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quarta-feira, 3 de agosto de 2016

ACEPÇÃO DE PESSOAS

"Meus irmãos, não tenhais a fé de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor da glória, em acepção de pessoas." (Tiago 2:1)

 Não podemos falar que amamos o Senhor se fazemos acepções de pessoas, porque Jesus deixou-nos somente dois mandamentos: amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos. Temos que entender que amar ao próximo como a nós mesmos não é amar o pecado que o nosso irmão está vivendo ou praticando. Amar o próximo não é concordar sempre com ele, não é aceitar a sua rebeldia em relação à Palavra de Deus, mas condená-la. Quem ama o próximo deseja que ele se salve, que tenha vida eterna, e sempre vai condenar o erro e a desobediência que o próximo estiver vivendo. Quem ama não fica concordando, mas discorda, condena e exorta para que os olhos sejam abertos e venham à razão e se convertam. Se amamos Deus, logo, agimos de acordo com os seus preceitos em relação ao próximo. Assim não fazemos acepção de pessoas, tratamos todos por igual, isto é, não faz diferença se é rico ou pobre, se é feio ou bonito, se é deste ou daquele país, ou cor de pele, nem cultura, se tem algum problema físico ou não, somos todos iguais e temos que tratar todos igualmente. Temos que nos afastar dos que são pecadores contumazes, dos que amam o pecado e não querem abandoná-lo, destes devemos nos afastar. Se alguém vive em uma vida de crimes, fazendo o que não deve, mesmo sabendo que é errado, e não aceita as nossas exortações, então devemos simplesmente nos afastar e não nos envolver com as suas más obras. Ficamos à distância orando para que um dia ele venha a ser liberto e alcance a salvação. Muitos falam que não devemos julgar as pessoas, que devemos viver de acordo com a Palavra de Deus, e Jesus não disse para não julgarmos, Ele determinou que, antes de julgarmos, nos examinarmos, tirarmos a trave dos nossos olhos para só depois tirarmos o cisco dos olhos do irmão. Nós iremos julgar o mundo, os anjos caídos, e não somos capazes de julgar as coisas mínimas, isso é algo confrontante. João Batista julgou Herodes por causa do adultério; Jesus julgou os fariseus, religiosos, hipócritas; Paulo julgou Pedro; e se somos cristãos legítimos, andamos em comunhão com o Senhor, julgamos o erro, principalmente, no meio dos irmãos de fé. Assim, o fato de julgarmos o nosso irmão, de condenar as práticas erradas não quer dizer que não o amemos, ao contrário, isso não é discriminação, mas amor.
 "Porque, se no vosso ajuntamento entrar algum homem com anel de ouro no dedo, com trajes preciosos, e entrar também algum pobre com sórdido traje, E atentardes para o que traz o traje precioso, e lhe disserdes: Assenta-te tu aqui num lugar de honra, e disserdes ao pobre: Tu, fica aí em pé, ou assenta-te abaixo do meu estrado, Porventura não fizestes distinção entre vós mesmos, e não vos fizestes juízes de maus pensamentos?"(Tiago 1:2-4). Fazer acepção de pessoas é discriminar quando damos preferência aos mais bem vestidos, mais bonitos, aos que têm mais cultura, mais dinheiro, ou aos que falam melhor. É pecado tratar alguém de acordo com as suas posses, ou pela cor, ou pelo cargo que exerce. Assim, quando, na congregação, líderes, pregadores dão mais valor, atenção aos que mais ofertam, ou cujos dízimos são maiores, estão indo contra a Palavra de Deus que dizem pregar. Quando fazemos avaliações sobre o que é externo, sobre somente o que os nossos olhos veem, estamos errando. Todos são iguais diante do Senhor e têm que ser também diante de nós, a única coisa que temos que rejeitar, discriminar é o pecado. Assim, tanto ricos como pobres, tanto as pessoas perfeitas de saúde como aquelas com algum problema físico, feio ou bonito, são todos iguais. Mas o ladrão, ou os que vivem em adultério, no homossexualismo, ou vícios, quando vêm a nossa congregação devemos recebê-los e mostrar-lhes o caminho da verdade, mas, se não quiserem mudar, devemos então convidá-los a deixar