos cada uma delas, percebemos que são pessoas simplesmente religiosas, pois não vão a templos em busca de comunhão, não vão para agradar a Deus, ou para aprender mais do Evangelho, nem para se derramarem diante do Senhor; vão simplesmente aos templos por obrigação e para fazerem parte de algo. Vemos brigas, acusações, fofocas, tramas e tudo mais entre esses frequentadores de templos. A inveja predomina, as pessoas vivem em seus pecados e não pensam em abandoná-los, e se o pastor começar a pregar sobre santidade, elas abandonam o templo. Infelizmente, as pessoas não estão buscando a presença do Senhor, o que querem é um milagre, uma bênção qualquer, querem fazer parte de algo, mas não querem compromisso com o Senhor, não querem viver segundo os preceitos do Senhor. Nas igrejas denominacionais, existem as panelinhas, as fofoqueiras, existem os adultérios, as fornicações, e os líderes fecham os seus olhos, pois têm medo de falar, de punir os responsáveis, têm medo de membros dizimistas e ofertantes abandonarem os templos. As pessoas muitas vezes estão devorando umas às outras com olhares de raiva e ódio, e isso dentro dos templos; não se arrependem e todos se calam, e, se calam, consentem, concordam. “E até importa que haja entre vós heresias, para que os que são sinceros se manifestem entre vós.” (1 Coríntios 11:19). Mas é normal e esperado tal coisa, pois Jesus nos disse que nos últimos tempos o amor de muitos esfriaria. Vemos isso acontecer dentro dos templos modernos, onde muitas vezes não existe amor nem mesmo na liderança, nos púlpitos. Mas, por agirem assim, podemos identificar os poucos que são fiéis. Por meio das más ações dessas pessoas conhecemos quem é fiel ao Senhor, descobrimos os templos verdadeiros que pregam e vivem o Evangelho de Jesus Cristo, os que não se vendem, os que são realmente discípulos de Cristo.
 “De sorte que, quando vos ajuntais num lugar, não é para comer a ceia do Senhor. Porque, comendo, cada um toma antecipadamente a sua própria ceia; e assim um tem fome e outro embriaga-se. Não tendes porventura casas para comer e para beber? Ou desprezais a igreja de Deus, e envergonhais os que nada têm? Que vos direi? Louvar-vos-ei? Nisto não vos louvo.” (1 Coríntios 11:20-22). Geralmente esses templos denominacionais se reúnem uma vez ao mês para servirem a ceia do Senhor e transformam isso em uma ocasião especial, em que muitos aproveitam para pedir ofertas. Muitas pessoas ficam o mês inteiro sem ir à igreja e só aparecem no dia da ceia; acham que estão cumprindo a sua obrigação. Mas está errado, já que a ceia não é uma ocasião especial, mesmo porque ela deve ser servida todos os domingos, que é o primeiro dia da semana, e não uma vez por mês, como a maioria faz. É dever do cristão legítimo participar da ceia aos domingos, mas, claro, se não estiver em pecado, pois, se estiver fazendo algo que sabe que é contra a Palavra de Deus, tem que se abster, para que não lhe aconteça algo pior.“Porque eu recebi do Senhor o que também vos ensinei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão; e, tendo dado graças, o partiu e disse: Tomai, comei; isto é o meu Corpo que é partido por vós; fazei isto em memória de mim.” (1 Coríntios 11:23-24). A ceia é primeiro uma obediência, pois o Senhor determinou que deveríamos fazer isso em memória Dele, e segundo para que possamos sempre trazer à nossa memória o sacrifício da cruz, o sofrimento e a morte de Jesus por nós, pecadores. Assim, sabemos que temos a obrigação de nos purificar, que devemos cear com o alimento do pão, que representa a sua carne que foi moída, espancada, para nos dar a cura física, espiritual, emocional, psicológica, toda a cura que existe, pois, pelas suas feridas, nós fomos sarados. “Semelhantemente também, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é o Novo Testamento no meu Sangue; fazei isto, todas as vezes que beberdes, em memória de mim.” (1 Coríntios 11:25). O sangue é a representação, a confirmação do Novo Testamento, que foi feito através do derramamento do Sangue de Cristo, porque foi pela sua morte que nos unimos a Ele. Há vida no sangue, a Vida está no Sangue, por esse motivo é que fomos proibidos de nos alimentar de sangue, que no Novo Testamento é a única proibição em relação a alimentos. Temos que participar da ceia todos os domingos, para nos lembrar do sacrifício da cruz, e principalmente porque é mandamento, mas, antes disto, é necessário nos limpar, nos purificar de todos os erros, para que não soframos ainda mais. “Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice anunciais a morte do Senhor, até que venha. Portanto, qualquer que comer este pão, ou beber o cálice do Senhor indignamente, será culpado do Corpo e do Sangue do Senhor. Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma deste pão e beba deste cálice. Porque o que come e bebe indignamente, come e bebe para sua própria condenação, não discernindo o corpo do Senhor. Por causa disto há entre vós muitos fracos e doentes, e muitos que dormem. Porque, se nós nos julgássemos a nós mesmos, não seríamos julgados. Mas, quando somos julgados, somos repreendidos pelo Senhor, para não sermos condenados com o mundo. Portanto, meus irmãos, quando vos ajuntais para comer, esperai uns pelos outros. Mas, se algum tiver fome, coma em casa, para que não vos ajunteis para condenação. Quanto às demais coisas, ordená-las-ei quando for.” (1 Coríntios 11:26-34).
Leiam e pratiquem a Bíblia. Que Deus os abençoe.
Um abraço,
Pr. Henrique Lino 


