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quarta-feira, 2 de agosto de 2017

SANTUÁRIO TERRESTRE

"Ora, também a primeira tinha ordenanças de culto divino, e um santuário terrestre." (Hebreus 9:1)

         A Antiga Aliança tinha ordenanças como se fosse possível resolver, solucionar alguma coisa, mas que, a bem da verdade, não passavam de ritos religiosos. Tinha um templo, um tabernáculo construído por mãos humanas, tinha determinações que serviam para organizar, encaminhar tudo para o Novo Testamento, para uma Nova Aliança feita no Sangue de Jesus. A Antiga Aliança, que foi feita por meio de sangue de animais, não tinha poder de tirar pecado, não tinha condições de salvar ninguém, mesmo porque sangue de animais não tem condições de salvar ninguém. Mas teve que vir o Filho de Deus, o inocente, derramar o seu Sangue por todos nós, pecadores, dando-nos condições de alcançarmos a Salvação, porque Ele abriu a Porta, Ele é a Porta, Ele é o Caminho. Na Antiga Aliança, o tabernáculo tinha todas as ordenanças, ritos que deveriam ser cumpridos, obedecidos com castigo de morte física se não fossem realizados. Os levitas, os sacerdotes tinham que se santificar utilizando águas e outras coisas, mas isso não os limpava, porque quem pode nos limpar do pecado é somente Jesus, e isso acontece com um arrependimento sincero. Hoje buscamos, caminhamos em direção ao Santuário Celeste, porque lá é a nossa morada definitiva se vivermos em obediência não a ritos antigos, mas a Jesus, entrando pela Porta, andando no Caminho. "Porque um tabernáculo estava preparado, o primeiro, em que havia o candeeiro, e a mesa, e os pães da proposição; ao que se chama o santuário." (Hebreus 9:2). Na Antiga Aliança, o tabernáculo tinha objetos que, na verdade, serviam como representação da exigência e santidade de Deus. Sabemos que os pães, depois, quem os comia eram os sacerdotes, e o candeeiro servia para iluminar o ambiente, porque Deus, o Senhor, o Criador, não se alimenta como nós e não precisa de nada, pois tudo é Dele, Ele é o Criador de tudo. Portanto, não é preciso que ninguém o alimente, mesmo porque, se assim fosse, não seria Deus, assim como Ele é a Luz, portanto não precisa de luz comum, porque, como Luz, Ele tudo sabe e vê, e não existem trevas para Ele. O que acontecia era a obrigatoriedade da prática desses ritos, que serviam somente para mostrar e encaminhar para Jesus, porque Ele é o Verdadeiro Pó, Ele é alimento, Ele é o Pão que desceu do Céu, e Ele disse que aquele que não comer da sua Carne e não beber do seu Sangue não tem parte com Ele. Também Jesus Cristo afirmou que Ele é a Luz Verdadeira e que, se andarmos enquanto é dia, enquanto temos Luz, não veremos as trevas. Tudo o que acontecia na Antiga Aliança era simplesmente mostrando o Salvador Jesus, mostrando que o Verdadeiro Cordeiro derramaria o seu Sangue uma única vez para nos salvar.
 "Mas depois do segundo véu estava o tabernáculo que se chama o santo dos santos, que tinha o incensário de ouro, e a arca da aliança, coberta de ouro toda em redor; em que estava um vaso de ouro, que continha o maná, e a vara de Arão, que tinha florescido, e as tábuas da aliança; E sobre a arca os querubins da glória, que faziam sombra no propiciatório; das quais coisas não falaremos agora particularmente." (Hebreus 9:3-5). Mas no tabernáculo havia a divisão, só podia entrar o sacerdote, e somente uma vez por ano, e havia um pesado véu que separava os ambientes. Ali era chamado de lugar santíssimo, ou santos dos santos, onde prefigurava a Jesus, porque, para se aproximar, para o sacerdote entrar, era necessário estar sem pecados e em comunhão com o Senhor. Caso contrário, morria lá dentro mesmo, por esse motivo, quando o sacerdote entrava, nele havia uma corda presa em sua cintura a qual os outros sacerdotes, os levitas, ficavam segurando nas pontas, porque, caso ele morresse lá dentro, eles tinham que puxá-lo para fora, porque não podiam entrar nem mesmo para buscar o cadáver. Assim o sacerdote, além da corda, tinha em seu corpo, nas suas vestes, pequenos sinos, porque era o sinal de que ele estava vivo, porque, se silenciasse, sabiam que ele tinha morrido e então era puxado para fora. Eram ritos e normas que tinham que ser obedecidas, e se não fosse, acontecia a morte imediatamente. Deus o tempo todo estava mostrando o que haveria de vir, mostrava que ainda tinha que vir o Libertador, e que, se houvesse desobediência a Ele, a perdição, a morte era inevitável. As pessoas têm um entendimento errado ao acharem que Deus naquela época matava muito, não entenderam que não era Deus quem matava, era a desobediência que os conduzia à morte. E a desobediência continua matando e muito mais, só que, como não é uma morte física e sim espiritual, as pessoas não acreditam, não entendem e, portanto, triplicam as rebeldias. Não se pode culpar Deus, pois Ele, na Antiga Aliança, mostrou de forma clara o que acontece aos desobedientes, mostrou, desenhou, para que soubéssemos que agora com o Cordeiro Dele não há perdão para quem não o aceita. A Arca representava o Poder de Deus, também a vara de Arão e o Maná, alimento que os hebreus comeram durante quarenta anos no deserto, mostrando a provisão, o cuidado do Senhor. As tábuas da Aliança mostravam a sua lei, expressando sua vontade, a sua Palavra, as Escrituras. Tudo o que estava ali, todos os objetos simplesmente serviam para apontar para o futuro, para uma Nova aliança, porque aquela Antiga se cumpriu integralmente em Jesus, e hoje vivemos na Graça, vivemos em Jesus, mas devemos entender o que é a Graça a partir da Antiga lei, porque ela nos mostra tudo. Não podemos negligenciar nada, porque na Graça o castigo é bem maior, e a morte é real. "Ora, estando estas coisas assim preparadas, a todo o tempo entravam os sacerdotes no primeiro tabernáculo, cumprindo os serviços; Mas, no segundo, só o sumo sacerdote, uma vez no ano, não sem sangue, que oferecia por si mesmo e pelas culpas do povo; Dando nisto a entender o Espírito Santo que ainda o caminho do santuário não estava descoberto enquanto se conservava em pé o primeiro tabernáculo, Que é uma alegoria para o tempo presente, em que se oferecem dons e sacrifícios que, quanto à consciência, não podem aperfeiçoar aquele que faz o serviço; Consistindo somente em comidas, e bebidas, e várias abluções e justificações da carne, impostas até ao tempo da correção. Mas, vindo Cristo, o sumo sacerdote dos bens futuros, por um maior e mais perfeito tabernáculo, não feito por mãos, isto é, não desta criação, Nem por sangue de bodes e bezerros, mas por seu próprio Sangue, entrou uma vez no santuário, havendo efetuado uma eterna redenção." (Hebreus 9:6-12). 
Leiam e pratiquem a Bíblia. Deus os abençoe.
Um abraço,
Pr.Henrique Lino
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