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terça-feira, 4 de agosto de 2015

NOSSAS CORRESPONDÊNCIAS

"Escreve ao anjo da igreja de Éfeso: Isto diz aquele que tem na sua destra as sete estrelas, que anda no meio dos sete castiçais de ouro." (Apocalipse 2;1)

 O apóstolo João, já velho e preso na ilha de Patmos, recebe a revelação do Senhor, escreve e envia sete cartas às igrejas. O verdadeiro sentido das cartas não são as sete cidades, mas as sete cartas, pois cada uma é dirigida às igrejas de comportamentos diferentes. O principal não são os anjos (pastores) dessas citadas cidades, mas o conteúdo das cartas para os atuais pastores de várias denominações. As cartas, até hoje atualíssimas, são dirigidas às igrejas e aos pastores das inúmeras igrejas, templos, que se dizem evangélicos. Quem fala nas cartas não é o apóstolo João, mas o próprio Jesus Cristo, como Ele faz questão de identificar. João foi somente usado por Jesus para escrever e enviar essas cartas, foi um instrumento fiel do Senhor, como todos nós devemos ser."Conheço as tuas obras, e o teu trabalho, e a tua paciência, e que não podes sofrer os maus; e puseste à prova os que dizem ser apóstolos, e o não são, e tu os achaste mentirosos." (Apocalipse 2:2). Aqui Jesus está falando com o pastor que está lutando, pelejando para viver, pregar, ensinar o Evangelho legítimo, e se depara com os falsos pastores, os pregadores de engano e facilidade. Jesus está afirmando que conhece a luta que ele trava com os falsos pregadores, pastores, porque os analisa à luz da Palavra e percebe que não têm amor nem respeito pela Palavra de Deus. Algumas pessoas se dizem cheias de luz, de poder de Deus, mas são os faladores e enganadores que estão conduzindo o povo à morte espiritual. Jesus está confortando os pastores verdadeiros, está afirmando que conhece o trabalho e a luta de cada um. "E sofreste, e tens paciência; e trabalhaste pelo meu nome, e não te cansaste. Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor." (Apocalipse 2:3-4). Jesus sabe os sofrimentos que esses pastores enfrentaram e enfrentam, mas sabe também que muitos se cansaram, esmoreceram. Não que tenham se desviado da verdade, que tenham sido influenciados, mas as lutas constantes dentro das igrejas e no meio evangélico com os mentirosos, os falsos pastores, os lobos disfarçados, os deixaram cansados e já não lutam mais como no início. Pastores iniciaram o ministério com toda a garra, toda a força, mas de tanto ver as mentiras predominando no meio evangélico esfriaram e já não lutam mais como antes, já não oram mais, não falam mais como no início.
 "Lembra-te, pois, de onde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras; quando não, brevemente a ti virei, e tirarei do seu lugar o teu castiçal, se não te arrependeres." (Apocalipse 2:5). Jesus manda que esses pastores façam uma avaliação do que estão fazendo, façam uma análise de como era no início e como está atualmente, que se arrependam do seu esmorecimento e voltem à luta, à batalha, sabendo que não podemos cansar, que temos que combater as trevas, porque o normal são os falsos, os que estão a serviço das trevas tentarem enganar e se infiltrar nos templos, pois o mundo já é de trevas, já jaz no maligno. Jesus fala para esses pastores que começaram tão bem, mas que já não são mais os mesmos defensores do Evangelho como no início, já não são tão fervorosos como antes. Pede-lhes que voltem a lutar como antes, a defender o Evangelho de Jesus Cristo, caso contrário o Senhor virá e lhes será retirado. "Tens, porém, isto: que odeias as obras dos nicolaítas, as quais eu também odeio." (Apocalipse 2:6). Os nicolaítas eram uma seita herética que estava inserida na igreja, que havia desenvolvido um sistema de transigência com a sociedade pagã. Ensinava que a liberdade espiritual lhes dava folga suficiente para praticar idolatria e a imoralidade. A tradição identifica-os com Nicolau, prosélito de Antioquia e um dos sete primeiros diáconos da igreja em Jerusalém. Portanto, os nossos nicolaítas são os vários pastores que até iniciaram algum dia bem, mas que se desviaram da verdade e hoje são os comerciantes da fé, empregam versículos aleatórios para permitir e justificar a libertinagem dentro das igrejas, templos, que fazem inúmeras festas mundanas, que permitem todos os tipos de pecados, aceitam e incentivam o divórcio e o segundo casamento. Não praticam nem ensinam a santidade, mas se preocupam em criar campanhas, desafios, fogueiras santas, sacrifício, transformam as ovelhas em produto, mercadorias. "Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao que vencer, dar-lhe-ei a comer da árvore da vida, que está no meio do paraíso de Deus." (Apocalipse 2:7). Jesus afirma que os que têm ouvidos devem ouvir o que o Espírito Santo fala para as igrejas. Fala aos pastores para voltarem ao primeiro amor, para voltarem ao bom combate, porque, caso contrário, também serão retirados e vão padecer para sempre. As primeiras obras não serão levadas em consideração se não voltarem a praticá-las.