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sexta-feira, 17 de agosto de 2018

FARISEUS E HERODIANOS

“E enviaram-lhe alguns dos fariseus e dos herodianos, para que o apanhassem nalguma palavra. E, chegando eles, disseram-lhe: Mestre, sabemos que és homem de verdade, e de ninguém se te dá, porque não olhas à aparência dos homens, antes com verdade ensinas o caminho de Deus; é lícito dar o tributo a César, ou não? Daremos, ou não daremos?” (Marcos 12:13-14)

          Jesus o tempo todo foi testado pelos fariseus, os religiosos da época, que tentavam fazer Jesus cair em alguma contradição para terem motivo de acusá-lo e prendê-lo. Foi assim com a questão do casamento, quando vieram perguntar se era lícito ou não o homem divorciar-se da sua mulher por qualquer motivo. Agora eles vêm testando com a questão dos impostos, pois esperavam que Ele falasse que não se deveria pagar impostos a César, pois naquela época Israel vivia sob o domínio de Roma e César. Portanto, se Jesus dissesse que não deveria pagar impostos, estaria se rebelando e, com certeza, as autoridades teriam motivo para prendê-lo. Tudo fizeram para que Jesus falasse contra César ou contra as leis de Moisés, mas eles não sabiam que Ele veio exatamente para cumprir a lei e foi o único que a cumpriu integralmente. Mas, como o nosso adversário sempre é bajulador, ele nunca chega falando de maneira clara, pois sempre tem a esperança de prender as suas vítimas nas redes teias de palavras. Porém eles não entendiam, não percebiam que estavam falando com o Filho de Deus, com o próprio Deus. Assim eles chegam chamando-o de Mestre, dizendo que Ele ensina o caminho de Deus, que Ele não faz acepção de pessoas, ou seja, eles o enalteceram para ver se Ele cairia nessa farsa deles e falaria contra César. “Então ele, conhecendo a sua hipocrisia, disse-lhes: Por que me tentais? Trazei-me uma moeda, para que a veja.” (Marcos 12:15). Jesus, o Filho de Deus, não caiu nessa bajulação, nessa armadilha, e simplesmente deu uma resposta direta e ainda os desmascarou, pois eles questionavam o porquê, estavam tentando armar para Ele. Pede então que tragam uma moeda. Foi como Jesus respondeu de maneira clara e objetiva, e ainda provando que todos devem pagar os impostos, assim como todos devemos obediência, temor e respeito a Deus.
          “E eles lha trouxeram. E disse-lhes: De quem é esta imagem e inscrição? E eles lhe disseram: De César. E Jesus, respondendo, disse-lhes: Dai, pois, a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus. E maravilharam-se Dele.” (Marcos 12:16-17). Quando eles trouxeram a moeda que tinha a figura de César, então Jesus pergunta-lhes de quem é a imagem estampada na moeda, e eles afirmam que era de César. Então Jesus lhes diz que devem dar a César o que é dele e a Deus o que é de Deus. Esperavam que Jesus falasse de outra maneira, que aconselhasse a não mais pagar impostos a Roma, mas, ao contrário, Ele afirma que devem sim pagar os impostos, porque isto era obediência a Deus, uma vez que o Senhor manda que sejamos corretos pagando nossas contas e dívidas. Por isto todos nós sabemos que temos que pagar os impostos, e quem os sonega está indo frontalmente contra a Palavra de