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terça-feira, 17 de outubro de 2017

OS PRINCIPAIS.

"E, logo ao amanhecer, os principais dos sacerdotes, com os anciãos, e os escribas, e todo o Sinédrio, tiveram conselho; e, ligando Jesus, o levaram e entregaram a Pilatos. E Pilatos lhe perguntou: Tu és o Rei dos Judeus? E ele, respondendo, disse-lhe: Tu o dizes." (Marcos 15:1-2)

         Jesus foi traído e preso de maneira ilegal, mesmo porque, além de inocente, foi submetido a um julgamento à noite, o que era ilegal de acordo com as leis de César, às quais Israel se submetia. Mas o que nos chama mais atenção é que Ele foi preso a mando dos líderes religiosos; não foram os incrédulos ou pagãos que o prenderam, mas a nata da religião. Os principais dos sacerdotes, os que conheciam a lei e a defendiam, os que tinham a obrigação e o ofício de ensinar a lei de Deus. Esses que conheciam a Palavra de Deus tinham provas claras de que Jesus era o Messias, o esperado, porque a Escritura que eles liam, e supostamente defendiam, mostrava, apontava claramente para Jesus. Mas por inveja, maldade, tramaram e prenderam Jesus sob acusações falsas, e por covardia o entregaram para ser crucificado. Esses religiosos mataram o Senhor, foram eles que o conduziram à morte, e mesmo assim falavam, ou melhor, citavam o Nome do Senhor, que é Santo para todo o sempre amém. Mas os sacerdotes daquela época não são diferentes dos da nossa geração, porque são muitos os que citam o Nome do Senhor, mas vivem totalmente contrários à sua Palavra. Todos os que ensinam, criam doutrinas estranhas, diferentes do Evangelho, e todos os que os seguem são simplesmente inimigos de Jesus, pois estão escarnecendo dele. Todos os que tratam o Senhor como servo, pois só sabem ir a Ele pedindo coisas e acham que Ele é obrigado a atender e obedecer às suas ordens, os que o desafiam, os que tentam comprar bênçãos, os que jogam dinheiro em envelopes no altar exigindo que Ele retribua, que multiplique, estão indo contra Ele, pois são simplesmente religiosos ignorantes. Quando o conduziram a Pilatos, Jesus, em nenhum momento, clamou por inocência, não pediu clemência ou abriu a boca para reclamar de nada, por isso Ele foi o Cordeiro mudo. Somente quando Pilatos questionou se Ele era o Rei dos judeus é que Ele respondeu, afirmou, confirmou, porque Cristo é o nosso Rei por toda a eternidade. Jesus sabia o que iria lhe acontecer e não tentou se defender, não pediu ajuda. Foi caminhando diretamente com a cabeça erguida para cumprir a missão que lhe estava proposta. Jesus, em nenhum momento, apelou para sentimentos humanos, nem para pregar o Evangelho e nem para se defender.
 "E os principais dos sacerdotes o acusavam de muitas coisas; porém Ele nada respondia. E Pilatos o interrogou outra vez, dizendo: Nada respondes? Vê quantas coisas testificam contra ti. Mas Jesus nada mais respondeu, de maneira que Pilatos se maravilhava." (Marcos 15:3-5). Os sacerdotes, os conhecedores da lei, os mestres, estavam ali fazendo todo tipo de acusação, e Ele simplesmente calado, não abriu a boca para contradizer e nem para dizer nada, muito menos para tentar mostrar que eles estavam errados. Jesus não tentou naquele momento mostrar pela Palavra que eles estavam errados e que Ele era o Messias. Ele simplesmente se calou, e por esse motivo Pilatos o questionou por não se defender. Mesmo Pilatos perguntando-lhe por que Ele não se defendia, Ele não se justificou, e nada disse. Por esse motivo, o governador Pilatos estava maravilhado com essa maneira de Ele agir e se portar. Vejo as pessoas que se dizem cristãs, evangélicas, quando acusadas, perseguidas, ou por qualquer chateaçãozinha, se levantarem e gritarem sua inocência, clamarem por socorro, não aceitarem ser submetidas a nenhum sacrificiozinho. Jesus disse que no mundo nós teríamos aflições e disse também que seriamos perseguidos por causa do seu Nome, mas vejo muitos, inclusive pastores, líderes, se ofenderem facilmente e revidarem as acusações e ofensas, e o pior ainda, usam o Nome do Senhor. "Ora, no dia da festa costumava soltar-lhes um preso qualquer que eles pedissem. E havia um chamado Barrabás, que, preso com outros amotinadores, tinha num motim cometido uma morte. E a multidão, dando gritos, começou a pedir que fizesse como sempre lhes tinha feito." (Marcos 15:6-8). Naquela época havia o costume, segundo a lei deles, de soltarem um preso no dia da festa, assim como no Brasil, que no final do ano, na época das festas de fim de ano, o presidente da República assina um decreto anistiando presos e concedendo indulto a vários que se enquadrem nas exigências. Portanto, o povo começou a pedir que Pilatos fizesse valer esse direito, mas eles não estavam pedindo com interesse de soltar Jesus, na verdade queriam soltar um bandido, queriam soltar um assassino e queriam que o Filho de Deus fosse morto, queriam que o dono da vida fosse executado. O povo fez uma escolha terrível, pois pediram pela liberdade do assassino, do que representava a morte, e condenaram o que é a vida. Não devemos estranhar, pois hoje em vários templos eles rejeitam o Senhor e buscam somente o que lhes interessa, afinal, são poucos os que estão indo a templos buscar mais intimidade com o Senhor, porque a maioria está indo em busca de bênçãos, está indo com intento de receber alguma coisa somente. "E Pilatos lhes respondeu, dizendo: Quereis que vos solte o Rei dos Judeus? Porque ele bem sabia que por inveja os principais dos sacerdotes o tinham entregado. Mas os principais dos sacerdotes incitaram a multidão para que fosse solto antes Barrabás. E Pilatos, respondendo, lhes disse outra vez: Que quereis, pois, que faça daquele a quem chamais Rei dos Judeus? E eles tornaram a clamar: Crucifica-o" (Marcos 15:9-13). O governador sabia que eles estavam errados, sabia que Jesus era inocente e tentou soltar Jesus, mas aquela multidão religiosa não permitiu e exigiu a sua morte. Foi o momento das trevas, esses religiosos que seguiam seus líderes não conheciam a Palavra de Deus, assim como muitos que enchem templos e ficam repetindo e agindo de acordo com esses fariseus. Vemos pessoas repetindo o que supostos pastores falam, fazendo gestos que eles mandam fazer, e, a bem da verdade, com as suas falas estão condenando mais uma vez o Senhor. Estão se unindo aos que exigiram a crucificação de Cristo. "Mas Pilatos lhes disse: Mas que mal fez? E eles cada vez clamavam mais: Crucifica-o. Então Pilatos, querendo satisfazer a multidão, soltou-lhe Barrabás e, açoitado Jesus, o entregou para ser crucificado." (Marcos 15:14-15). 
Leiam e pratiquem a Bíblia. Que Deus os abençoe.
Um abraço,
Pr. Henrique Lino 
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