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terça-feira, 1 de março de 2016

CONTAMINADOS

"Depois levaram Jesus da casa de Caifás para a audiência. E era pela manhã cedo. E não entraram na audiência, para não se contaminarem, mas poderem comer a páscoa." (João 18:28)

 Prenderam o Filho de Deus e ainda à noite o submeteram a um julgamento ilegal, segundo as leis de César. Os judeus, os fariseus agiram de modo ilegal diante da lei dos homens para sacrificar o Filho de Deus. Eram simplesmente religiosos e maldosos, alegavam uma santidade, uma pureza que não existia. Os cordeiros pascais tinham de ser sacrificados no templo, à tarde do mesmo dia em que haviam nascido. Eram comidos pelas pessoas que se mantivessem cerimonialmente puras, logo após o pôr-do-sol. O contato com a presença de fermento na casa de um gentio poderia excluir um judeu da páscoa; vemos o contraste desse zelo dos judeus com o que estavam fazendo ao Filho de Deus. Não entraram no Pretório, na audiência, para não se contaminarem com a proximidade com fermento, mas sacrificavam, queriam assassinar o Filho de Deus. Mas os religiosos daquela época não são muito diferentes dos da nossa época, da nossa geração. Aqui se apregoa o Nome do Senhor, e ao mesmo tempo utilizam mentiras para extorquir as pessoas. Citam o seu Nome enquanto criam campanhas lucrativas. Pregam sobre ofertas, fidelidade à igreja, ao templo, mas aceitam o pecado, concordam com o adultério, a fornicação, com o comércio dentro dos templos. Sabemos que quem se omite, se cala, está em concordância, portanto são todos pecadores. "Então Pilatos saiu fora e disse-lhes: Que acusação trazeis contra este homem?"(João 18:29). Pilatos queria saber qual era a acusação que tinham contra Jesus, queria um motivo real pelo qual os judeus queriam matar Jesus. O povo, os religiosos continuam acusando Jesus, continuam exigindo a sua morte, e os filhos de Jesus, os verdadeiros servos perguntam o que têm contra o Senhor. Mas, a bem da verdade, o que eles têm contra é o fato de serem trevas, e não se darem com a Luz. "Responderam, e disseram-lhe: Se este não fosse malfeitor, não to entregaríamos." (João 18:30). Aqueles religiosos não tinham uma resposta real, assim como os que hoje distorcem a Palavra de Deus, os que a utilizam em benefício próprio também não a têm. Mas continuam na mesma prática, porque tanto os judeus daquela época como os religiosos desta geração, que distorcem a Palavra, continuam a fazendo a mesma coisa: pedindo a morte de Jesus.
 "Disse-lhes, pois, Pilatos: Levai-o vós, e julgai-o segundo a vossa lei. Disseram-lhe então os judeus: A nós não nos é lícito matar pessoa alguma." (João 18:31). Aqueles judeus religiosos, os fariseus, os sacerdotes, somente acusavam, mas não queriam sujar as suas mãos, como se o pecado deles assim fosse menor. Os que tinham obrigação de conhecer e defender o Filho de Deus o prenderam e o entregaram ao estrangeiro, a César, porque Pilatos estava a serviço do governo de César. Para matar, eles queriam e conseguiram somente dar a ordem. Esses religiosos continuaram com essa prática ao longo dos anos, depois fizeram a mesma coisa a Paulo, quando os religiosos o prenderam e o entregaram a Roma, onde foi morto. Hoje, nos templos denominados evangélicos, em um mundo gospel, é muito comum essa prática todas as vezes em que ensinam o povo a sair da condição de servo e se propõem como o centro. Todas as vezes em que querem exigir, determinar que o Senhor os atenda neste ou naquele quesito estão entregando Jesus. Assim como os sacerdotes, quando falam o Nome de Deus e fazem o contrário, estão sendo simplesmente religiosos, pois condenam outras religiões e fazem pior, porque, conhecendo a Palavra de Deus, não a praticam, assim entregam Jesus para ser crucificado. Os que não conhecem o Senhor, ao verem o comportamento dos que o conhecem, falam mal, criticam e não aceitam o Senhor. "(Para que se cumprisse a Palavra que Jesus tinha dito, significando de que morte havia de morrer)." (João 18:32).Tudo o que aconteceu a Cristo já estava previsto nas Escrituras, e