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quinta-feira, 5 de maio de 2016

PROMESSA ALIANÇA

"Irmãos, como homem falo; se a aliança de um homem for confirmada, ninguém a anula nem a acrescenta." (Gálatas 3:15)

 Falando em termos simplesmente humanos, mesmo considerando que um testamento seja feito por mãos humanas, ninguém o poderá anular depois de ratificado, nem ao menos acrescentar algo. Assim fica claro que a aliança que o Senhor fez com o seu Filho e no Nome Dele jamais poderá ser anulada. Mas é necessário que tenhamos um entendimento pleno dessa aliança, pois ela foi feita não conosco, mas com Jesus e no seu Nome. Digo isso porque vejo muitos utilizarem o Antigo Testamento, ou a antiga lei, como se dela adviesse a Graça. Para vivermos uma lei, para a colocarmos em prática, é necessário conhecê-la; para fazer uma sustentação, é necessário conhecer com profundidade o assunto, o tema abordado. Devemos atentar para a aliança, e seu tempo é posterior à lei, e finalmente a Graça, também temos que entender que, se o primeiro Testamento fosse eficaz, não haveria necessidade de um segundo. "Ora, as promessas foram feitas a Abraão e à sua descendência. Não diz: E às descendências, como falando de muitas, mas como de uma só: E à tua descendência, que é Cristo." (Gálatas 3:16). Desse modo, as promessas foram feitas a Abraão e a seu descendente. A Escritura não declara: "E aos seus descendentes", como se referindo a muitos, mas exclusivamente: "Ao seu descendente", transmitindo a informação de que se trata de uma só pessoa, que é Cristo. Portanto, a promessa foi para um, e esse um é esse é Jesus. Assim, devemos atentar antes de fazer uma declaração que não condiz com a verdade bíblica. Esse é um dos motivos pelos quais sempre declaro que devemos atentar para a promessa que veio primeiro, só depois que veio a lei. Mas a lei não é o cumprimento da promessa, o cumprimento da promessa é Jesus, é a Graça, e o Novo Testamento feito no seu Sangue. "Mas digo isto: Que tendo sido a aliança anteriormente confirmada por Deus em Cristo, a lei, que veio quatrocentos e trinta anos depois, não a invalida, de forma a abolir a promessa." (Gálatas 3:17). Em outras palavras: a Lei, que veio quatrocentos e trinta anos depois, não anula a aliança previamente estabelecida por Deus, de maneira que venha invalidar a promessa. A Lei foi somente um aio para a condução da Graça, assim a promessa se cumpriu em Jesus e não vivemos e nem praticamos a lei, mas vivemos em Jesus na Graça.
 "Porque, se a herança provém da lei, já não provém da promessa; mas Deus pela promessa a deu gratuitamente a Abraão." (Gálatas 3:18). Porquanto, se a herança provém da lei, já não depende mais da promessa. Deus, entretanto, outorgou a herança gratuitamente a Abraão por intermédio da promessa. Se a herança é proveniente da lei entregue por Moisés, assim não é da promessa inicial do Senhor, e assim o Senhor não teria cumprido a sua Palavra. Mas Deus prometeu a Abraão, e a sua promessa se cumpriu no Senhor, e então vivemos desfrutamos hoje da promessa que o Senhor fez, porque recebemos da promessa de Jesus, uma vez que a promessa foi para Ele, a bênção vem é do Senhor Jesus Cristo. Muitos fazem confusão entre a promessa e a lei, mas não era para existir, uma vez que a simplicidade dos fatos nos dá entendimento claro. Primeiro, a promessa e depois a lei que conduziu a Graça, que é o cumprimento da promessa de Deus. "Logo, para que é a lei? Foi ordenada por causa das transgressões, até que viesse a posteridade a quem a promessa tinha sido feita; e foi posta pelos anjos na mão de um medianeiro." (Gálatas 3:19). Qual era, então, o propósito da lei? Ora, a