 "E ao anjo da igreja em Esmirna, escreve: Isto diz o primeiro e o último, que foi morto, e reviveu: Conheço as tuas obras, e tribulação, e pobreza (mas tu és rico), e a blasfêmia dos que se dizem judeus, e não o são, mas são a sinagoga de Satanás." (Apocalipse 2:8-9). Agora o Senhor Jesus novamente se identifica e diz que sabe as obras desse outro grupo de pastores. Pastores de igrejas pequenas, pobres financeiramente, e o deboche e as acusações dos pastores de grandes templos e igrejas. Pastores e pessoas que acusam esses pequenos pastores de pequenas igrejas de estarem em pecado, porque não conseguem ter grandes templos nem muitas ovelhas. Os falsos pastores, igrejas, que falam que são de Deus, na verdade são servos do diabo. São igrejas do diabo, pois citam o nome de Deus, mas conduzem o povo ao ensino errado e à morte espiritual. Jesus está afirmando que sabe os sofrimentos desses pequenos, mas fiéis pastores que o amam. "Nada temas das coisas que hás de padecer. Eis que o diabo lançará alguns de vós na prisão, para que sejais tentados; e tereis uma tribulação de dez dias. Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida." (Apocalipse 2:10). Jesus afirma que os seus pastores fiéis irão padecer, irão sofrer, porque os grandes, os que são da igreja do diabo vão fazer com que sofram. Mas que não devemos nos importar com os sofrimentos passageiros, devemos permanecer fiéis à Palavra. Não podemos ter medo de sofrer, passar por lutas e tribulações, que sejamos autênticos, fiéis ao Senhor até a morte. E receberemos a nossa coroa, nosso galardão. "Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: O que vencer não receberá o dano da segunda morte." (Apocalipse 2:11). Se perseverarmos em fazer o que o Senhor nos manda, em sermos fiéis, em não falsificar, adulterar a sua Palavra, se agirmos como Ele manda, não experimentaremos a morte eterna, o sofrimento eterno. "E ao anjo da igreja que está em Pérgamo escreve: Isto diz aquele que tem a espada aguda de dois fios: Conheço as tuas obras, e onde habitas, que é onde está o trono de Satanás; e reténs o meu Nome, e não negaste a minha fé, ainda nos dias de Antipas, minha fiel testemunha, o qual foi morto entre vós, onde Satanás habita." (Apocalipse 2:12-13). Agora esse grupo de pastores que têm igrejas, templos no meio de lugares onde o pecado impera, eles se mantêm firmes, pregam, ensinam a verdade que combate o pecado. São pastores que estão em lugares onde são motivo de riso, chacotas, onde ninguém ou quase ninguém os procura ou frequenta o seu templo, mas permanecem firmes e resistem a todas as investidas de satanás, e em meio às lutas e sacrifícios permanecem fiéis. "Mas algumas poucas coisas tenho contra ti, porque tens lá os que seguem a doutrina de Balaão, o qual ensinava Balaque a lançar tropeços diante dos filhos de Israel, para que comessem dos sacrifícios da idolatria, e fornicassem." (Apocalipse 2:14). Esses pastores que, diante do desprezo do povo, para atraírem pessoas aos templos, começam a pregar facilidades, tolerância aos pecados, concordando com o que o Senhor discorda, querem conduzir as pessoas aos seus templos achando que estão fazendo o que é correto, achando que devemtrazer as pessoas de qualquer maneira ao templo. São pastores permissivos, tolerantes, bonzinhos, pregadores de emoção, que fazem festas e eventos para atrair as pessoas. "Assim tens também os que seguem a doutrina dos nicolaítas, o que eu odeio. Arrepende-te, pois, quando não em breve virei a ti, e contra eles batalharei com a espada da minha boca. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao que vencer darei eu a comer do maná escondido, e dar-lhe-ei uma pedra branca, e na pedra um novo nome escrito, o qual ninguém conhece senão aquele que o recebe."(Apocalipse 2:15-17). 
Leiam e pratiquem a Bíblia. Que Deus os abençoe.
 Um abraço,
 Pr.Henrique Lino
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