EVANGELIZAR.

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sábado, 31 de maio de 2014

LEIS DE DEUS CONTRA DIVÓRCIO

Leia  Gênesis 2:21-24 
"21 ¶ Então o SENHOR Deus fez cair um sono pesado sobre Adão, e este adormeceu; e tomou uma das suas costelas, e cerrou a carne em seu lugar; 22 E da costela que o SENHOR Deus tomou do homem, formou uma mulher, e trouxe-a a Adão. 23 E disse Adão: Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; esta será chamada mulher, porquanto do homem foi tomada. 24 Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne.” (Gn 2:21-24 ACF)

Mateus 19:6 “Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem.” (Mt 19:6 ACF)

O casamento é uma instituição distintamente cristã, baseada na Palavra de Deus, na qual nós confiamos quando ela diz que  Deus criou todas as coisas, inclusive o homem, e estabeleceu o casamento para a humanidade. O espanto da rejeição do casamento, que  nossa presente sociedade faz no grosso e no varejo, não é nenhum mistério quando nós consideramos que a nossa cultura tem rejeitado o Deus que estabeleceu o casamento.

A comunhão e a união que existem dentro do casamento podem constituir-se na relação mais maravilhosa que Deus ordenou para a humanidade, ela está em segundo lugar em relação à habitação do Espírito de Deus dentro da alma dos nascidos de novo. 

Hebreus 13:4 “Venerado seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula; porém, aos que se dão à prostituição, e aos adúlteros, Deus os julgará.” (Hb 13:4 ACF)

O casamento é venerável em tudo! Mas, Satanás e o sistema mundano carnal negam isto. Acautele-se contra as filosofias mundanas que dizem que seu casamento é uma chatice, uma prisão, ou uma escravidão. Acautelem-se contra o espírito amargo do moderno movimento feminista, no qual as mulheres adotam uma atitude crítica e amarga em relação aos homens. Acautelem-se contra o espírito de luxúria por meio do qual os homens e as mulheres desejam viver vidas de playboys ou devassos, ao invés de se casarem e de estabelecerem um lar. Todos estes espíritos são do diabo!

O casamento é venerável em tudo! Ele exalta o relacionamento homem-mulher. O casamento liberta este relacionamento de toda a culpa, vergonha e imoralidade. O casamento faz o relacionamento entre um homem e uma mulher ser venerável diante de Deus!

Ele [o casamento] traz  honra a cada cônjuge. A mentira do mundo é que o estilo de vida, que consiste em se viver desregradamente como solteiro, é liberdade. Mas como é que isto é liberdade para a mulher cujo homem espera que ela compartilhe a sua intimidade e o apóie em sua vida, todavia ele pode ir em frente se ele encontrar uma pessoa mais bonita, mais amigável, mais agradável?  É isso liberdade para o homem cuja  mulher compartilha de seu coração, dá ânimo a seus dias, dá alegria à sua alma, todavia ela pode ir em frente se algum outro homem mais excitante, mais bonitão ou mais rico aparecer? Não! O casamento oferece fidelidade e permanência em troca de companheirismo, amor, intimidade, apoio e amizade. O casamento é a maneira venerável de tratar um ao outro. O casamento livra da tirania da incerteza. Por ventura é alguma maravilha que tantos homens e mulheres estejam ansiosos ou sofrendo, considerando que eles estão aprisionados na "liberdade" do não-compromisso?

O casamento traz honra aos filhos. Ele modela um relacionamento de confiança e de fidelidade que opera através de suas diferenças, cada um respeitando ao outro, e cada um edificando ao outro. Os filhos aprendem tanto da influência masculina como da feminina, aprendem como tratar seus futuros empregadores, esposa, e seus próprios filhos.

O casamento traz  honra a Deus. O casamento do crente não egoísta mas altruísta, no qual ambas as partes dão 100% cada um ao outro, modela o amor de Cristo através dos Seus santos e da devoção destes a Ele. Uma vez que o casamento é obediência aos mandamentos de Deus, ele honra a Deus através de uma submissão [de cada cônjuge] à vontade de Deus, para conduzir apropriadamente este relacionamento.

Embora nós não iremos tomar o tempo para examinar, Efésios 5:21-33 expressa a meta de todos os casamentos cristãos: a unidade em amor, a completa devoção de um ao outro, a completa piedade e devoção a Deus, e o terno cuidado de cada esposo, um para com o outro. A passagem ensina que o marido e a esposa devem submeter-se um ao outro, assegurando um lar que não se transforma em uma ditadura operada por nenhuma das partes. Os maridos são chamados para liderar um lar com o mesmo amor pela sua esposa como ele tem por si mesmo, modelando o amor de Cristo e a Sua intercessão por aqueles que por Ele foram redimidos. As esposas são chamadas a se submeterem devotadamente a seus maridos, modelando a submissão devotada do crente a Deus. 



 

OS ATAQUES SOBRE O CASAMENTO


 A rebelião da humanidade contra as leis do Jardim do Éden não terminaram com a queda no pecado. A humanidade tem estado desafiando aos outros mandamentos fundamentais de Deus desde aquele tempo até hoje.

Contrário a Gênesis 1:28, o aborto e o ambientalismo radical violentamente vão contra partes específicas das fundações que Deus pôs para a humanidade. Adão e Eva, eles mesmos, quebraram Gênesis 2:16-17, destruindo a ordem original de Deus e trazendo o pecado sobre todos nós. Desde a queda, a humanidade através dos séculos tem desafiado o exemplo de Deus em Gênesis 2:24:

 “Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne.” (Gn 2:24 ACF)

Gênesis 2:24, explicitamente, estabelece que um homem (singular) e uma mulher (singular) irão se separar de suas famílias e estabelecer seu próprio lar como uma unidade cooperativa ("uma só carne"). Isto ainda mais estabelece que cada casal deve casar desta maneira por causa ("portanto") do exemplo de Adão e Eva.

O homem respondeu com poligamia (negando a natureza singular [UM marido, UMA esposa] do casamento) e com o divórcio... despedaçando aquela uma carne. Quando nós consideramos o divórcio como um despedaçamento de um corpo, nós temos um bom retrato do despedaçar emocional, físico, psicológico, e espiritual das almas envolvidas.

O homem, muito rapidamente, começou a se divorciar. Em Levítico 21:7 e 14, 22:13, e Números 30:9, nós encontramos as primeiras quatro menções do divórcio. A palavra hebraica, aqui, significa "lançar fora, expulsar, arremessar fora." Isso implica uma violenta ejeção de dentro para fora do lar. Significa mais do que uma separação. Significa  rejeição. Aparentemente, os homens nas suas luxúrias tinham desenvolvido o hábito de expulsarem a esposa que não os agradava, por alguma razão [qualquer].

Numa época cheia de  poligamia (Lameque, Esaú, Jacob, Gideão, reis...) por que um homem se livraria de sua esposa, quando sua cultura ímpia já tolerava casar com múltiplas esposas? Talvez ele não desejasse sustentá-la, financeiramente. Talvez ela tivesse feito com que ele se irasse de algum modo. Ou, ele pode ter sido só exteriormente que ele procurou parecer honrar a natureza singular [um esposa, uma esposa] do casamento, mas [interior e realmente], ele desejava obter uma mulher diferente por alguma razão [qualquer]. Que impiedade! Que luxúria egoísta! Sem  intervenção de  Deus, o homem é egoísta e cruel além de toda esperança!

