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segunda-feira, 1 de junho de 2015

FÉ E PERDÃO

"Que diremos, pois, ter alcançado Abraão, nosso pai segundo a carne? Porque, se Abraão foi justificado pelas obras, tem de que se gloriar, mas não diante de Deus." (Romanos 4:1-2)

 Nosso antepassado Abraão foi um grande patriarca da nação judaica e verdadeiro exemplo de pessoa justificada. Os judeus dos dias de Jesus citavam Abraão como exemplo da justificação pelas obras, mas Paulo o enaltece como exemplo luminoso de justiça pela fé. Abraão praticou a lei quando ela não existia, porque a lei só foi instituída através de Abraão mais de quatrocentos anos depois da sua morte. Portanto, ele não conheceu a lei, mas recebeu a promessa e creu, e pela fé alcançou a promessa, assim as obras foram derivadas da fé e não o contrário. "Pois, que diz a Escritura? Creu Abraão a Deus, e isso lhe foi imputado como justiça." (Romanos 4:3). Nessa referência ao Gênesis 15:6, nada é mencionado no tocante a obras. Abraão não tinha observado nenhuma lei, prestado nenhum serviço nem cumprido nenhum ritual que lhe pudesse ter servido de crédito em sua conta corrente diante de Deus. Sua fé em Deus, que lhe fizera promessas, foi-lhe creditada como justiça. Portanto, entendemos que o que leva à prática de obras é a fé, se não existe fé, não há essa prática, não é possível praticar as obras daquele em quem não cremos. A prática da lei de Deus só acontece pela fé, assim como o recebimento das promessas depende da fé, que depende da prática das obras, que acontecem pela fé. "Ora, àquele que faz qualquer obra não lhe é imputado o galardão segundo a graça, mas segundo a dívida." (Romanos 4:4). Todos os que fazem a obra assim o fazem por saberem que são devedores e que devem fazê-la, e, como não é por fé, nada recebem. Vivamos na Graça, em Jesus, e pratiquemos os ensinamentos Dele, e esses só podem ser praticados mediante a fé Nele, é crendo que Ele veio, sofreu, morreu levando todos os nossos pecados e que também com Ele ressuscitaremos e reinaremos. Se não tivermos essa fé, nada justifica fazer qualquer obra, uma vez que não existe motivo para esse procedimento. "Mas, àquele que não pratica, mas crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é imputada como justiça." (Romanos 4:5). Mesmo o ímpio que não pratica obras, mas crê no Senhor, a fé lhe justifica, principalmente porque pela fé é que vem o temor, e é impossível alguém que tenha fé no Senhor não temê-lo. O temor leva à pratica, à obediência.  "Assim também Davi declara bem-aventurado o homem a quem Deus imputa a justiça sem as obras, dizendo: Bem-aventurados aqueles cujas maldades são perdoadas, E cujos pecados são cobertos. Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não imputa o pecado." (Romanos 4:6-8). Deus não continua lançando iniquidade na conta do pecador que se arrepende, mas lhe perdoa quando ele se confessa. Deus não tem prazer na morte do ímpio, muito pelo contrário, deseja que todos se salvem, esse foi o motivo da vinda de Jesus Cristo, para nos justificar, para que por Ele pudéssemos alcançar a salvação, por isto, quando nos arrependemos e confessamos nossos erros e pecados, somos perdoados, e tudo é lançado no mar do esquecimento. Somos bem-aventurados, felizardos quando nos arrependemos e somos perdoados, e todos os nossos pecados esquecidos, e nos transformamos em novas criaturas. "Vem, pois, esta bem-aventurança sobre a circuncisão somente, ou também sobre a incircuncisão? Porque dizemos que a fé foi imputada como justiça a Abraão." (Romanos 4:9). Circuncisos judeus, incircuncisos gentios, assim como crentes e praticantes de outras religiões. A salvação não veio somente sobre os crentes ou evangélicos, mas sobre todos, mesmo porque a salvação é para todos. Não é a religião que salva ninguém, mas a fé que conduz à prática do Evangelho de Jesus Cristo. Prova tal que encontramos pessoas com muito mais temor do Senhor e praticando a sua Palavra em religiões ou sem religiões do que muitos que se dizem crentes, evangélicos, gospel. A fé