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segunda-feira, 15 de junho de 2015

A DEFESA

"E disse o sumo sacerdote: Porventura é isto assim? E ele disse: Homens, irmãos, e pais, ouvi. O Deus da glória apareceu a nosso pai Abrão, estando na mesopotâmia, antes de habitar em Harã, E disse-lhe: Sai da tua terra e dentre a tua parentela, e dirige-te à terra que eu te mostrar." (Atos 7:1-3)

 Estevão era um verdadeiro homem de Deus que tinha sido levantado a diácono para ajudar os apóstolos na distribuição de alimento e na ajuda aos irmãos e irmãs que conviviam juntos. Ele foi um dos mártires, na verdade o segundo, pois o primeiro foi João Batista; ele foi o primeiro após a morte de Jesus Cristo. E depois dele foram os que morreram pelo Evangelho, mas o queremos ressaltar é a sua defesa diante do Sinédrio. Estevão, assim como Paulo e outros, quando eram interrogados, não ficavam preocupados em apresentar uma defesa, uma alegação da sua inocência, ou justificar as suas ações. Simplesmente testemunhavam a respeito do Poder de Deus, falavam quem era Deus e mostravam, relatavam tudo o que o Senhor tinha feito e fazia, e mostravam que eles somente o serviam. Estevão começa falando do início, de Gênesis, desde quando o Senhor deu a ordem para Abrão sair da sua terra e do meio dos seus parentes e ir para uma terra que lhe mostraria depois. Mandou sair, e só depois é que mostraria onde seria. Temos que aprender com esses homens de Deus, em todo o tempo falar da Palavra de Deus, não nos importando se estamos sendo acusados, elogiados. Temos que testemunhar, mostrar que o Deus da Bíblia é o nosso Deus, o que fazia grandes milagres e continua fazendo, até maiores. "Então saiu da terra dos caldeus, e habitou em Harã. E dali, depois que seu pai faleceu, Deus o trouxe para esta terra em que habitais agora." (Atos 7:4). Abrão, que era considerado o pai da fé para os hebreus, que era um exemplo de obediência, quando recebeu a ordem do Senhor, saiu do meio do seu povo, com a sua esposa, ambos já velhos, e pela idade impossível aos olhos humanos terem filhos. Mas o Senhor lhe prometeu que seria pai de muitas nações, prometeu dar-lhe uma grande família, e ele creu, obedeceu e viu a promessa se cumprir. Estevão não se preocupou em se defender, mas de trazer à memória as Escrituras, mostrar que a Palavra de Deus tem se cumprido sempre, e ele somente apresentava esse Deus Todo Poderoso. Gostamos de afirmar que somos crentes, evangélicos, mas não temos um procedimento como deveríamos ter, porque não temos a fé necessária. Não falamos, não testemunhamos o Poder de Deus, não falamos das maravilhas que Ele tem feito. 
"E não lhe deu nela herança, nem ainda o espaço de um pé; mas prometeu que lhe daria a posse dela, e depois dele, à sua descendência, não tendo ele ainda filho." (Atos 7:5).Abrão não tinha filhos, ele e a sua esposa Sara, eram ambos já com idade bastante avançada, mas o Senhor prometeu que, se lhe obedecessem, se andassem em sua presença e fossem perfeitos, daria a posse de toda aquela terra. Prometeu que os seus descentes é que seriam os donos daquela região toda. Vemos que é uma promessa maravilhosa feita a um casal de idosos. Mas esse patriarca creu e viveu em obediência às ordens do Senhor. Estevão não falou nenhuma vez sobre ele mesmo, mas relata as Escrituras, mostra o Poder de Deus e a sua fidelidade. Nós não pregamos como devemos, não relatamos os inúmeros testemunhos da Bíblia, gostamos de falar de nós mesmos e de nos defender. "E falou Deus assim: Que a sua descendência seria peregrina em terra alheia, e a sujeitariam à escravidão, e a maltratariam por quatrocentos anos." (Atos 7:6). Deus falou com Abrão sobre o que aconteceria sobre a sua descendência quando ela ainda não existia, vemos um casal de idosos aos olhos humanos impossibilitados de terem filhos. Mas o Senhor não somente afirma que os terão como ainda disse que seriam numerosos e que ficariam presos como escravos em mãos estrangeiras por quatrocentos anos. Temos que observar que as coisas do Senhor são claras e transparentes. Ele deu o tempo exato que isso aconteceria. Abrão não viveu para ver tudo acontecer, mas todos nós sabemos que aconteceu, e temos esse grande testemunho. Devemos observar que tudo o que o Senhor fala acontece, mas devemos tomar muito cuidado em saber se é Ele