Pelo tempo que Israel deixou o Egito, eles, os israelitas, têm de ter estado dissolutamente se divorciando de suas esposas  para satisfazerem as suas luxúrias. Sem dúvida alguma, os israelitas tinham aprendido dos egípcios o hábito imoral de casarem e de se divorciarem, lançando fora os cônjuges não desejados, de acordo com os desejos de suas carnes.

Em Deuteronômio 24:1-4, Deus age para eliminar este injusto lançamento fora de uma esposa não desejada. Deus dá a Sua lei contra o divórcio. 


 

A LEI DE DEUS NO VELHO TESTAMENTO CONTRA O DIVÓRCIO


 Deuteronômio 24:1-4 “1 ¶ Quando um homem tomar uma mulher e se casar com ela, então será que, se [ela] não achar graça em seus [do marido] olhos, por nela encontrar coisa indecente, far-lhe-á uma carta de repúdio, e lha dará na sua mão, e a despedirá da sua casa. 2 Se ela, pois, saindo da sua casa, for e se casar com outro homem, 3 E este também a desprezar, e lhe fizer carta de repúdio, e lha der na sua mão, e a despedir da sua casa, ou se este último homem, que a tomou para si por mulher, vier a morrer, 4 Então seu primeiro marido, que a despediu, não poderá tornar a tomá-la, para que seja sua mulher, depois que foi contaminada; pois é abominação perante o SENHOR; assim não farás pecar a terra que o SENHOR teu Deus te dá por herança.” (Dt 24:1-4 ACF)

Aqui, Deus limita a rejeição de uma esposa. Não mais  pode ela e seus filhos serem jogados fora por todo e qualquer capricho. O divórcio, agora, somente é permitido em um caso. A palavra "divórcio" é uma palavra diferente daquela usada previamente. Simplesmente, significa "desatar." Não mais é permitido a expulsão violenta e luxuriosa da esposa. Somente em virtude de ele "nela encontrar coisa indecente" é que ela pode ser despedida, e somente então através de um devido processo no qual o homem, publicamente, documenta o seu motivo, provavelmente diante de um juiz. Isto termina o casamento. Note que uma mulher, em  Israel do Velho Testamento, encontra mais proteção debaixo da lei de Deus do que ela não tinha debaixo do reino do paganismo. Uma proteção adicional para ela é o direito de recasar uma vez que tinha sido rejeitada por seu prévio marido. O divórcio e o recasamento são ligados juntos. Se foi reto para seu marido divorciá-la, é reto para ela encontrar um outro marido que a sustentará e a amará. E, se ela fosse divorciada uma segunda vez, ela não poderia retornar para o primeiro marido, e isso muito possivelmente foi estabelecido para enfatizar a seriedade do divórcio.

O que constituiria "coisa indecente"? A palavra significa "comportamento sem a qualidade da graça, ou  exposição vergonhosa." "Coisa indecente", definitivamente, refere-se a um pecado contra as leis de Deus. Esta "coisa indecente" tem de não ter sido adultério, porque adúlteras eram condenadas à morte através de apedrejamento, elas não eram divorciadas e liberadas para casarem novamente. Em Esdras 10:10-19 a Escritura fala de um divórcio em massa de todo o país (todos os israelitas se divorciaram de esposas pagãs). As palavras "lançar fora" nos dizem como os israelitas devotos se divorciaram de suas esposas pagãs e de seus filhos para que assim se separassem como Deus exigia. Aqui o "coisa indecente" foi a nacionalidade gentílica das esposas envolvidas.

Será que causa surpresa a você que a lei de Deus no Velho Testamento contra o divórcio era tão "frouxa" [vaga, não específica, não detalhada]? Eu creio que muitos de nós temos nos aproximado da Bíblia com uma agenda bem intencionada para fazê-la dizer o que nós cremos, ao invés de ouvirmos a Palavra de Deus falar por si mesma.
Ou talvez o que surpreenda a você é que Deus é tão estreito? Deus não deseja o casamento ser tomado sem a devida seriedade.

Os dois únicos outros usos de qualquer forma da palavra "divórcio" no Velho Testamento ocorrem nos seguintes dois versículos: 
“Assim diz o SENHOR: Onde está a carta de divórcio de vossa mãe, pela qual eu a repudiei? Ou quem é o meu credor a quem eu vos tenha vendido? Eis que por vossas maldades fostes vendidos, e por vossas transgressões vossa mãe foi repudiada.” (Is 50:1 ACF)

“E vi que, por causa de tudo isto, por ter cometido adultério a rebelde Israel, a despedi, e lhe dei a sua carta de divórcio, que a aleivosa Judá, sua irmã, não temeu; mas se foi e também ela mesma se prostituiu.” (Jr 3:8 ACF)

Aqui, nós vemos que Deus tinha uma causa justa para divorciar o Seu povo de si mesmo. Ele exatamente corta fora a "infiel nação de Israel". Felizmente, nós lemos em outro local que Deus restaurará o povo do Velho Testamento para si mesmo.  

“25 Porque não quero, irmãos, que ignoreis este segredo (para que não presumais de vós mesmos): que o endurecimento veio em parte sobre Israel, até que a plenitude dos gentios haja entrado. 26 E assim todo o Israel será salvo, como está escrito: De Sião virá o Libertador, E desviará de Jacó as impiedades.” (Rm 11:25-26 ACF)

Que devemos concluir? Deus odeia a prática de divórcios injustos, o abuso e a tirania dos homens (ou das mulheres), emocionalmente, destruindo e despedaçando suas famílias, casando-se e divorciando-se ao livre desejo deles, pela vontade para concretizarem e se entregarem às luxúrias da sua carne.

14 E dizeis: Por quê? Porque o SENHOR foi testemunha entre ti e a mulher da tua mocidade, com a qual tu foste desleal, sendo ela a tua companheira, e a mulher da tua aliança. 15 E não fez ele somente um, ainda que lhe sobrava o espírito? E por que somente um? Ele buscava uma descendência para Deus. Portanto guardai-vos em vosso espírito, e ninguém seja infiel para com a mulher da sua mocidade. 16 Porque o SENHOR, o Deus de Israel diz que odeia o repúdio, e aquele que encobre a violência com a sua roupa, diz o SENHOR dos Exércitos; portanto guardai-vos em vosso espírito, e não sejais desleais.” (Ml 2:14-16 ACF)

No Velho Testamento, Deus exigiu do seu povo que não se divorciasse, exceto em algumas situações difíceis chamadas de "coisa indecente."


 

LEIS DE DEUS NO NOVO TESTAMENTO CONTRA O DIVÓRCIO


Não é surpresa que o homem é ímpio e pervertido; mentindo, cobiçando com luxúria, tentando usar as Escrituras para justificar o seu egoísmo. No dia de Jesus, alguns rabinos interpretavam a "coisa indecente" muito conservadoramente, mas outros permitiam o divórcio por "toda e qualquer razão" como é visto em Mateus 19. (ponto importante: Tenha cuidado para não seguir este pregador ou aquele pregador. Melhor do que isso, atenda à Palavra de Deus, sendo nem mais amplo nem mais estreito do que Deus é.) O resultado foi, sem dúvida, um retorno ao injusto expulsar para longe as suas indefesas mulheres e seus filhos. Nós vemos em Mateus 19:7 que alguns até mesmo tratavam Deuteronômio. 24:1-4 como se fosse uma ordem para se divorciarem, ao invés de uma permissão [a contragosto e] que não necessitava ser necessariamente tomada. O destino para as mulheres rejeitadas e para seus filhos, provavelmente, era pobreza, dificuldades e, possivelmente, morrer de fome.

