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segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

NENHUMA VOZ SE LEVANTOU EM SUA DEFESA

"Pilatos, pois, tomou então a Jesus, e o açoitou. E os soldados, tecendo uma coroa de espinhos, lha puseram sobre a cabeça, e lhe vestiram roupa de púrpura." (João 19:1-2)

Jesus, durante os três anos de ministério terreno, tinha dado provas incontestáveis de que era o Messias; tinha mostrado que era o Filho de Deus por meio de ações, não somente de palavras, mas curando enfermos, expulsando demônios, ressuscitando mortos, multiplicando pães e peixes, operando todos os tipos de milagres, e sabiam que só poderia ser através de Deus que assim fazia. Mas, mesmo assim, esses que tinham as Escrituras e que diziam esperar o Messias perseguiram-no, prenderam-no e exigiram que as autoridades romanas o matassem. Esse povo dizia que amava Deus, que jejuava, que lia as Escrituras, que oferecia sacrifícios, mas queria ficar livre do Senhor. Vemos que a autoridade romana recebe das mãos dos judeus o Filho de Deus e manda dar uma surra Nele. Depois eles fazem uma coroa de espinhos e a colocam sobre a sua cabeça, além de mudarem a sua roupa. Tudo isso somente com o objetivo de escarnecer, fazer chacota, piadas com Jesus. O que é incrível é que não vemos nenhuma das milhares de pessoas que foram abençoadas, que receberam milagres do Senhor se apresentar para o defender, para falar em seu favor. "E diziam: Salve, Rei dos Judeus. E davam-lhe bofetadas."(João 19:3). Jesus foi alvo de perseguição, discriminação, condenação e também de chacotas. Fizeram piadas com o Filho de Deus, e, o que é pior, quem determinou a prisão de Jesus foi o povo escolhido, foi o povo que tinha vivido sob os cuidados do Senhor, o povo que o conhecia, o povo que recebeu milagres, o povo que recebeu muito de Deus. Esse povo exigiu a morte do seu Filho. "Então Pilatos saiu outra vez fora, e disse-lhes: Eis aqui vo-lo trago fora, para que saibais que não acho Nele crime algum." (João 19:4). A autoridade romana, o estrangeiro, ainda tentou livrar Jesus daquela injustiça, pois ele não via nada Nele que fosse digno de prisão, muito menos de morte. Vemos que quem poderia perseguir o Senhor por desconhecer o seu poder e a salvação a partir Dele é o único que se levanta como seu defensor. Veremos mais adiante que os judeus, o povo de Deus, não aceita essa alegação, quer a morte, a crucificação do Filho de Deus.
"Saiu, pois, Jesus fora, levando a coroa de espinhos e roupa de púrpura. E disse-lhes Pilatos: Eis aqui o homem." (João 19:5). Pilatos, depois de mandar dar uma surra em Jesus, de colocar a coroa de espinhos sobre a sua cabeça, além de mudar as suas vestes, o conduz para fora e o entrega aos sacerdotes, às autoridades eclesiásticas de Israel, àqueles que supostamente representavam Deus. Naquele momento Jesus está vestido de palhaço, pois querem simplesmente escarnecer Dele, querem rir. Onde está todo aquele povo que foi abençoado e alimentado por Ele? Assim é o povo que diz amar o Senhor, que fala o seu nome, que recebe milagres, curas, mas que depois esquece e se preocupa somente com as coisas físicas e materiais, e de Jesus somente falam, mas não o busca mais. Muitas vezes são como os leprosos, pois não voltam nem para agradecer. "Vendo-o, pois, os principais dos sacerdotes e os servos, clamaram, dizendo: Crucifica-o, crucifica-o. Disse-lhes Pilatos: Tomai-o vós, e crucificai-o; porque eu nenhum crime acho Nele." (João 19:6). Quando os sacerdotes, as autoridades eclesiásticas, quando os supostos representantes de Deus o viram, gritaram exigindo a sua crucificação e,consequentemente, a sua morte, enquanto o estrangeiro o defende e volta a afirmar que não vê nada Nele que possa merecer essa punição, esse castigo, e o devolve. Veremos a hipocrisia desse povo, pois eles querem a morte de Jesus, do Filho de Deus, mas não querem sujar as mãos. Além de Pilatos, não sabemos de uma única voz se levantando para tentar defender o Filho de Deus; só vemos acusação desse povo hipócrita, que diz amar Deus, mas exige a morte do seu Filho. "Responderam-lhe os judeus: Nós temos uma lei e, segundo a nossa lei, deve