o local e procurar um local que aceite a maneira desobediente em que vivem. Não podemos, com a desculpa de amar o próximo, permitir que os que amam o pecado vivam no nosso meio porque ajudam ou ofertam valores grandes ou quem sabe têm um bom dízimo. Assim não estamos fazendo acepção de pessoas, mas simplesmente rejeitando o pecado, as trevas, para que, quem sabe, o pecador se arrependa e se converta e venha alcançar a salvação. Portanto, temos que ser sábios e entender o que é fazer acepção de pessoas e concordância com o pecado, que são fatos totalmente diferentes. Recebemos todos de braços abertos e em nossos corações, porque somos todos irmãos, mas não permitimos a prática do pecado em nosso meio; as pessoas devem vir como estão, mas não permanecerem como vieram; devem mudar, e para isso é necessário mostrarmos o nosso amor e ensinarmos o caminho para a mudança.
 "Ouvi, meus amados irmãos: Porventura não escolheu Deus aos pobres deste mundo para serem ricos na fé, e herdeiros do Reino que prometeu aos que o amam?" (Tiago 2:5). Portanto, não podemos jamais discriminar as pessoas, principalmente os pobres deste mundo, porque eles são os que o Senhor escolheu para abençoar, e principalmente para nos usar os abençoando. Não é pelo fato de alguma pessoa estar passando necessidades, precisando da nossa ajuda que ela se transforma em um pecador, um flagelado. Talvez o Senhor queira usá-la para que sejamos abençoados, porque, quando socorremos quem necessita, quem é abençoado, na verdade, somos nós. Assim temos que meditar na Palavra de Deus e saber que o Senhor veio não foi para os ricos deste mundo, mas para os pobres, os desassistidos. Os pobres deste mundo são os que mais buscam o Senhor, enquanto os ricos estão envolvidos com suas riquezas e seus patrimônios e não são sinceros diante do Senhor. Por esse motivo jamais discrimine uma pessoa por ser pobre, porque estará cometendo pecado contra o próprio Senhor. Aprendamos sempre a onde estivermos atender os necessitados, e, principalmente, tratar todos como nossos iguais, porque o são, e isso se não forem superiores a nós. "Mas vós desonrastes o pobre. Porventura não vos oprimem os ricos, e não vos arrastam aos tribunais? Porventura não blasfemam eles o bom nome que sobre vós foi invocado?" (Tiago 2:6-7). Quem oprime são os ricos, porque somente eles têm condições para isso, e fazem isto de várias maneiras. Os patrões oprimem os empregados exigindo muito, pagando pouco, oprimem cobrando caro pelo seu produto, e comprando barato dos trabalhadores. São os ricos os que mais se dizem ateus, descrentes, e isso para não cumprirem com as suas obrigações diante do Senhor. Sabemos que os que são mais misericordiosos são os pobres, os que sempre estão dispostos a ajudar, a socorrer o seu semelhante. São os mais pobres, os desprovidos os que mais amam o Senhor, os que clamam e são dependentes Dele. "Todavia, se cumprirdes, conforme a Escritura, a lei real: Amarás a teu próximo como a ti mesmo, bem fazeis. Mas, se fazeis acepção de pessoas, cometeis pecado, e sois redarguidos pela lei como transgressores." (Tiago 2:8-9). Por isso devemos amar ao próximo como a nós mesmos, seja socorrendo, ou exortando, convocando-o a abandonar o erro, o pecado, seja apoiando, orando, seja confortando, ou até mesmo repreendendo, mas que o façamos por amor e com amor. A Palavra de Deus, o Evangelho, é para ser cumprido integralmente e não uma só parte. "Porque qualquer que guardar toda a lei, e tropeçar em um só ponto, tornou-se culpado de todos. Porque aquele que disse: Não cometerás adultério, também disse: Não matarás. Se tu pois não cometeres adultério, mas matares, estás feito transgressor da lei. Assim falai, e assim procedei, como devendo ser julgados pela lei da liberdade. Porque o juízo será sem misericórdia sobre aquele que não fez misericórdia; e a misericórdia triunfa do juízo."(Tiago 2:1-13). 
Leiam e pratiquem a Bíblia. Que Deus os abençoe.
 Um abraço,
 Pr.Henrique Lino 
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