Jesus tratou do assunto, pela primeira vez, em Mateus 5:31-32. 

“31 Também foi dito: Qualquer que deixar sua mulher, dê-lhe carta de desquite. 32 Eu, porém, vos digo que qualquer que repudiar sua mulher, a não ser por causa de prostituição, faz que ela cometa adultério, e qualquer que casar com a repudiada comete adultério.” (Mt 5:31-32 ACF)

Naturalmente, os líderes religiosos do dia de Jesus perguntaram a Ele a sua interpretação de Deuteronômio 24:1-4. Em Mateus 19:3-12, Jesus fala sobre este assunto. Note que Ele modela o enfoque correto para entendimento deste assunto. Começa em Gênesis, então se refere a Deuteronômio, então faz o seu próprio pronunciamento. Nós temos tentado seguir Seu exemplo (seguir a mesma ordem).

Leia Mateus 19:3-12:

3 ¶ Então chegaram ao pé dele os fariseus, tentando-o, e dizendo-lhe: É lícito ao homem repudiar sua mulher por qualquer motivo? 4 Ele, porém, respondendo, disse-lhes: Não tendes lido que aquele que os fez no princípio macho e fêmea os fez, 5 E disse: Portanto, deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, e serão dois numa só carne? 6 Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem. 7 Disseram-lhe eles: Então, por que mandou Moisés dar-lhe carta de divórcio, e repudiá-la? 8 Disse-lhes ele: Moisés, por causa da dureza dos vossos corações, vos permitiu repudiar vossas mulheres; mas ao princípio não foi assim. 9 Eu vos digo, porém, que qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de fornicação, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada também comete adultério. 10 Disseram-lhe seus discípulos: Se assim é a condição do homem relativamente à mulher, não convém casar. 11 Ele, porém, lhes disse: Nem todos podem receber esta palavra, mas só aqueles a quem foi concedido. 12 Porque há eunucos que assim nasceram do ventre da mãe; e há eunucos que foram castrados pelos homens; e há eunucos que se castraram a si mesmos, por causa do reino dos céus. Quem pode receber isto, receba-o.” (Mt 19:3-12 ACF)

Releia Mateus 19:9:
9 Eu vos digo, porém, que qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de fornicação, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada também comete adultério.

Cristo dá a Sua própria lei a respeito do casamento, a qual é muito mais estreita do que a lei do Velho Testamento. Cristo espera que um casamento seja "até a morte" a não ser que um dos cônjuges seja sexualmente infiel. A palavra grega traduzida como "fornicação"  (porneia) freqüentemente significa imoralidade antes do casamento (1Co 7:2). Também em 1 Coríntios 5:1 a palavra se refere a um caso de adultério. Nós faríamos bem se entendêssemos que esta palavra significa qualquer  infidelidade sexual incluindo bestialidade (relações com animais), homossexualidade e molestar criança. [Strong define a palavra grega "porneia" como "prostituição (incluindo adultério e incesto)." O dicionário de Webster de 1828 define a "fornicação" como "a incontinência ou a devassidão de pessoas não casadas, masculinas ou femininas; também, o relacionamento criminoso de um homem casado com uma mulher solteira."]

Para enfatizar a sua estreiteza, os outros dois relatos da fala de Cristo (isto é, em Marcos 10:1-12 e Lucas 16:16) não incluem esta exceção. Literalmente, Cristo proibiu todo o divórcio/recasamento e todo casamento de pessoas divorciadas, exceto quando um dos cônjuges é infiel. Naquela situação de rasgar coração e destruir confiança, Cristo permitiu que o cônjuge afligido saísse do casamento sem culpa, livre para recasar e pôr a vida dele ou dela de volta, novamente. Relembre que recasamento é inerente na permissão do Velho Testamento para o divórcio em Deuteronômio 24:1-4, a qual Cristo aqui substitui. Note como Cristo relaciona o divórcio e o recasamento com a palavra "e" quando diz, "Qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de formicação, e casar com outra, comete adultério." Aqui Cristo relaciona juntamente o divórcio e o recasamento.

Os discípulos estão chocados pela estreiteza do pronunciamento de Jesus. As boas pessoas de hoje puderam se desconcertar com a estreiteza de Cristo e argumentarem que o divórcio está justificado em casos de abuso do cônjuge, de abandono, de irresponsabilidade financeira, ou de circunstâncias imprevisíveis tais como questões de saúde, por exemplo a  infertilidade (uma discussão do que seria feito em tais casos devastadores é além do escopo desta lição). Aqui, os discípulos questionam o valor de arriscarem se casar, temendo que eles possam estar permanentemente selados com um "abacaxi." Cristo replica advertindo-os que o estado de ser solteiro é somente para os poucos que podem aceitar um tal estilo de vida (Mateus 19:11-12).

Vamos sumarizar o ensino de Cristo a respeito de divórcio/recasamento. Nosso Senhor proibiu todo o divórcio/recasamento exceto por causa de um cônjuge infiel. No caso de  infidelidade, a parte inocente pode procurar se libertar de um tal jugo tão doloroso, e pode recasar. A parte inocente não é adúltera em exercer esta permissão. No entanto, se um casal se divorciar por qualquer outra causa, eles cometem adultério no divórcio e no recasamento. Sólidos e bons expositores da Bíblia tais como o Mathew Henry, H A. Ironside, D. Martyn Lloyd-Jones, Mathew Poole, John Rice, John Walvoord, e David Cloud concordam que Cristo proíbe todo o divórcio exceto por infidelidade conjugal.

No entanto, alguns argumentam que Cristo não foi bastante estreito. Uma tentativa comum para negar a exceção de Cristo deve argumentar que Cristo estava iluminando a lei ao invés de falar princípios para a Dispensação da Graça. Eu tenho que dizer que eu fortemente simpatizo com o desejo de se opor à enorme maré de divórcios injustos em nossos dias, mas nós não devemos ir além das Escrituras. Cristo, Ele mesmo, disse que a pregação do reino começou com João, o Batista, dois versículos antes de enfocar o divórcio em Lucas 16:18. Em Mateus 16-18 (os três capítulos precedendo, imediatamente, ao nosso texto que está no capítulo 19) Jesus ensina a seus discípulos os princípios fundamentais da sua igreja. Ele fundou a dispensação da Igreja em Mateus 16. Há toda razão exegética para crer que suas instruções no capítulo 19 aplicam-se às suas igrejas. Interessantemente, H. A. Ironside enfoca esta objeção, assinalando quão ela é incorreta.