Deus, e não está dando a Deus o que é de Deus, que é nossa obediência a sua Palavra. O povo se delira com essa resposta tão verdadeira, mas veremos que mesmo assim eles não desistem de tentar Jesus. E assim chega outro grupo de religiosos. “Então os saduceus, que dizem que não há ressurreição, aproximaram-se Dele, e perguntaram-lhe, dizendo: Mestre, Moisés nos escreveu que, se morresse o irmão de alguém, e deixasse a mulher e não deixasse filhos, seu irmão tomasse a mulher dele, e suscitasse descendência a seu irmão.” (Marcos 12:18-19). Esses agora tentam apanhar Jesus através da lei do levirato, que Moisés entregou falando sobre a questão do casamento e da obrigação dos irmãos do marido serem obrigados a ter relações com a viúva do irmão para gerar filhos, que levariam o nome do irmão falecido, e seriam considerados filhos dele. No caso, se o irmão falhasse, a responsabilidade passaria para o próximo irmão até o último, por isto vieram questionar Jesus com uma trama urdida nas suas mentes maldosas. “Ora, havia sete irmãos, e o primeiro tomou a mulher, e morreu sem deixar descendência; E o segundo também a tomou e morreu, e nem este deixou descendência; e o terceiro da mesma maneira.
E tomaram-na os sete, sem, contudo, terem deixado descendência. Finalmente, depois de todos, morreu também a mulher. Na ressurreição, pois, quando ressuscitarem, de qual destes será a mulher? Porque os sete a tiveram por mulher.” (Marcos 12:20-23).
 Agora eles questionam sobre a ressureição, porque esses religiosos não acreditavam em ressurreição e nem em espíritos. Citam um caso, que pode ser verdade ou não, mas o objetivo é exemplar a história, o relato, e obter uma resposta de Jesus sobre o tema da lei de levirato. Se a mulher teve sete maridos, se eles todos morreram, então como ela ficaria com os sete no céu? Eles não conheciam a Palavra de Deus, assim como muitos, pois ouvimos as pessoas falarem que querem encontrar os parentes, amigos, esposas, maridos no céu, e não entenderam que lá ninguém será conhecido por laços sanguíneos, que acaba aqui tudo isso, pois, no Paraíso, os que forem dignos de alcançá-lo serão semelhantes a anjos. “E Jesus, respondendo, disse-lhes: Porventura não errais vós em razão de não saberdes as Escrituras nem o poder de Deus? Porquanto, quando ressuscitarem dentre os mortos, nem casarão, nem se darão em casamento, mas serão como os anjos que estão nos céus. E, acerca dos mortos que houverem de ressuscitar, não tendes lido no livro de Moisés como Deus lhe falou na sarça, dizendo: Eu sou o Deus de Abraão, e o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó? Ora, Deus não é de mortos, mas sim, é Deus de vivos. Por isso vós errais muito.” (Marcos 12:24-27).
Leiam e pratiquem a Bíblia. Que Deus os abençoe.
Um abraço,
Pr. Henrique Lino


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quinta-feira, 16 de agosto de 2018

PACIENTES ATÉ Á VINDA DO SENHOR

“Sede, pois, irmãos, pacientes até à vinda do Senhor. Eis que o lavrador espera o precioso fruto da terra, aguardando-o com paciência, até que receba a chuva temporã e serôdia. Sede vós também pacientes, fortalecei os vossos corações; porque já a vinda do Senhor está próxima.” (Tiago 5:7-8)