Jesus mesmo inúmeras vezes afirmou, citou, revelou o que lhe aconteceria. Deus conhece o ser humano porque é Criação Dele, conhece a maldade humana, e, portanto, sabia o tratamento que dariam a seu Filho. Mas mesmo assim, por amor a esse povo desobediente e de coração duro, enviou seu Filho para passar por tudo isso e os salvar. Deus conhece esse povo que cita o seu Nome, que fala que o ama, mas em seus corações eles guardam a maldade, a mentira, o engano, a desonestidade, o adultério, a prostituição e tudo o que é contrário. Conhece esse povo que cita o seu Nome, mas cujo coração está longe Dele. Mas a Palavra de Deus é imutável, ela se cumpre, e assim Jesus também revelou que são poucos os que se salvam, pois a maioria escolhe a porta larga, porque a maioria prefere se colocar na qualidade de algozes do Senhor.
 "Tornou, pois, a entrar Pilatos na audiência, e chamou a Jesus, e disse-lhe: Tu és o Rei dos Judeus? Respondeu-lhe Jesus: Tu dizes isso de ti mesmo, ou disseram-to outros de mim?" (João 18:33-34). Pilatos, o ímpio, o gentio, aquele que estava a serviço do inimigo de Israel, se preocupa, quer entender, compreender o porquê de o povo estar querendo sacrificar Jesus sem uma acusação real. Pilatos sabia que Jesus não era um rei físico, mas mesmo assim lhe pergunta, simplesmente com o objetivo de tentar entender a situação. Mas Jesus não favorece em nada, pois sabia o que deveria acontecer, afinal foi para isso que Ele veio. Então o Senhor responde com uma pergunta, porque quem tem que dizer se Ele é Rei ou não são os outros, são as pessoas, e não Ele. Jesus era Rei, e é Rei e continuará por toda a eternidade, mas as pessoas queriam acusá-lo de querer ser rei físico, porque assim o colocavam contra Roma. "Pilatos respondeu: Porventura sou eu judeu? A tua nação e os principais dos sacerdotes entregaram-te a mim. Que fizeste?" (João 18:35). Pilatos informa que ele, por não ser judeu, não sabia dessas questões, mas que os judeus o tinham entregado a ele para decidir sobre a sua vida. Pilatos faz questão de dizer que foram os sacerdotes, a nação de Israel que o tinha entregado para que ele o submetesse a julgamento. Assim pergunta de maneira direta o que Jesus tinha feito para deixar o povo com tanta raiva. Mas a principal acusação, descobriremos, é que Ele era o Filho de Deus, que Ele era Rei. Os nossos religiosos também fazem o mesmo, querem reinar aqui, querem comandar e desfrutar do melhor aqui, e não acham justo passar por lutas ou sofrimentos. Todos os que ensinam ou que vivem pensando que Deus tem a obrigação de lhes dar tudo aqui, de os fazer reinar estão sendo simplesmente religiosos gananciosos e hipócritas. "Respondeu Jesus: O meu Reino não é deste mundo; se o meu Reino fosse deste mundo, pelejariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus; mas agora o meu reino não é daqui." (João 18:36). Jesus fala e mostra de maneira clara e transparente a Pilatos que o seu Reino não é terreno, porque, se assim o fosse, Ele não seria entregue a ele, porque os seus servos lutariam contra ele. O Reino Dele é espiritual e eterno, é Superior, e todos os que o amam e lhe obedecem lutam para entrar nesse Reino e serem seus servos. Assim os seus servos não andam à procura de realizações aqui, e sim de viver no Reino do Senhor. Mas os religiosos querem reinar aqui, querem o sangue, querem a morte, querem o bandido, querem Barrabás, e não aceitam Jesus e nem reinar com Ele. "Disse-lhe, pois, Pilatos: Logo tu és rei? Jesus respondeu: Tu dizes que eu sou rei. Eu para isso nasci, e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz. Disse-lhe Pilatos: Que é a verdade? E, dizendo isto, tornou a ir ter com os judeus, e disse-lhes: Não acho nele crime algum. Mas vós tendes por costume que eu vos solte alguém pela páscoa. Quereis, pois, que vos solte o Rei dos Judeus? Então todos tornaram a clamar, dizendo: Este não, mas Barrabás. E Barrabás era um salteador." (João 18:37-40). 
Leiam e pratiquem a Bíblia. Que Deus os abençoe.
 Um abraço,
 Pr.Henrique Lino
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