Nós encontramos o próximo texto principal sobre divórcio/recasamento em I Corinthians 7. Leia 1 Corinthians 7:10-16

“10 ¶ Todavia, aos casados mando, não eu mas o Senhor, que a mulher não se aparte do marido. 11 Se, porém, se apartar, que fique sem casar, ou que se reconcilie com o marido; e que o marido não deixe a mulher. 12 Mas aos outros digo eu, não o Senhor: Se algum irmão tem mulher descrente, e ela consente em habitar com ele, não a deixe. 13 E se alguma mulher tem marido descrente, e ele consente em habitar com ela, não o deixe. 14 Porque o marido descrente é santificado pela mulher; e a mulher descrente é santificada pelo marido; de outra sorte os vossos filhos seriam imundos; mas agora são santos. 15 Mas, se o descrente se apartar, aparte-se; porque neste caso o irmão, ou irmã, não esta sujeito à servidão; mas Deus chamou-nos para a paz. 16 Porque, de onde sabes, ó mulher, se salvarás teu marido? ou, de onde sabes, ó marido, se salvarás tua mulher?” (1Co 7:10-16 ACF)

O que a frase, "Todavia, ... não eu mas o Senhor" significa? Paulo está chamando a atenção de que ele está se referindo ao que Cristo disse quando estava na terra. Por outro lado, no verso 12, nós lemos, "mas aos outros digo eu, não o Senhor", Paulo chama a atenção de que, agora, ele está indo adicionar àquilo que Cristo disse. Paulo está simplesmente cumprindo João 16:12-13 onde Cristo pré-autenticou as epístolas do Novo Testamento. Alguns mal interpretam esta segunda observação de Paulo distorcendo-a  para significar que Paulo está negando a autoridade e a inspiração de Deus nas suas declarações. No entanto, de modo nenhum isso é o que Paulo está dizendo. Ele está simplesmente mostrando quando ele está se referindo ao mandamento de Cristo e quando ele está adicionando a tal mandamento através do Espírito Santo. 2 Timóteo 3:16 nos assegura que “Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça;” (2Tm 3:16 ACF) e nós não precisamos nos preocupar sobre como caminhar através das Escrituras e lançar fora as partes não inspiradas.

Note que Paulo não repete a exceção de Cristo (a cláusula condicional de Cristo). Será que  Paulo, agora, está contradizendo a  Cristo? Nós temos que entender este verso à  luz do que Cristo já havia dito. A repetição da parte de uma declaração não pode ser tomada para negar o resto da declaração, a menos que explicitamente assim esteja dito (se Ricardo diz: "Eu realmente apreciei a pizza e a Coca-Cola," e eu cito a alguma outra pessoa o que ele disse dizendo: "Ricardo disse que ele apreciou a pizza," eu não estou querendo negar que Ricardo apreciou a Coca-Cola. Eu estou selecionando o que é apropriado para a  minha audiência.)

Paulo cita aqui  parte do mandamento para afirmar a permanência do casamento, não para contradizer o que Cristo já tem dito. Obviamente, o Deus que deu ambas as passagens não está se contradizendo a si próprio. Se Ele intencionasse cancelar a cláusula de exceção, Ele teria explicitamente dito isto, exatamente da mesma maneira que Cristo enfaticamente substituiu a lei do Velho Testamento sobre o divórcio, substituiu pelo Seu próprio mandamento.

Em 1 Corinthians 7:12-14, 16, o Espírito Santo ensina a Paulo, agora, a lidar com a situação de um crente casado com uma pessoa perdida. O crente não deve iniciar o divórcio, mas trabalhar para ganhar o descrente e usar a influência santificadora do Espírito Santo que nele habita para trazer luz ao seu lar.

De acordo com 1 Corinthians 7:15, o crente não pode se divorciar do cônjuge descrente. Se o descrente abandona o cônjuge, o crente deve deixá-lo ir embora e não está debaixo da obrigação de impedir o descrente. Ao invés disso, o crente deve ser pacífico para com o descrente, como o versículo 16 continua a mostrar, esperando ganhá-lo para Cristo.

Alguns asseguram que esta frase"não está sujeito à servidão" significa: "estar livre para recasar." Se essa foi a intenção, nós poderíamos perguntar porque Deus não falou mais claramente. Considere que se o cônjuge que se separa for sexualmente ativo com alguma outra pessoa, a exceção de Mateus 19:9 dá ao crente liberdade para recasar. Do contrário, o contexto do versículo é a respeito de não se divorciar e a respeito de mostrar a vida de Cristo para tentar ganhar o cônjuge. Albert Barnes diz que esta frase simplesmente absolve o crente de, no futuro, ter de ajudar o cônjuge que o abandonou. Jamieson, Faussett & Brown, persuasivamente, mostram que a frase significa que o crente não está obrigado a tentar salvar o casamento ou resistir à saída (do descrente). Matheus Henry e Matheus Poole, aproximadamente há 400 anos atrás, mostraram a libertação da "servidão" como sendo uma libertação do vínculo do casamento.

Que é que nós devemos concluir a respeito de "não está sujeito à servidão"? Nós devemos escolher o ponto de vista de nosso erudito favorito? Não! Melhor que isso, examinemos o contexto imediato, que é a respeito de não se divorciar. A ênfase desta passagem é alcançar o cônjuge descrente para Cristo. Fazer a leitura deste trecho como se fosse uma segunda exceção para a regra do divórcio pareceria ser estar tomando liberdade com as palavras de Cristo, as quais o apóstolo está aqui explicando. A interpretação mais segura deve ser nem mais estreita, nem mais larga, do que a de Cristo. Ademais, ver o "abandono pelo cônjuge descrente" como uma base para o divórcio nos põe na situação de tentar determinar se o cônjuge que partiu é ou não nascido de novo.

Portanto, nós concluímos que o casamento é uma sagrada instituição dada por Deus. Deus espera que o casamento seja um acordo permanente, mas provê uma exceção. Se um cônjuge é sexualmente infiel, a parte ferida tem a permissão de Deus para divorciar/recasar. 


 

COMO EU RESPONDO A ESTA LIÇÃO?


Talvez você ache a lei de Deus contra o divórcio estreita demais, e deseja que outras coisas sejam adicionadas como exceções permitindo o divórcio, incluindo a incompatibilidade, as circunstâncias imprevisíveis (tais como o infertilidade), o comportamento criminal do cônjuge, o abandono, o abuso pelo cônjuge, a irresponsabilidade financeira, ou outras causas. Certamente, nenhuma mulher deveria permanecer em um lar onde ela está sendo abusada física, mental, financeira, ou emocionalmente. Um período de separação, tendo em vista resolver os problemas, pode ser recomendado. Se você está nesta situação, e é nascido de novo, procure a sabedoria de Deus em sua Palavra para como responder a tais terríveis circunstâncias. Ele a ama e irá ajudá-la! Se você não é nascido de novo, arrependa-se e confie em Cristo para a salvação. Seu Espírito habitando em você lhe dará sabedoria e força.

Talvez você ache que as leis de Deus contra o divórcio são amplas demais, e você insistiria que não deve haver nenhuma exceção à regra. A resposta é que nós não somos mais santos ou mais justos do que Ele. Ser mais severo do que Deus seria ser arrogante. Foi dito a Moisés para falar à rocha, mas ele foi mais severo... ele feriu-a, e por isso ele foi proibido de entrar em Canaã.

Talvez você precise pensar nesta questão mais completamente. Talvez você nunca queira ouvir um sermão neste assunto que simplesmente examina o que o Bíblia diz. Talvez você tenha ouvido sermões que têm imposto uma agenda específica sobre as palavras de Deus, quer de um modo mais aberto, ou de um modo mais severo do que as palavras de Deus. Talvez você queira que seus pregadores façam todo o seu pensar em seu lugar. Ou, talvez vocês estão preocupados com o que outras pessoas pensarão a respeito de seus pontos de vista.

Em todos estes casos, estude a Palavra de Deus com um espírito devotado! Interprete a Bíblia consistentemente e com imparcialidade em todos os versículos envolvidos. Depois de você, com muita oração, ter estudado, considerado este assunto, eu ficaria feliz de discuti-lo com você!

