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segunda-feira, 30 de junho de 2014

AS AFLIÇOES NO CHAMADO

“Paulo, apóstolo de Jesus Cristo, pela vontade de Deus, segundo a promessa da vida que está em Cristo Jesus, A Timóteo, meu amado filho: Graça, misericórdia, e paz da parte de Deus Pai, e da de Cristo Jesus, Senhor nosso.” (2 Timóteo 1:1-2)

            Nesse livro, ou melhor, nessa carta de Paulo a Timóteo, ele começa como sempre se identificando, falando seu próprio nome e a sua função, trabalho, ministério, e ressaltando que tanto a sua vida como o ministério só existem pela vontade de Deus, através de Jesus Cristo.  Nessa parte ele também faz questão de lembrar quem é Timóteo, pois o considera como filho na fé, e veremos que Paulo conhecia bem os parentes desse seu filho na fé. Seguindo a orientação de Jesus, ele sempre faz questão de saudar entregando, profetizando paz, misericórdia em nome de Jesus. “Dou graças a Deus, a quem desde os meus antepassados sirvo com uma consciência pura, de que sem cessar faço memória de ti nas minhas orações noite e dia; Desejando muito ver-te, lembrando-me das tuas lágrimas, para me encher de gozo.” (2 Timóteo 1:3-4). Na partida de Paulo, ou seja, no último encontro de ambos  e vendo  as acusações  contra seu mentor, que já se encontrava preso, e  também já revelado pelo Espírito Santo,  Timóteo se emocionou, chorou. Isso ficou gravado na memória do apóstolo, e em Roma ainda preso (e ficou assim até ser executado), quando escreveu essa carta, faz questão de ressaltar esse fato, que ficou marcado em sua vida. Paulo se sentia responsável por conduzir Timóteo a uma maturidade cristã tanto na vida pessoal como no ministério, pois sabia que desde a infância esse jovem pastor tinha sido instruído nas escrituras por Lóide, sua avó, e por sua mãe, Eunice, a qual era uma judia que se convertera ao cristianismo. Por essa razão Paulo era grato a Deus, lembrava-se constantemente de Timóteo em suas orações. “Trazendo à memória a fé não fingida que em ti há, a qual habitou primeiro em tua avó Lóide, e em tua mãe Eunice, e estou certo de que também habita em ti.” (2 Timóteo 1:5). Sabia da fé que esse jovem tinha, portanto o incentivava a continuar a viver, praticar e pregar o Evangelho do Senhor, e não se deixar  amedrontar ou se envolver com os muitos pregadores de heresias que existiam. Veremos à frente que lhe manda ter coragem e não temer.
            “Por cujo motivo te lembro que despertes o dom de Deus que existe em ti pela imposição das minhas mãos. Porque Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, e de amor, e de moderação.” (2 Timóteo 1:6-7).Uma das atribuições do Espírito Santo é repartir os dons espirituais entre os cristãos. Todavia, a eles cabe a responsabilidade de avivar o dom divino, exercendo-o com poder do alto e não com medo ou timidez. Paulo tinha orado com imposição de mãos em seu filho na fé, e cremos que foi nesse momento que recebeu o batismo com o Espírito Santo. O apóstolo faz questão de ressaltar que o medo não é de Deus, ao contrário, devemos ser moderados, praticar e viver o amor e ser intrépidos na Palavra de salvação. “Portanto, não te envergonhes do testemunho de nosso Senhor, nem de mim, que sou prisioneiro seu; antes participa das aflições do evangelho segundo o poder de Deus.” (2 Timóteo 1:8). Em um contexto de perseguição e falsos ensinamentos, Paulo exortou Timóteo a não se envergonhar do Evangelho, nem dele, pois, embora estivesse preso, tinha convicção de que fora chamado para proclamar a obra redentora de Cristo. Mostrando que não se pode ter vergonha de pregar, falar, ensinar sobre o Evangelho de Jesus, não se pode seguir doutrinas de homens, assim como hoje existem igrejas lotadas de preceitos doutrinários de homens que querem fazer adaptação ao Evangelho, para agradar as pessoas, e por ter medo de pregar contra o pecado. Devemos não temer em confrontar e sempre falar somente da Palavra de Deus e não aceitar ou concordar com nenhuma heresia, saber que Cristo não nos chamou para o lazer, mas para a batalha, para a luta, para o trabalho, e não podemos ter vergonha de proclamar e viver isso. “Que nos salvou, e chamou com uma santa vocação; não segundo as nossas obras, mas segundo o seu próprio propósito e graça que nos foi dada em Cristo Jesus antes dos tempos dos séculos.” (2 Timóteo 1:9). O chamado do Senhor para o ministério não acontece pelas nossas obras, mas a vocação quem nos dá é o Senhor, para que sejamos pregadores da verdade, colaboradores do Reino, sem nos vender, nos corromper, e sem transformar o Evangelho de Cristo em moeda de barganha, mas ensinando que o Evangelho é poder de Deus para todos os que creem. Saber que Jesus em nenhum momento prometeu facilidades, regalias, riquezas aqui na terra para ninguém, deixando claro que teríamos aflições, mas, em contrapartida, viveríamos em alegrias e abundâncias eternamente ao seu lado.
            “E que é manifesta agora pela aparição de nosso Salvador Jesus Cristo, o qual aboliu a morte, e trouxe à luz a vida e a incorrupção pelo evangelho; Para o que fui constituído pregador, e apóstolo, e doutor dos gentios.” (2 Timóteo 1:10-11). Jesus venceu a morte e nos deu a possibilidade de sermos salvos, limpos e viver eternamente, digo a possibilidade, pois a escolha é nossa, uma vez que não desfrutaremos dessa vitória se ignorarmos os nossos chamados. Se persistirmos em viver no pecado, com certeza não desfrutaremos dessa vitória. Portanto, é nosso dever sempre ensinar, falar sobre o Evangelho, sobre a vida, pois a maior vitória nossa em Jesus é exatamente termos vida, termos a possibilidade de viver eternamente. Temos que ser doutores na Palavra de Deus, no Evangelho de Jesus Cristo.“Por cuja causa padeço também isto, mas não me envergonho; porque eu sei em quem tenho crido, e estou certo de que é poderoso para guardar o meu depósito até àquele dia.”(2 Timóteo 1:12). Temos que seguir e praticar o Evangelho mesmo que isso nos traga sofrimento e dores ao nosso corpo físico, ou perda de bens materiais. Devemos saber que o nosso compromisso é com a vida e não devemos nos preocupar com críticas ou julgamentos dos falsos irmãos ou de pregadores de enganos. Não devemos sentir vergonha de andar e viver na contramão do mundo, porque devemos saber que a nossa fé é VIDA. Não ter vergonha do evangelho da salvação. “Conserva o modelo das sãs palavras que de mim tens ouvido, na fé e no amor que há em Cristo Jesus. Guarda o bom depósito pelo Espírito Santo que habita em nós.” (2 Timóteo 1:13-14).
Leiam e pratiquem a Bíblia. Que Deus os abençoe.
Um abraço,
                                       Pr.Henrique Lino
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