é imputada em muitos que não estão dentro de templos, de igrejas, mas vivem segundo os preceitos do Senhor. "Como lhe foi, pois, imputada? Estando na circuncisão ou na incircuncisão? Não na circuncisão, mas na incircuncisão." (Romanos 4:10). Abraão, quando recebeu a promessa de Deus, era um incircunciso, somente depois é que ele se circuncidou, portanto o recebimento da promessa veio pela fé, e não por obra. E a prática da obra, a obediência se derivou da fé naquele que lhe prometera, e isso foi recebido como justiça. Assim, muitos que estão fora das igrejas e religiões, mas creem na Palavra e nas promessas de Deus e por isso vivem de acordo com os preceitos do Senhor, recebem a imputação de justiça. Geralmente, quando recebemos a Palavra, as promessas de Deus, ainda não estamos vivendo segundo as suas ordenanças, pela fé é que nos convertemos a Ele.
 "E recebeu o sinal da circuncisão, selo da justiça da fé quando estava na incircuncisão, para que fosse pai de todos os que creem, estando eles também na incircuncisão; a fim de que também a justiça lhes seja imputada; E fosse pai da circuncisão, daqueles que não somente são da circuncisão, mas que também andam nas pisadas daquela fé que teve nosso pai Abraão, que tivera na incircuncisão." (Romanos 4:11-12). A circuncisão era, entre outras coisas, o sinal exterior da justiça que Deus creditara a Abraão pela fé deste. Portanto, Abraão é o "pai" dos crentes gentios (os incircuncisos), porque creu e foi justificado antes de instituído o rito da circuncisão (o sinal dos judeus). Pai dos circuncisos, Abraão é, também, pai dos judeus crentes. Sua história, portanto, demonstra que, para judeus e gentios igualmente, há um só meio de justificação, que é o caminho da fé. "Porque a promessa de que havia de ser herdeiro do mundo não foi feita pela lei a Abraão, ou à sua posteridade, mas pela justiça da fé." (Romanos 4:13). Não foi mediante a lei, nem por uma condição prévia de que pela prática das obras da lei se fizesse por onde merecer a promessa, a sua descendência são todos aqueles de quem Abraão é considerado pai. Abraão recebeu a promessa de que teria uma descendência tão numerosa quanto o pó da terra e a posse da terra de Canaã, além da promessa de que todos os povos da terra seriam abençoados por meio dele, ou de sua descendência. Como, porém, o propósito de Deus foi elaborar o destino de todo o mundo por intermédio de Abraão e de sua descendência, como em Gênesis isso fica claro, fica implícito nas promessas de Abraão que este e sua descendência receberiam "a terra por herança". A plena consumação disso aguarda a consumação do Reino messiânico na volta de Jesus Cristo. "Porque, se os que são da lei são herdeiros, logo a fé é vã e a promessa é aniquilada. Porque a lei opera a ira. Porque onde não há lei também não há transgressão." (Romanos 4:14-15). Os que vivem pela lei são os que reivindicam direito à herança, com base no cumprimento da lei. A lei porque revela o pecado e até mesmo o estimula, produz a ira, e não a promessa. Sabemos que a transgressão é a ultrapassagem de um limite claramente definido. Quando não há lei, continua havendo pecado, mas sem a característica de transgressão. "Portanto, é pela fé, para que seja segundo a graça, a fim de que a promessa seja firme a toda a posteridade, não somente à que é da lei, mas também à que é da fé que teve Abraão, o qual é pai de todos nós, (Como está escrito: Por pai de muitas nações te constituí) perante aquele no qual creu, a saber, Deus, o qual vivifica os mortos, e chama as coisas que não são como se já fossem." (Romanos 4: 16-17). O resumo desse pensamento é que há íntima correlação entre a fé e a Graça, e somente pela fé podemos praticar a palavra de Deus, sem fé é impossível agradar a Deus. "O qual, em esperança, creu contra a esperança, tanto que ele tornou-se pai de muitas nações, conforme o que lhe fora dito: Assim será a tua descendência." (Romanos 4:18). 
Leiam e pratiquem a Bíblia. Que Deus os abençoe.
 Um abraço,
 Pr.Henrique Lino
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