Este assunto não vai acabar nunca (por si mesmo). A humanidade tem estado se divorciando desde o Jardim do Éden. A maldição do egoísmo e da luxúria que leva ao divórcio é inerente ao homem não salvo e eventualmente invade e destrói todas as culturas. Ela reemergiu em nossa cultura mais de trinta atrás e tem praticamente nos destruído como uma nação. Nós temos que ter um entendimento consistente e bíblico destas coisas, de maneira que nós possamos ministrar com retidão às almas por quem Cristo morreu.
Se você está passando por algum problema na sua vida espiritual, familiar, profissional, sentimental, com filhos em situação de risco, envolvimento com drogas, homossexualismo, ou em processo de separação, divorcio, traído(a) abandonado(a) entre em contato conosco.O Ministério Atalaia do Evangelho de Deus está a sua disposição 24 horas por dia para aconselhamento, oração, e interseção e orientação, e cobertura espiritual.
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sexta-feira, 30 de maio de 2014

OS FALSIFICADOS

“E também houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição, e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição.” (2 Pedro 2:1)

            A Bíblia, a Palavra de Deus é tão formidável que nos ensina e alerta sobre tudo, e aqui Pedro traz um assunto à baila muito atual: a questão sobre falsos ensinos, falsos pastores,  que infelizmente têm lotado igrejas, ministérios cujos ensinamentos  distorcem a Palavra de Deus, e como uma verborragia fina conseguem enganar a muitos. São pessoas cultas, estudadas e formadas na arte de enganar, de pregar e ensinar uma teologia doentia, levando muitos a praticar os seus ensinamentos. Apesar de falarem o nome de Deus, negam-no com ações e até mesmo com as orações, que muitas vezes são ofensas ao Senhor, pois é a criatura dando ordem ao Criador. “E muitos seguirão as suas dissoluções, pelos quais será blasfemado o caminho da verdade.” (2 Pedro 2:2). As pessoas seguem e aceitam esses falsos pregadores exatamente por falarem e ensinarem o que elas querem ouvir, por distorcerem a Palavra de Deus,  são  experts  em pregar emoções, falar somente em bênçãos e apresentar um deus bonzinho, que nada cobra ou exige, um deus tolerante com o pecado e que tudo entende e aceita. Utilizam a Bíblia, apresentando meios versículos, ou seja, dividem os versículos em partes a, b, c, d, e,  além de pegarem versículos aleatórios, dão outras interpretações, ou melhor, interpretações próprias, e conduzem o povo a um êxtase emocional durante o qual é cobrada a oferta. “E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita.” (2 Pedro 2:3). Esses mestres estão preocupados com ofertas e dízimos. Criam campanhas e mais campanhas, pedidos de ajuda, para construir igreja, para comprar terrenos, comprar veículos e mais uma série de coisas, sendo que a maior parte vai para suas contas particulares,  além de darem  uma porcentagem  ao seu superior. As ovelhas são para eles simplesmente como mercadorias que têm que ser cuidadas; a igreja é somente um negócio, que usam de todas as maneiras para extorquir e enganar.
            “Porque, se Deus não perdoou aos anjos que pecaram, mas, havendo-os lançado no inferno, os entregou às cadeias da escuridão, ficando reservados para o juízo; e não perdoou ao mundo antigo, mas guardou a Noé, pregoeiro da justiça, com mais sete pessoas, ao trazer o dilúvio sobre o mundo dos ímpios; E condenou à destruição as cidades de Sodoma e Gomorra, reduzindo-as a cinza, e pondo-as para exemplo aos que vivessem impiamente; e livrou o justo Ló, enfadado da vida dissoluta dos homens abomináveis (Porque este justo, habitando entre eles, afligia todos os dias a sua alma justa, vendo e ouvindo sobre as suas obras injustas); assim, sabe o Senhor livrar da tentação os piedosos, e reservar os injustos para o dia do juízo, para serem castigados; mas principalmente aqueles que segundo a carne andam em concupiscências de imundícia, e desprezam as autoridades; atrevidos, obstinados, não receando blasfemar das dignidades; enquanto os anjos, sendo maiores em força e poder, não pronunciam contra eles juízo blasfemo diante do Senhor.” (2 Pedro 2:4-11). Mas vermos  esses  falsos pastores, falsos mestres enganadores com grandes igrejas, ministério, prosperando financeiramente e em outras áreas, não se pode confundir com bênçãos de Deus, pois no momento certo receberão o mais duro castigo, e o pior de todos: padecerão por toda uma eternidade, porque temos um Deus justo que não tolera  a desobediência, o desrespeito, pois,  se Deus não perdoou os anjos, nem cidades  ou famílias, com certeza não vai abrir exceção para ninguém. Mesmo que esses  tenham servido para conduzir alguém à presença do Senhor, saibamos que Deus usa quem quer e a hora que quiser. Ser usado por Deus não é aprovação de conduta. Deus usou Balaão, um profeta mercenário, para abençoar Israel,  e Balaão o fez contra a sua vontade, mas o povo recebeu a bênção, e ele o mais duro castigo. “Mas estes, como animais irracionais, que seguem a natureza, feitos para serem presos e mortos, blasfemando do que não entendem, perecerão na sua corrupção, recebendo o galardão da injustiça; pois que tais homens têm prazer nos deleites quotidianos; nódoas são eles e máculas, deleitando-se em seus enganos, quando se banqueteiam convosco. “(2 Pedro 2:12-13). São pessoas que falam de amor, mas são más e perversas, não têm pudor ou vergonha de tomar, exigir os trocados de uma mãe de família para eles gastarem com deleite, pois a preocupação deles é com este mundo. Conseguem levar o povo a acreditar em mentiras, pois fazem pregações animadas, alegres, e sempre preocupam dar o que o povo quer e pede, não existem limites para eles, porém receberão o duro castigo, e seus seguidores também.
         “Tendo os olhos cheios de adultério, e não cessando de pecar, engodando as almas inconstantes, tendo o coração exercitado na avareza, filhos de maldição; os quais, deixando o caminho direito, erraram seguindo o caminho de Balaão, filho de Beor, que amou o prêmio da injustiça; mas teve a repreensão da sua transgressão; o mudo jumento, falando com voz humana, impediu a loucura do profeta.” (2 Pedro 2:14-16). Não somente concordam ou toleram o pecado, o adultério, como eles mesmos vivem isso, pois  estão  no segundo ou terceiro casamento, e muitos, além disto, têm amantes, encontros, e sempre estão fazendo convites para as irmãzinhas. Pregam somente sobre bênçãos, pois não podem falar contra o pecado, uma vez que eles vivem em pecado; fazem da igreja  um antro de comércio. São pessoas que não se converteram porque o Evangelho para eles é somente um meio, uma ferramenta para ganharem dinheiro e poder. “Estes são fontes sem água, nuvens levadas pela força do vento, para os quais a escuridão das trevas eternamente se reserva.” (2 Pedro 2:17). Mas eles  podem até viver  de forma farta aqui, mas o fim, ou seja, o início que deveria ser de vida, para eles será o de morte, em que passarão por toda uma eternidade. “Porque, falando coisas mui arrogantes de vaidades, engodam com as concupiscências da carne, e com dissoluções, aqueles que se estavam afastando dos que andam em erro, prometendo-lhes liberdade, sendo eles mesmos servos da corrupção. Porque de quem alguém é vencido, do tal faz-se também servo. Porquanto se, depois de terem escapado das corrupções do mundo, pelo conhecimento do Senhor e Salvador Jesus Cristo, forem outra vez envolvidos nelas e vencidos, tornou-se-lhes o último estado pior do que o primeiro. Porque melhor lhes fora não conhecerem o caminho da justiça, do que, conhecendo-o, desviarem-se do santo mandamento que lhes fora dado; deste modo sobreveio-lhes o que por um verdadeiro provérbio se diz: o cão voltou ao seu próprio vômito, e a porca lavada ao espojadouro de lama.” (2 Pedro 2:18,22).
Leiam e pratiquem a Bíblia. Que Deus os abençoe.
Um abraço,
                       Pr.Henrique Lino 
Se você está passando por algum problema na sua vida espiritual, familiar, profissional, sentimental, com filhos em situação de risco, envolvimento com drogas, homossexualismo, ou em processo de separação, divorcio, traído(a) abandonado(a) entre em contato conosco.O Ministério Atalaia do Evangelho de Deus está a sua disposição 24 horas por dia para aconselhamento, oração, e interseção e orientação, e cobertura espiritual.
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quinta-feira, 29 de maio de 2014