lei foi acrescentada por causa das transgressões, até que viesse o Descendente a quem se referia a promessa, e foi promulgada por meio de anjos, pela mão de um mediador. A lei foi necessária para que se corrigissem os desmantelos humanos, a desordem, onde o pecado abundava. Mesmo porque a lei era incapaz de salvar, mas a sua função era mostrar, apontar o erro e a sua punição. Na lei se morria, porque a lei não foi instituída por causa dos santos, e sim por causa dos pecadores, e a sua função foi trazer ordem e respeito. Ela foi o caminho necessário que as pessoas tiveram que trilhar até o tempo da Graça, até o tempo da vinda do Descendente. Se não houvesse uma lei que dissesse o que era pecado, as pessoas não saberiam o que era o pecado. Assim, havia necessidade de um instrumento eficaz que apontasse as transgressões e pecado, e esse foi a lei. A lei que Moisés entregou não seria necessária se não existissem desobediência, rebeldia e pecado, mas o povo de Deus tinha adquirido os costumes pagãos do Egito, e pela dureza do coração e a sua natureza corrompida necessitava de um parâmetro. Assim, a lei veio simplesmente como um instrumento útil até a vinda da promessa do Descendente.
 "Logo, a lei é contra as promessas de Deus? De nenhuma sorte; porque, se fosse dada uma lei que pudesse vivificar, a justiça, na verdade, teria sido pela lei."(Gálatas 3:21). Sendo assim, pode a lei ser contrária às promessas de Deus? De forma alguma! Pois, se tivesse sido outorgada uma lei que pudesse conceder vida, com toda certeza a justiça resultaria da lei. A lei não é contrária e nem confrontante com a promessa de Deus. Como dissemos anteriormente, se a lei pudesse dar vida, se pudesse salvar alguém, não teria necessidade da promessa. A justiça de Deus é proveniente da promessa e não da lei, que é posterior à promessa, e teve a sua missão, seu tempo, e hoje vivemos no Senhor. Portanto, não vivemos e não cumprimos a lei, e nem podemos ficar buscando parte da antiga lei que possa nos favorecer, porque, agindo assim, estaremos indo frontalmente contra a promessa. "Mas a Escritura encerrou tudo debaixo do pecado, para que a promessa pela fé em Jesus Cristo fosse dada aos crentes." (Gálatas 3:22). Contudo, a Escritura colocou tudo debaixo do pecado, para que a promessa fosse concedida aos que creem por meio da fé em Cristo. Assim, tudo se encerrou no pecado, e a vida veio somente através do Descendente, da promessa. A lei, que era para dar vida, trouxe a morte, porque por causa dela todos ficaram cientes dos seus pecados, e o que era para dar vida trouxe a morte. Sim, porque a lei não oferecia o escape, o perdão, somente o castigo, a punição, a morte. Assim, todos pecaram, e destituídos estão do seu poder, mas em Jesus há vida e vida em abundância. Esta é a promessa. "Mas, antes que a fé viesse, estávamos guardados debaixo da lei, e encerrados para aquela fé que se havia de manifestar." (Gálatas 3:23). Antes que essa fé chegasse, estávamos sob a custódia da lei, nela aprisionados, até que a fé que haveria de vir fosse revelada. Estávamos todos presos na lei, sem nenhuma escapatória até a vinda do Descendente, não tínhamos nada que pudéssemos fazer para evitar a morte. Mas, crendo na promessa, vivemos hoje na fé no nosso Salvador, vivemos em Jesus. O pecado já não tem domínio sobre nós, se nos submetermos ao Descendente."De maneira que a lei nos serviu de aio, para nos conduzir a Cristo, para que pela fé fôssemos justificados. Mas, depois que veio a fé, já não estamos debaixo de aio." (Gálatas 3:24-25). 
Leiam e pratiquem a Bíblia. Que Deus os abençoe.
Um abraço,
 Pr.Henrique Lino 
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