          Devemos ser pacientes, apesar das lutas, das batalhas que enfrentamos constantemente, porque isso é previsto até o grande dia da volta do Senhor. Não podemos nos desesperar, ou achar que estamos sofrendo demais, ou que o Senhor não está vendo os nossos sofrimentos, as nossas lutas, porque maior luta e sofrimento enfrentou Cristo por nós, quando todos éramos pecadores, e Deus Pai estava vendo, mas era necessário que a Palavra se cumprisse. Se falamos que somos cristãos, que somos discípulos, aprendizes de Cristo, então não podemos reclamar, porque sabemos que Ele enfrentou tudo sem abrir a boca para reclamar, sem pedir clemência. Ele foi o Cordeiro mudo. Assim, sejamos pacientes. Da mesma maneira, o lavrador espera o tempo de chuva para semear ou fazer brotar as sementes; mesmo que ele esteja passando necessidade, ele aguarda com paciência, pois sabe que no momento certo a chuva virá e vai molhar a terra, e as sementes brotarão, crescerão e darão seus frutos. Assim, sabemos que no momento certo seremos chamados para ir ao encontro Daquele que nos comprou com o seu precioso Sangue carmesim. A vinda de Cristo está próxima, e por isso temos que nos manter vigilantes, para que, quando Ele chegar, nos encontre fiéis à sua Palavra, para que não sejamos preteridos. Não temos do que reclamar, pois sabemos que ainda estamos no mundo, mesmo que vivendo no Reino como pessoas do Reino de Deus, mas, aqui, o mundo nos odeia e nos persegue, aqui estamos em território inimigo, portanto, são esperadas as perseguições que enfrentamos com honra para o nosso Mestre e Senhor Jesus Cristo. “Irmãos, não vos queixeis uns contra os outros, para que não sejais condenados. Eis que o juiz está à porta.” (Tiago 5:9). Não podemos viver reclamando ou nos queixando das pessoas ou para as pessoas, porque toda reclamação é diretamente contra o Senhor, pois Ele é o Senhor de tudo, e nada acontece se não for a sua vontade ou permissão. Ao reclamarmos com alguém, ou de alguém, estamos reclamando Dele e afirmando que Ele não sabe cuidar de nós, assim, pois, tendo esse conhecimento, nos calemos, e por mais que esteja doendo, glorifiquemos o seu Nome (que é Santo para sempre Amém.)
 “Meus irmãos, tomai por exemplo de aflição e paciência os profetas que falaram em Nome do Senhor. Eis que temos por bem-aventurados os que sofreram. Ouvistes qual foi a paciência de Jó, e vistes o fim que o Senhor lhe deu; porque o Senhor é muito misericordioso e piedoso.” (Tiago 5:10-11). Devemos analisar os verdadeiros homens de Deus, os homens dos quais a Bíblia nos conta as suas histórias, e veremos que todos, sem exceção, sofreram de maneira terrível. Basta observar os sofrimentos de Isaías, Jeremias, Ezequiel, Zacarias, além de tantos outros, ou dos discípulos de Jesus, homens que morreram assassinados, que sofreram perseguições, mas não negaram a sua fé. Vemos o apóstolo Paulo que, após a sua conversão, sofreu todo tipo de perseguição, foi espancado, apedrejado, mas não negou o Senhor e não reclamou com ninguém. “Envergonhado o digo, como se nós fôssemos fracos, mas no que qualquer tem ousadia (com insensatez falo) também eu tenho ousadia. São hebreus? Também eu. São israelitas? Também eu. São descendência de Abraão? Também eu. São ministros de Cristo? (falo como fora de mim) eu ainda mais: em trabalhos, muito mais; em açoites, mais do que eles; em prisões, muito mais; em perigo de morte, muitas vezes. Recebi dos judeus cinco quarentenas de açoites menos um. Três vezes fui açoitado com varas, uma vez fui apedrejado, três vezes sofri naufrágio, uma noite e um dia passei no abismo; Em viagens muitas vezes, em perigos de rios, em perigos de salteadores, em perigos dos da minha nação, em perigos dos gentios, em perigos na cidade, em perigos no deserto, em perigos no mar, em perigos entre os falsos irmãos; Em trabalhos e fadiga, em vigílias muitas vezes, em fome e sede, em jejum muitas vezes, em frio e nudez. Além das coisas exteriores, me oprime cada dia o cuidado de todas as igrejas. Quem enfraquece, que eu também não enfraqueça? Quem se escandaliza, que eu me não abrase? Se convém gloriar-me, gloriar-me-ei no que diz respeito à minha fraqueza. O Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que é eternamente bendito, sabe que não minto. Em Damasco, o que governava sob o rei Aretas pôs guardas às portas da cidade dos damascenos, para me prenderem. E fui descido num cesto por uma janela da muralha; e assim escapei das suas mãos.” (2 Coríntios 11:21-33). Diante de tamanha revelação só temos que nos envergonhar de ficarmos reclamando por causa de qualquer coisa. Temos que aprender a agir como Paulo, como os homens e mulheres de Deus que realmente entregaram as suas vidas ao Senhor, e em toda situação glorificavam o seu Nome. Também não podemos ficar jurando por nada, sejamos autênticos e diretos se acreditarem em nós, bem, caso contrário, que fiquem assim mesmo. “Mas, sobretudo, meus irmãos, não jureis, nem pelo céu, nem pela terra, nem façais qualquer outro juramento; mas que a vossa palavra seja sim, sim, e não, não; para que não caiais em condenação. Está alguém entre vós aflito? Ore. Está alguém contente? Cante louvores. Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja, e orem sobre ele, ungindo-o com azeite em nome do Senhor; E a oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados. Confessai as vossas culpas uns aos outros, e orai uns pelos outros, para que sareis. A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos. Elias era homem sujeito às mesmas paixões que nós e, orando, pediu que não chovesse e, por três anos e seis meses, não choveu sobre a terra. E orou outra vez, e o céu deu chuva, e a terra produziu o seu fruto. Irmãos, se algum dentre vós se tem desviado da verdade, e alguém o converter, saiba que aquele que fizer converter do erro do seu caminho um pecador, salvará da morte uma alma, e cobrirá uma multidão de pecados.” (Tiago 5:12-20).
Leiam e pratiquem a Bíblia. Que Deus os abençoe.
Um abraço,
Pr. Henrique Lino