DIA D

“Tocai a trombeta em Sião, e clamai em alta voz no meu santo monte; tremam todos os moradores da terra, porque o dia do SENHOR vem, já está perto.” (Joel 2:1)

            Apesar de muitos não acreditarem, o Dia do Senhor está muito próximo, está chegando o dia D, o dia do juízo, o dia e que o Senhor voltará para buscar a sua igreja, o dia de prestação de contas. E, ao contrário do que muitos religiosos falam ou pensam, não será um dia de alegria, mas um dia de tristeza, em que  veremos muitos que se diziam salvos ficar para o tormento e sofrimento, pois a salvação, o julgamento não é pela igreja, denominação ou por obras, mas em como se portou diante da Palavra, mesmo porque seremos julgados pela Palavra e não teremos escolha nem onde esconder ou apresentar desculpas naquele dia. Não teremos mais oportunidade de clamar por socorro ou misericórdia, pois Jesus não será mais o defensor e sim o Juiz. “Dia de trevas e de escuridão; dia de nuvens e densas trevas, como a alva espalhada sobre os montes; povo grande e poderoso, qual nunca houve desde o tempo antigo, nem depois dele haverá pelos anos adiante, de geração em geração.” (Joel 2:2). Dia de dor, de escuridão, de choros, lamentos e gritos, dia de separação, pois  veremos pessoas que amamos  indo para a dor e o tormento,  ou, ao contrário, elas estarão indo ao encontro do Senhor e  da vida, e nós indo para o tormento. Será um dia de muita confusão, dia em que as máscaras cairão, dia único, pois  será algo grandioso, e como nunca aconteceu e nunca mais acontecerá. “Diante dele um fogo consome, e atrás dele uma chama abrasa; a terra diante dele é como o jardim do Éden, mas atrás dele um desolado deserto; sim, nada lhe escapará.” (Joel 2:3). Dia de surpresas, pois todos os que pensam e esperam um Jesus bonzinho verão o fogo consumidor; o confronto acontecerá, e as desobediências, o desrespeito à Palavra serão apresentados, e muitos dos que por viverem uma religião ou por falarem o nome de Deus, outros que por levantarem a mão um dia aceitando Jesus e com isto se julgavam salvos, outros que por estarem em púlpitos, em altares, achavam que já tinham a sua vida garantida, todas as pessoas que não prestaram a atenção à Palavra naquele dia se surpreenderão.
            “A sua aparência é como a de cavalos; e como cavaleiros assim correm. Como o estrondo de carros, irão saltando sobre os cumes dos montes, como o ruído da chama de fogo que consome a pragana, como um povo poderoso, posto em ordem para o combate. Diante dele temerão os povos; todos os rostos se tornarão enegrecidos.” (Joel 2:4-6). Jesus virá com os seus santos anjos, que naquele dia vêm somente para cumprir o Juízo. Virá com espada, com fogo, não mais para socorrer, ou para atender pedidos e dar livramentos, não mais existirão milagres ou bênçãos, será somente Juízo, e todos verão. Jesus virá como um relâmpago, pois o mundo todo ao mesmo tempo verá o Senhor vindo sobre as nuvens com poder e Glória. “Como valentes correrão, como homens de guerra subirão os muros; e marchará cada um no seu caminho e não se desviará da sua fileira. Ninguém apertará a seu irmão; marchará cada um pelo seu caminho; sobre a mesma espada se arremessarão, e não serão feridos. Irão pela cidade, correrão pelos muros, subirão às casas, entrarão pelas janelas como o ladrão.” (Joel 2:7-9). Nesse dia não mais existirão valentes, ou fortes, nem quem se preocupe com riquezas, ou com qualquer outra coisa. Nesse dia não existirão rixas ou brigas, pois todos estarão preocupados em se salvar, em fugir do fogo abrasador, os que se diziam fortes tentando se esconder, escapar, fugir, mas já não têm como nem para onde, pois não existe onde ou como se esconder do Senhor. No desespero buscarão a morte, tentarão se matar, mas não conseguirão, pois até a morte  fugirá deles. É a hora, o momento do julgamento, da sentença, e, creia, a dor é insuportável, insuperável para todos os que não estiverem salvos no Senhor,  dores atrozes e sem nenhum paliativo.“Diante dele tremerá a terra, abalar-se-ão os céus; o sol e a lua se enegrecerão, e as estrelas retirarão o seu resplendor.” (Joel 2:10). Os firmamentos do céu serão abalados,  a terra tremerá como nunca houve terremoto igual, e será em toda a terra; estrelas cairão; não existirão mais o sol nem a lua; não existirá mais a luz natural, somente a escuridão, e luz somente do Senhor, desespero total. Isso é somente  o início do sofrimento, pois  viverão por toda uma eternidade em  dores e sofrimentos, mas os que forem salvos no Senhor subirão com Ele e habitarão por toda a eternidade junto ao Pai, desfrutando de toda alegria e paz, onde não mais existirão  choro, dor, sofrimento de espécie alguma.
            “E o SENHOR levantará a sua voz diante do seu exército; porque muitíssimo grande é o seu arraial; porque poderoso é, executando a sua palavra; porque o dia do SENHOR é grande e mui terrível, e quem o poderá suportar?” (Joel 2:11). O Dia do Senhor será o maior dia da historia, desde a criação do mundo até aquele dia nunca houve e nem haverá dia maior, e não tem como escapar, e todos os que viveram às margens da Palavra do Senhor clamarão pedindo o fim desse dia e não acontecerá; nesse dia a Palavra do Senhor, a sentença de Juízo se cumprirá integralmente.“Ainda assim, agora mesmo diz o SENHOR: Convertei-vos a mim de todo o vosso coração; e isso com jejuns, e com choro, e com pranto. E rasgai o vosso coração, e não as vossas vestes, e convertei-vos ao SENHOR vosso Deus; porque ele é misericordioso, e compassivo, e tardio em irar-se, e grande em benignidade, e se arrepende do mal.” (Joel 2:12-13). Mas ainda há chance, pois o Senhor está chamando, está insistindo para que se convertam, abandonem o pecado, a religiosidade, o engano, os pedidos de benção somente,  convertam-se, mudem de caminho, para que não tenham que experimentar essa dor; mãe vendo filhos indo para o sofrimento e dor sem nada poderem fazer; filhos vendo seus pais em dores atrozes;  pessoas vivendo somente dores sem ter a quem clamar. Mas essa situação pode ser mudada hoje, agora, converta o coração, não seja cristão somente de boca, mas seja um praticante da Palavra, pois o grande dia está próximo. Não seja incrédulo, mas temente. “Quem sabe se não se voltará e se arrependerá, e deixará após si uma bênção, em oferta de alimentos e libação para o SENHOR vosso Deus? Tocai a trombeta em Sião, santificai um jejum, convocai uma assembleia solene. Congregai o povo, santificai a congregação, ajuntai os anciãos, congregai as crianças, e os que mamam; saia o noivo da sua recâmara, e a noiva do seu aposento. Chorem os sacerdotes, ministros do SENHOR, entre o alpendre e o altar, e digam: Poupa a teu povo, ó SENHOR, e não entregues a tua herança ao opróbrio, para que os gentios o dominem; porque diriam entre os povos: Onde está o seu Deus?”(Joel 2:14-17).
 Leiam e pratiquem a Bíblia. Que Deus os abençoe.
Um abraço,
 Pr.Henrique Lino
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quarta-feira, 28 de maio de 2014