quem está falando ou se é a carne, ou um espírito de engano. Tudo o que for confuso, abstrato, traz inquietações, medo não é do Senhor. "E eu julgarei a nação que os tiver escravizado, disse Deus. E depois disto sairão e me servirão neste lugar." (Atos 7:7). O Senhor não só falou da descendência de Abrão que ainda não existia, como revelou que seriam prisioneiros durante quatrocentos anos, e também prometeu que julgaria a nação que os oprimiria. Prometeu que eles sairiam dessa nação livres e com presentes, como de fato aconteceu, quando os egípcios deram objetos e tudo o que os hebreus pediram para que saíssem logo de lá. Deus mostrou tudo o que aconteceria quatrocentos anos depois, fez questão que o patriarca tudo soubesse, até mesmo para que ficasse registrado como testemunho. Abrão foi privilegiado por ter visto tantas promessas se cumprirem, mas sabemos que a chave da sua vitória foi a sua obediência. Sabemos da sua fé e plena confiança no Senhor e na sua Palavra, prova tal que no futuro, quando Deus pediu o seu único filho, ele não titubeou em entregar-lhe. 
"E deu-lhe a aliança da circuncisão; e assim gerou a Isaque, e o circuncidou ao oitavo dia; e Isaque a Jacó; e Jacó aos doze patriarcas." (Atos 7:8). Abrão tinha cem anos de idade, e a sua esposa noventa quando tiveram a promessa cumprida, quando nasceu Isaque. Devemos observar a paciência e perseverança desse patriarca, pois ficou durante vinte e cinco anos vagando pela terra, pois, quando Senhor o mandou sair da sua terra, ele tinha setenta e cinco anos. Temos que observar com muita cautela é que naquela época não existia a lei, mesmo porque a lei só veio quase quinhentos anos depois, através de Moisés. Mas Abrão ouviu o Senhor e se circuncidou, e também circuncidou seu filho e os empregados. E a palavra foi sendo cumprida, e os seus filhos, netos, foram obedecendo ao Senhor. É para esses relatos bíblicos que devemos atentar, para podermos também relatar e falar de obediência, falar de amor, falar das promessas do Senhor, e do seu Poder. "E os patriarcas, movidos de inveja, venderam José para o Egito; mas Deus era com ele. E livrou-o de todas as suas tribulações, e lhe deu graça e sabedoria ante Faraó, rei do Egito, que o constituiu governador sobre o Egito e toda a sua casa." (Atos 7:9-10).Jacó, o neto de Abraão (pois Deus já tinha mudado o seu nome de Abrão para Abraão), teve doze filhos, que são os representantes das doze tribos de Israel. E um desses filhos, José, foi maltratado pelos seus irmãos, foi jogado em uma cova e depois vendido para o Egito, onde foi comprado por Potifar, e o serviu durante anos, até que a sua esposa o perseguiu tentando manter relações com ele. Mas ele correu, fugiu, ela mudou a história e ele foi acusado e entregue para ser preso alguns anos, no cárcere. Mas Deus, o Senhor, era com ele, e o protegeu, dele cuidou e tudo o que ele fazia prosperava, chegando ao ponto de o Senhor o tirar do cárcere e o colocar como governador do Egito. Vemos quão fantástico é o Senhor, tirou um jovem da prisão em terra estrangeira e o colocou diretamente como governador. Esse é o nosso Deus de quem temos de falar, temos que testemunhar, temos que servir-lhe, e não ficarmos preocupados conosco, porque, quando confiamos no Senhor, Ele cuida de nós. Temos que agir como Estevão, Paulo e Pedro, que se sentiam felizes quando sofriam pelo nome do Senhor; temos que testemunhar o Poder de Deus. "Sobreveio então a todo o país do Egito e de Canaã fome e grande tribulação; e nossos pais não achavam alimentos. Mas tendo ouvido Jacó que no Egito havia trigo, enviou ali nossos pais, a primeira vez. E na segunda vez foi José conhecido por seus irmãos, e a sua linhagem foi manifesta a Faraó. E José mandou chamar a seu pai Jacó, e a toda a sua parentela, que era de setenta e cinco almas. E Jacó desceu ao Egito, e morreu, ele e nossos pais; E foram transportados para Siquém, e depositados na sepultura que Abrão comprara por certa soma de dinheiro aos filhos de Emor, pai de Siquém. Aproximando-se, porém, o tempo da promessa que Deus tinha feito a Abrão, o povo cresceu e se multiplicou no Egito; Até que se levantou outro rei, que não conhecia a José." (Atos 7:11-18).
 Leiam e pratiquem a Bíblia. Deus que os abençoe.
 Um abraço,
 Pr.Henrique Lino
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