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quarta-feira, 15 de agosto de 2018

PORTA DAS OVELHAS

“Depois disto havia uma festa entre os judeus, e Jesus subiu a Jerusalém. Ora, em Jerusalém há, próximo à porta das ovelhas, um tanque, chamado em hebreu Betesda, o qual tem cinco alpendres. Nestes jazia grande multidão de enfermos, cegos, mancos e ressicados, esperando o movimento da água.” (João 5:1-3)

          Jesus passou por Samaria, onde pregou para uma mulher, e através dela uma grande multidão de pessoas se converteu. Depois Ele entrou na Galileia, onde curou o filho de um oficial que estava à beira da morte, e agora Ele sobe a Jerusalém, em época de festa dos judeus. No templo, Jesus se dirige ao tanque Betesda, onde se reuniam os deficientes físicos, aleijados, cegos, e aqueles com todos os tipos de enfermidade à espera de uma cura espiritual. Isto porque, naquela época, as pessoas com deficiência física não tinham esperança de cura através da medicina, porque ela não estava evoluída, e os médicos não sabiam como curar essas pessoas, e sempre para os deficientes físicos a resposta era que não havia cura. Quando alguém nascia com uma deficiência física, ou mesmo se a adquirisse depois de adulto, sabia que não seria curado, porque a ciência não sabia, não tinha resposta ainda. Portanto, buscavam a cura de maneira espiritual. Sabiam ou conheciam a história que no templo, no tanque de Betesda, um anjo de tempos em tempos descia e revolvia a água, e a primeira pessoa que conseguisse entrar na água recebia a cura imediatamente. Então elas ali se reuniam e ficavam aguardando, e quando a água era revolvida, elas pulavam, disputavam com todos para serem os primeiros.“Porquanto um anjo descia em certo tempo ao tanque, e agitava a água; e o primeiro que ali descia, depois do movimento da água, sarava de qualquer enfermidade que tivesse.” (João 5:4). Portanto, a esperança da cura dessas pessoas era entrar no tanque, conseguir se molhar, ser o primeiro a entrar na água após ela ser agitada pelo anjo. Mas devemos entender que a Bíblia fala que havia uma multidão de enfermos que ficavam ali aguardando, assim sabemos que a disputa para ser o primeiro era muito grande. Logo, quem não tivesse quem o conduzisse à água, ou não pudesse se locomover até a água, não tinha esperança de ser curado, porque muitos outros estavam à frente. Quando alguém que não tinha condições de se locomover estava ali esperando, demonstrava uma grande, uma enorme fé.
 “E estava ali um homem que, havia trinta e oito anos, se achava enfermo. E Jesus, vendo este deitado, e sabendo que estava neste estado havia muito tempo, disse-lhe: Queres ficar são?” (João 5:5-6). Estava ali entre tantos um homem cujo nome não sabemos, porque a Bíblia não relata, mas Jesus sabia que há trinta e oito anos ele estava enfermo. Também sabemos que não estava enfermo de nascença porque, se assim fosse, a Bíblia assim o diria. Esse homem, conhecido como o enfermo de Betesda, estava deitado ali próximo de vários outros enfermos à espera de um milagre – e