ARMADILHAS SUTIL

“E os principais dos sacerdotes e os escribas procuravam lançar mão dele naquela mesma hora; mas temeram o povo; porque entenderam que contra eles dissera esta parábola.” (Lucas 20:19)

            Jesus durante todo o seu Ministério terreno sofreu perseguições dos religiosos, dos sábios, de todos, porque Ele sempre pregou a Verdade e não procurava a agradar a ninguém, e como a verdade era contrária ao que esses religiosos viviam, então queriam de todas as maneiras acabar com Jesus. Jesus sempre confrontou o erro, o pecado e as desobediências, e sempre falava às claras, muitas vezes usava palavras duras e os chamava de incrédulos, hipócritas e outros adjetivos. Por esse motivo queriam sempre matá-lo e muitas vezes, como nesse caso, intentaram contra a sua vida, porque Jesus tinha acabado de falar uma parábola que era contra eles, e ficaram com medo do povo. Atualmente, vemos poucos pregadores do Evangelho legítimo, poucos, realmente, seguem o Caminho de Jesus; poucos são realmente os seus discípulos; poucos são os que pregam a verdade sem estarem comprometidos, ou querendo agradar o povo, pois a maioria tem a preocupação de agradar para encher igrejas ou mantê-las cheias; pregadores que têm medo de perseguições e afrontas, pregadores que querem agradar a todos, inclusive os pecadores, e, portanto, fazem acordo e toleram o pecado dentro de suas igrejas; pregadores comprometidos sim, mas com as ofertas e os dízimos, portanto  longe estão do Senhor. “E, observando-o, mandaram espias, que se fingissem justos, para o apanharem nalguma palavra, e o entregarem à jurisdição e poder do presidente.” (Lucas 20:20). Sempre os maus, os pecadores, os que amam e praticam o pecado vão tentar destruir quem vive na luz, e aqui eles armaram mais uma das inúmeras armadilhas que tentaram para pegar Jesus. Só que não perceberam que estavam falando com o Mestre, com Deus;  eles fingiram ser justos, ser tementes a Deus, mas o Senhor conhece  o coração de todos. Assim também muitas pessoas lotam as igrejas fingindo ser tementes ao Senhor. Querem ser confundidas com ovelhas, mas são bodes; estes jamais alcançarão sucesso na empreitada, pois o nosso Deus não perde batalhas, mas todos os inimigos são derrotados, inclusive os que por medo ou conveniência se juntam a esses falsos cristãos.
            “E perguntaram-lhe, dizendo: Mestre, nós sabemos que falas e ensinas bem e retamente, e que não consideras a aparência da pessoa, mas ensinas com verdade o caminho de Deus.” (Lucas 20:21). Assim como esses armaram essa armadilha, esse jogo bobo, muitos o fazem atualmente, pessoas que querem justificar seus erros e pecados, querem justificar a maneira de viver no Evangelho, pessoas que tentam justificar o divórcio e o segundo casamento através de parte de um versículo, ou um versículo da antiga lei, ou que tentam  justificar o comércio nas igrejas, a fornicação, a mentira, e tudo mais, e procuram fazer isso de uma maneira que muitos que não conhecem a Palavra, não conhecem  Jesus aceitam. O farisaísmo moderno é pior do que o antigo, pois hoje eles utilizam exemplos materiais para tentar justificar a Graça de Deus. O que em nenhum momento Jesus prometeu, eles prometem como se fosse verdade, trazem as coisas materiais para o Evangelho, tentam justificar as distorções através de um suposto amor de Deus para nós, e invalidam a obediência que só é citada e usada quando é conveniente. “É-nos lícito dar tributo a César ou não? E, entendendo ele a sua astúcia, disse-lhes: Por que me tentais?” (Lucas 20:22-23). Pessoas desonestas, ladrões, amantes do alheio, pois, apesar de falarem o nome de Deus,  querem sonegar impostos, comprar objetos contrabandeados sem pagar os devidos impostos; recebem seguro desemprego já estando trabalhando, mentem na hora de preencher cadastro e recebem bolsa família sem estarem qualificados; fazem gatos em TVs a cabo, luz, água; vivem tentando Jesus e ainda querem  apresentar desculpas, culpando o governo por cobrar altos impostos e por aí afora vai. Dizem que são cristãos, mas agem pior do que muitos que não se identificam assim; não há justificativa para agir de maneira desonesta em nada. “Por esta razão também pagais tributos, porque são ministros de Deus, atendendo sempre a isto mesmo. Portanto, dai a cada um o que deveis: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem temor, temor; a quem honra, honra.”(Romanos 13:6,7). Quem sonega  ou faz qualquer ato desonesto está indo contra a vontade de Deus, e o lugar desses é  no sofrimento eterno, além de enfrentar todo tipo de lutas aqui.
            “Mostrai-me uma moeda. De quem tem a imagem e a inscrição? E, respondendo eles, disseram: De César. Disse-lhes então: Dai, pois, a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus.” (Lucas 20:24-25). Não importa se  são altos os impostos e por isso não devemos simplesmente pagá-los, pois é mandamento do Senhor, assim como sabemos que comprar objetos contrabandeados é ilegal, é crime  exatamente por não se pagar os impostos nem os direitos autorais a seus autores. Então não podemos concordar com nada que seja desonesto; muito menos  fazer gatos para pegar sinal de TVs a cabo, pelo simples fato de poder pegar o sinal do satélite que está ao ar. Devemos saber que aquela tecnologia pertence a uma empresa que, por sua vez, paga impostos e teve custos; e nós, se queremos desfrutar desse conforto, devemos contratar o serviço de maneira correta, e jamais fazer gatos em água ou luz, pois tudo isso é crime, é roubo, e sabemos que os desonestos, os ladrões não herdarão o Reino de Deus, porque tentaremos a Jesus? “E não puderam apanhá-lo em palavra alguma diante do povo; e, maravilhados da sua resposta, calaram-se.”(Lucas 20:26).Jamais vão apanhar Jesus em erro, em armadilhas, pois jamais as trevas têm poder sobre a luz; ou encontrar qualquer contradição na Palavra, os que as criam simplesmente estão justificando seus erros e não têm parte no Reino de Deus. Devemos ser honestos em tudo, mas principalmente diante da Palavra de Deus, e nunca tentarmos Jesus.
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                                Pr.Henrique Lino
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segunda-feira, 26 de maio de 2014