morrer, porque se fez Filho de Deus." (João 19:7). Veja a suposta acusação desses hereges, pois alegam que Jesus devia morrer porque se identificou como Filho de Deus, mas esses hereges, que se diziam sacerdotes, tinham as Escrituras, que comprovavam que Ele realmente era o Filho de Deus. O povo hebreu sabia que pelos inúmeros sinais praticados por Jesus Ele era o Filho de Deus. Mas talvez exatamente por esse motivo exigiram a sua morte. Eles queriam, e muitos querem, é um Jesus permissivo, que concorde e aceite as suas mentiras, engano, desonestidade, os adultérios e a religião praticada por eles. Esses supostos cristãos não querem a Verdade, mas a mentira e um Jesus bonzinho, conivente com seus atos, não o Jesus que confronta o pecado e que exige santificação e conversão.
"E Pilatos, quando ouviu esta palavra, mais atemorizado ficou. E entrou outra vez na audiência, e disse a Jesus: De onde és tu? Mas Jesus não lhe deu resposta." (João 19:8-9). Diante da resposta desse povo religioso, Pilatos ficou perturbado, com medo de um povo que exigia a morte de uma pessoa somente porque falou que era Filho de Deus. Ao saber que a única coisa que os judeus, os sacerdotes tinham contra Jesus era o fato de Ele se declarar Filho de Deus, percebeu então que estava lidando com algo muito maior do que imaginava. Por esse motivo voltou a interrogar Jesus, quis saber de onde Jesus era, quis saber mais da vida Dele, para poder entender o que estava acontecendo. Mas não obteve nenhuma resposta de Jesus, mesmo porque o Senhor não estava preocupado em se defender dos homens."Disse-lhe, pois, Pilatos: Não me falas a mim? Não sabes tu que tenho poder para te crucificar e tenho poder para te soltar?" (João 19:10). Pilatos, agora chateado, questiona Jesus, fazendo uso da sua autoridade, e mostra que ele teria poder para soltar ou prender Jesus, portanto acha um absurdo não receber Dele a devida atenção e nem resposta, não receber Dele nenhum pedido de clemência, pedido de ajuda, mas uma certa indiferença da parte do Senhor. "Respondeu Jesus: Nenhum poder terias contra mim, se de cima não te fosse dado; mas aquele que me entregou a ti maior pecado tem." (João 19:11). Então Jesus responde mostrando que ele só é uma autoridade romana porque Deus assim o quis, que todos os que exercem algum cargo de autoridade assim acontece por vontade ou permissão do Senhor, como tudo no mundo. O Senhor lembra que ele não é tão culpado como todos os sacerdotes, as autoridades religiosas de Israel que exigiam a sua morte sabendo quem Ele era, porque Jesus entendeu que Pilatos estava sendo obrigado a fazer o que não queria. "Desde então Pilatos procurava soltá-lo; mas os judeus clamavam, dizendo: Se soltas este, não és amigo de César; qualquer que se faz rei é contra César." (João 19:12). Os judeus obrigaram Pilatos a manter preso e crucificar o Senhor, e ainda o ameaçaram dizendo que, se ele o soltasse, iriam denunciar a César que ele teria soltado um inimigo do povo. Vemos como o povo escolhido de Deus tudo fez para que seu Filho fosse morto. "Ouvindo, pois, Pilatos este dito, levou Jesus para fora, e assentou-se no tribunal, no lugar chamado Litóstrotos, e em hebraico Gabatá. E era a preparação da páscoa, e quase à hora sexta; e disse aos judeus: Eis aqui o vosso Rei." (João 19:13-14). Pilatos ocupou então seu lugar e apresentou Jesus como sendo quem realmente Ele era e é:o Rei, mas veremos que esses religiosos rejeitaram o Reinado do Messias, de Jesus Cristo, do Filho de Deus e escolheram para si o domínio dos homens, escolheram a opressão, a prisão. "Mas eles bradaram: Tira, tira, crucifica-o. Disse-lhes Pilatos: Hei de crucificar o vosso Rei? Responderam os principais dos sacerdotes: Não temos rei, senão César." (João 19:15). Esse é o momento mais triste da história, pois rejeitaram Jesus, o Filho de Deus, e quiseram o governo romano, não permitiram que Deus reinasse sobre eles. Mataram o Filho de Deus. "Então, consequentemente entregou-lho, para que fosse crucificado. E tomaram a Jesus, e o levaram." (João 19:16).
Leiam e pratiquem a Bíblia. Que Deus os abençoe.
 Um abraço,
Pr.Henrique Lino
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