veremos que o milagre que ele esperava era maior do que o dos demais. Sim, porque estava só, não havia ninguém para conduzi-lo à água quando o anjo descesse e nela mexesse, e ele sozinho não podia se locomover. Mas vemos que ele tinha fé, porque, caso contrário, não estaria ali, e cremos que ele deveria ficar dia e noite aguardando que algo acontecesse, porque, se não fosse assim, não justificaria permanecer naquele local. Então Jesus se aproxima dele e o questiona, pergunta-lhe se quer ficar são, se quer ficar curado, livre do seu mal. Jesus sabia disso, sabia que ele queria, mas era exatamente para fortalecer a sua fé e para nos deixar como ensinamento. “O enfermo respondeu-lhe: Senhor, não tenho homem algum que, quando a água é agitada, me ponha no tanque; mas, enquanto eu vou, desce outro antes de mim.” (João 5:7). O enfermo responde de maneira afirmativa que quer ficar livre da enfermidade, mas também fala da dificuldade, da impossibilidade de receber a cura por não conseguir entrar na água. É uma tendência as pessoas, mesmo tendo fé, olharem para as dificuldades e esperarem uma solução da única maneira que conhecem ou imaginam. Aquele enfermo esperava a cura somente se ele entrasse na água sendo o primeiro depois do anjo, não imaginava que não precisaria entrar na água, não precisaria se molhar para receber a bênção da cura, o seu milagre. Jesus não trava longo diálogo com o enfermo e nem fica ouvindo suas lamentações, ou as suas dificuldades de conseguir entrar na água, Ele mas simplesmente dá uma ordem. “Jesus disse-lhe: Levanta-te, toma o teu leito, e anda. Logo aquele homem ficou são; e tomou o seu leito, e andava. E aquele dia era sábado.” (João 5:8-9). Jesus não lhe responde, não o consola devido a seu sofrimento ou a sua dificuldade de entrar na água, Ele simplesmente manda-o levantar-se, pegar a sua cama, seu leito, e ir embora. O homem, que estava enfermo há trinta e oito anos, ouve a voz, ouve o comando do Senhor e imediatamente levanta, e, apanhando a sua cama, vai embora – com certeza muito alegre. Mas vemos que, por ser um dia de sábado – os religiosos, os judeus não se permitiam fazer nada no dia de sábado –, vão criticá-lo por estar levando a sua cama naquele dia. As pessoas se prendem à religião e não olham para Jesus, e por tal motivo não são libertas das suas mazelas. “Então os judeus disseram àquele que tinha sido curado: É sábado, não te é lícito levar o leito. Ele respondeu-lhes: Aquele que me curou, ele próprio disse: Toma o teu leito, e anda. Perguntaram-lhe, pois: Quem é o homem que te disse: Toma o teu leito, e anda? E o que fora curado não sabia quem era; porque Jesus se havia retirado, em razão de naquele lugar haver grande multidão. Depois Jesus encontrou-o no templo, e disse-lhe: Eis que já estás são; não peques mais, para que não te suceda alguma coisa pior. E aquele homem foi, e anunciou aos judeus que Jesus era o que o curara. ” (João 5:10-15).
Leiam e pratiquem a Bíblia. Que Deus os abençoe.
Um abraço,
Pr. Henrique Lino


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