O INICIO DO EVANGELHO

“Princípio do Evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus; Como está escrito nos profetas: Eis que eu envio o meu anjo ante a tua face, o qual preparará o teu caminho diante de ti.” (Marcos 1:1-2)

            Princípio, início do Evangelho de Jesus Cristo, Evangelho que há muitas centenas de anos já tinha sido revelado pelo Deus Pai aos seus profetas, e esses profetas o revelaram a todos. Mas a maioria não os ouviu, e os que os ouviram não quiseram acreditar, e os que acreditaram, quando aconteceu, não creram e pediram a sua morte, julgando-os de maneira errada. Todos os sinais tinham sido revelados, inclusive sobre a vinda de João Batista para preparar o povo, para chamá-los ao arrependimento. Ele tinha a função de batizar o Filho de Deus; tudo estava revelado e aconteceu assim como tinha sido revelado, mas Ele não foi aceito. O próprio Jesus já nos avisou, revelou que breve voltará, e vários profetas avisam constantemente, também temos a sua Palavra, temos a garantia do Senhor Jesus de que logo voltará com honra e poder. Mas mesmo assim muitos não acreditam e vivem a vida como tudo fosse somente uma história religiosa, só que antes eles puderam pedir a prisão, morte e crucificação de Jesus, agora receberão somente o julgamento, a sentença, isso por não aceitarem a Verdade do Filho de Deus, não aceitarem a sua Palavra.  “Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor, Endireitai as suas veredas.” (Marcos 1:3). João Batista veio alertando o povo, clamando no deserto. Agora temos vários e vários emissários do Senhor, temos igrejas sérias, pregadores da verdade alertando que o fim se aproxima, que Jesus está voltando, mandando que o povo acerte seus caminhos, que abandone seus pecados, mas a maioria não quer ouvir, não quer aceitar, prefere o engano, prefere a mentira e o comprometimento com as coisas materiais, com as igrejas e pregadores  do engano  os que  sabem somente falar de bênçãos, de  prosperidade e mais um monte de coisas, mas não falam de arrependimento, de salvação, de conversão ao Senhor. Eles deveriam abrir os olhos, pois Jesus está voltando; os sinais estão se cumprindo, e, quando menos se espera, acontecerá, aí, naquele momento, muitos perceberão que de nada adiantou lutar, mentir, enganar ou muito trabalhar para conseguir bens materiais e não ter tipo tempo para conhecer Jesus.
            “Apareceu João batizando no deserto, e pregando o batismo de arrependimento, para remissão dos pecados. E toda a província da Judéia e os de Jerusalém iam ter com ele; e todos eram batizados por ele no rio Jordão, confessando os seus pecados.” (Marcos 1:4-5). Naquela época pelo menos o povo ia procurar a igreja do deserto, a igreja de João Batista, e confessava os seus pecados e recebia dele a orientação de não pecar mais. João Batista não curava, não operava milagres, mas chamava todos ao arrependimento, mandava abandonar os pecados, pregava sobre o Reino, e recebiam o batismo. Mas, hoje, o povo só quer ir à igreja em busca de bênçãos, de milagres, e a maioria diz que vai à igreja buscar a sua benção, e não vemos as pessoas dizerem que vão à igreja buscar Jesus, buscar a presença do Senhor, buscar ensinamentos. Hoje se preocupam em fazer campanhas para conseguir isto ou aquilo, mas poucos, muito poucos realmente procuram conhecer a vontade do Senhor. “E João andava vestido de pelos de camelo, e com um cinto de couro em redor de seus lombos, e comia gafanhotos e mel silvestre. E pregava, dizendo: Após mim vem aquele que é mais forte do que eu, do qual não sou digno de, abaixando-me, desatar a correia das suas alparcas.” (Marcos 1:6-7).João não andava vestido com os finos ternos Armani, ou com roupa de grifes, muito pelo contrário. Ele não tinha nada mais para oferecer do que a Palavra, a revelação da Palavra de Deus. Não tinha uma igreja luxuosa; pregava a céu aberto no deserto e não batizava em grandes banheiras ou piscina em grandiosos templos, mas o fazia ali  no rio Jordão. Jesus falou a esse respeito e o elogiou e disse que nenhum profeta foi maior do João Batista. “E, partindo eles, começou Jesus a dizer às turbas, a respeito de João: Que fostes ver no deserto? uma cana agitada pelo vento? Sim, que fostes ver? um homem ricamente vestido? Os que trajam ricamente estão nas casas dos reis. Mas, então que fostes ver? um profeta? Sim, vos digo eu, e muito mais do que profeta; Porque é este de quem está escrito: Eis que diante da tua face envio o meu anjo, que preparará diante de ti o teu caminho. Em verdade vos digo que, entre os que de mulher têm nascido, não apareceu alguém maior do que João o Batista; mas aquele que é o menor no reino dos céus é maior do que ele. E, desde os dias de João o Batista até agora, se faz violência ao reino dos céus, e pela força se apoderam dele.”(Mateus 11:7,12). O anjo que preparou o caminho do Senhor e que teve a honra de batizá-lo vivia no deserto e não no luxo; não pregava mentira nem oferecia bênção, oferecia Vida.
            “Eu, em verdade, tenho-vos batizado com água; ele, porém, vos batizará com o Espírito Santo. E aconteceu naqueles dias que Jesus, tendo ido de Nazaré da Galiléia, foi batizado por João, no Jordão.” (Marcos 1:8-9). João Batista era simples e humilde. Não tinha a pretensão de ser alguma coisa como muitos pregadores se julgam ser; alguns fazem questão de usar títulos pomposos e ser  reconhecidos como sendo alguém, e chegam ao ridículo de sair distribuindo bênçãos ao seu toque, quase que se comparando ao próprio Deus, esquecendo que toda honra e Glória pertencem ao Senhor. Devemos pregar  a salvação, pois Jesus está voltando. “E, logo que saiu da água, viu os céus abertos, e o Espírito, que como pomba descia sobre ele. E ouviu-se uma voz dos céus que dizia: Tu és o meu Filho amado em quem me comprazo.” (Marcos 1:10-11). Esse pregador simples da igreja do deserto que não tinha cadeiras nem bancos, almofadas para as pessoas sentarem, esse simples homem ouviu Deus Pai falar do seu Filho que  ele tinha batizado. Deus Pai tem falado conosco constantemente que o seu Filho amado está voltando para buscar os seus, mas o povo está comprometido com tanta coisa que não o está ouvindo, está comprometido com a religião ou com bênçãos, mas não com o Senhor. “E logo o Espírito o impeliu para o deserto. E ali esteve no deserto quarenta dias, tentado por Satanás. E vivia entre as feras, e os anjos o serviam.”(Marcos 1:12-13). Jesus começou seu Ministério, foi tentado pelo diabo, e não foi o adversário que o conduziu para esse deserto, mas o Espírito Santo,  e o povo não quer ser tentado nem passar por lutas, aceita o engano e a mentira do diabo. “E, depois que João foi entregue à prisão, veio Jesus para a Galiléia, pregando o evangelho do reino de Deus, E dizendo: O tempo está cumprido, e o reino de Deus está próximo. Arrependei-vos, e crede no evangelho.” (Marcos 1:14-15 ).
Leiam e pratiquem a Bíblia. Que Deus os abençoe.
Um abraço,
 Pr.Henrique Lino
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