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terça-feira, 14 de março de 2017

A DIFERENÇA

"Ora, havia um homem rico, e vestia-se de púrpura e de linho finíssimo, e vivia todos os dias regalada e esplendidamente." (Lucas 16:19)

         Jesus, utilizando uma parábola para nos dar mais um grande ensinamento sobre vida e morte, conta-nos aqui uma história sobre dois homens, um pobre e um rico. Essa parábola é bastante conhecida, mas as pessoas não atentam realmente para a mensagem que o Senhor nos dá. Temos que observar que não é uma simples parábola, é um mandamento, um ensinamento do Senhor, para que possamos aplicá-lo a nossas vidas, e então termos vida. Fala desse homem rico, ao qual o Senhor só se refere como um homem rico, e não cita o seu nome. Vejam que esse homem é conhecido pela sua fortuna, por seu dinheiro, por sua riqueza, e não de outra maneira. As pessoas fazem referências às pessoas que têm posses, falam do seu patrimônio e da maneira como elas vivem, e muitas vezes não sabem sequer o seu nome. Existem pessoas que têm inveja de pessoas ricas, querem ter, desfrutar o mesmo que elas, e, para conseguirem isso, não têm nenhum escrúpulo de agir de maneira errada. Algumas pessoas acham que devem e têm direito a ter o melhor aqui, e são muitos os falsos pregadores que incentivam isso. Muitos ensinam que as pessoas têm direito a ter o melhor e a desfrutar de tudo o que é bom, porque é bênção de Deus. Mas exatamente por desconhecerem a Palavra de Deus é que aceitam essas doutrinas estranhas, porque, se meditassem na Palavra de Deus, se conhecessem o Evangelho de Jesus Cristo, pensariam de forma diferente. "Havia também um certo mendigo, chamado Lázaro, que jazia cheio de chagas à porta daquele; E desejava alimentar-se com as migalhas que caíam da mesa do rico; e os próprios cães vinham lamber-lhe as chagas." (Lucas 16:20-21). Veja a diferença entre o rico e o pobre, porque o pobre Jesus já cita o seu nome, o pobre tinha um nome, ele era conhecido exatamente por não ter riquezas para ser reconhecido. Esse homem pobre, além de ser pobre, sofria também com enfermidades, e com o corpo cheio de chagas, de feridas, e mendigava para sobreviver. Esse homem enfermo, pobre, que vivia da mendicância, comendo o resto do rico, comendo do que sobrava da mesa do rico, era conhecido no céu. Esse homem que não tinha nenhuma outra preocupação a não ser sobreviver, comer, se alimentar de alguma coisa, era visto do céu. Às vezes nos preocupamos com tantas coisas aqui e esquecemos que devemos nos preocupar em sermos vistos e reconhecidos no céu e sermos chamados pelo nosso nome. Não precisamos ser reconhecidos pela nossa opulência, mas conhecidos pelo Senhor, que Ele saiba os nossos nomes, para que possa nos chamar no grande Dia.
 "E aconteceu que o mendigo morreu, e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão; e morreu também o rico, e foi sepultado." (Lucas 16:22). Olha a diferença gritante: o mendigo Lázaro morreu e foi levado para o seio de Abrão, que é o mesmo que o céu, ou seja, ele foi salvo. Já o rico morreu e foi sepultado, provavelmente com bastante opulência, como foi a sua vida. O rico, cujo nome não sabemos, morreu e fizeram o seu velório e enterro, mas para ele tudo se acaba, porque agora ele irá desfrutar da morte e vergonha eterna. Enquanto isso, Lázaro foi para o céu, mas não quer dizer que a pobreza foi o condutor, ou que tenha sido a carência que lhe trouxe salvação, mas a sua despreocupação em obtê-la. Jesus já nos disse que não deveremos nos preocupar em ajuntar tesouro na terra, onde as traças e a ferrugem consomem, e onde os ladrões roubam, mas que a juntássemos no céu. E a única maneira de juntarmos tesouro no céu é vivendo de acordo com o Evangelho de Jesus Cristo, é não vivermos preocupados com as coisas do mundo, em obtê-las aqui. Não temos que estar preocupados com a nossa morte, com o velório, ou onde seremos enterrados, ou se seremos cremados; devemos nos preocupar em viver de acordo com a vontade do Senhor, para que exista uma transição suave e que, quando deixarmos este mundo, realmente comecemos a viver. "E no inferno, ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu ao longe Abraão, e Lázaro no seu seio. E, clamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim, e manda a Lázaro, que molhe na água a ponta do seu dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama." (Lucas 16:23-24). Esse rico que foi para o inferno, agora estando em pleno tormento, olha para o céu e vê Lázaro tranquilo e desfrutando de paz e tranquilidade; observa o mendigo vivendo junto com os salvos em Cristo e então clama por socorro. Clama por misericórdia, quer que deixem o mendigo molhar apenas o dedo na água e colocar em seus lábios para que possa se refrescar um pouco, matar um pouco a sua sede, pois ele está no forno. Vejam que o rico agora está no inferno sendo atormentado, ele sofre, pede socorro, mas agora é tarde, não há mais solução, o tempo se esgotou. "Disse, porém, Abraão: Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em tua vida, e Lázaro somente males; e agora este é consolado e tu atormentado.E, além disso, está posto um grande abismo entre nós e vós, de sorte que os que quisessem passar daqui para vós não poderiam, nem tampouco os de lá passar para cá." (Lucas 16:25-26). Existe uma grande separação entre céu e inferno, e quem está em um não consegue passar para outro, quem está no céu não consegue ir para o inferno, porque não deseja, e não existe mais o pecado, para que cometa e seja enviado para o lugar de tormento. Já quem está no inferno não consegue ir para o céu porque não há meios, não existe passagem do inferno para o céu, e quem está lá fica separado para toda a eternidade. O rico desfrutou de tudo aqui, e foi somente o que ele teve, e depois a morte. Por tal motivo, devemos nos preocupar não com as coisas materiais, mas com a vida, porque a vida se inicia depois que partirmos daqui. "E disse ele: Rogo-te, pois, ó pai, que o mandes à casa de meu pai, Pois tenho cinco irmãos; para que lhes dê testemunho, a fim de que não venham também para este lugar de tormento. Disse-lhe Abraão: Têm Moisés e os profetas; ouçam-nos. E disse ele: Não, pai Abraão; mas, se algum dentre os mortos fosse ter com eles, arrepender-se-iam. Porém, Abraão lhe disse: Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tampouco acreditarão, ainda que algum dos mortos ressuscite."(Lucas 16:27-31). 
Leiam e pratiquem a Bíblia. Que Deus os abençoe.
Um abraço,
Pr.Henrique Lino 
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