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segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

SUPORTANDO A CRUZ.

"E, levando Ele às costas a sua cruz, saiu para o lugar chamado Caveira, que em hebraico se chama Gólgota, Onde o crucificaram, e com Ele outros dois, um de cada lado, e Jesus no meio." (João 19:17-18)

O povo tinha exigido a crucificação de Jesus, tinha escolhido dar liberdade a um bandido, a um assassino, tinha pedido a liberdade de Barrabás. Então, Pilatos, para atender aos pedidos, como político que era, entregou Jesus para ser crucificado, mesmo sabendo que Ele era inocente e que os religiosos o acusavam por inveja. Honestamente, não consigo entender, compreender o ser humano, porque vimos a grande quantidade de pessoas que Jesus atendeu. Ele curou muitos, libertou-os de demônios, multiplicou pães e peixes, e sempre tinha sido acompanhado por uma multidão, que dizia amá-lo. Mas, naquele momento, não ficamos sabendo de uma só voz se levantar para defendê-lo, não se tem relato de ninguém que tenha aberto a boca para defendê-lo, a não ser o próprio Pilatos. A ingratidão humana é algo inexplicável, porque vemos muitos dizerem também que amam Jesus, mas continuam negando-o com as suas ações. Todos calados, e sabemos que o silêncio diante de um fato, uma ação, é concordância, assim eu entendo que todos ali estavam se consolando com a crucificação de Jesus. Espancaram, escarneceram e humilharam o Filho de Deus, fizeram-no carregar a própria cruz para ser crucificada nela, e isso morro acima. Crucificaram o Filho de Deus juntamente com dois ladrões, compararam Ele a um bandido, e todos simplesmente assistiam calados. Entendo que o povo queria uma atração, e amava mais os religiosos, porque, inclusive, as quase vinte mil pessoas que tinham se beneficiado com as duas multiplicações de pães poderiam tranquilamente barrar essa execução, mas preferiram se omitir. Todas aquelas pessoas que viviam atrás de Jesus pedindo milagres e curas agora simplesmente assistiam à distância sem pronunciar uma só Palavra a seu favor. "E Pilatos escreveu também um título, e pô-lo em cima da cruz; e nele estava escrito: JESUS NAZARENO, O REI DOS JUDEUS." (João 19:19). Pilatos fez questão de registrar que Jesus era o Rei dos Judeus, apesar de estes o terem crucificado, porque Jesus é não somente o Filho de Deus como o Rei eterno de todos, entretanto só é reconhecido pelos que são também filhos de Deus. Vemos muitas pessoas que não são frequentadoras de templos denominacionais terem uma postura correta diante da Palavra de Deus, enquanto muitos dos que se dizem discípulos de Jesus o negam o tempo todo. O medo do povo de se identificar como discípulo de Jesus continua ainda maior, porque não é por medo de morte que eles o negam, mas simplesmente para não serem discriminados ou serem chamados de fanáticos.
 "E muitos dos judeus leram este título; porque o lugar onde Jesus estava crucificado era próximo da cidade; e estava escrito em hebraico, grego e latim. Diziam, pois, os principais sacerdotes dos judeus a Pilatos: Não escrevas, O Rei dos Judeus, mas que Ele disse: Sou o Rei dos Judeus. Respondeu Pilatos: O que escrevi, escrevi." (João 19:20-22). Pilatos deixou registrado para que todos lessem nos idiomas mais conhecidos e praticados naquela época que Jesus era o Rei dos Judeus. Mas os próprios judeus não aceitaram, não queriam que se registrasse desta maneira, queriam que se colocasse que Jesus tinha dito isto, mas que não era verdade. Mas, nesse ponto, o governador se manteve firme e não mudou a sua escrita, e ficou declarada essa verdade, mesmo com os judeus discordando. Nosso Rei, o meu Rei, que foi crucificado pelos religiosos, morreu na Cruz do Calvário e ressuscitou ao terceiro dia e vive para sempre perdoou a todos esses que exigiram a sua morte. Não podemos falar que somos melhores do que esses judeus que mataram o Filho de Deus, porque, conhecendo quem Ele é, se nós não o adoramos como nosso Rei, então estamos exigindo a sua morte também. Quando, no trabalho, no nosso meio social, ou em qualquer lugar não assumimos que somos cristãos, que somos discípulos de Jesus, o estamos matando. Quando não condenamos o pecado, quando não rejeitamos toda e qualquer obra das trevas, estamos pedindo para que o crucifiquem. Quando agimos dessa maneira, estamos também dizendo que Ele disse que é o nosso Rei, mas que nós não o consideramos assim, e que não o aceitamos. "Tendo, pois, os soldados crucificado a Jesus, tomaram as suas vestes, e fizeram quatro partes, para cada soldado uma parte; e também a túnica. A túnica, porém, tecida toda de alto a baixo, não tinha costura." (João 19:23). Todas as vezes em que vamos a templos somente em busca de bênçãos, de milagres, em busca de prosperidade, estamos agindo exatamente igual aos soldados que pegaram as vestes de Jesus e as dividiram entre eles. Todas as vezes em que as pessoas participam de campanhas envolvendo valores, ou que fazem desafios estão simplesmente querendo tomar, extorquir Jesus. Mas os mesmos que andam em busca de prosperidade são exatamente iguais aos que se alimentaram das multiplicações de pães e peixes, ou que clamavam por milagres, mas depois repetiram incessantemente que crucificassem Jesus. Querem somente se dar bem, querem somente receber, mas depois dispensam Jesus, e não o querem como Rei. "Disseram, pois, uns aos outros: Não a rasguemos, mas lancemos sortes sobre ela, para ver de quem será. Para que se cumprisse a Escritura que diz: Repartiram entre si as minhas vestes, E sobre a minha vestidura lançaram sortes. Os soldados, pois, fizeram estas coisas." (João 19:24). 
Leiam e pratiquem a Bíblia. Que Deus os abençoe.
Um abraço,
 Pr.Henrique Lino 
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